Comentários recebidos nos poemas por LEIDE FREITAS
DEFINIÇÃO
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! O poema utiliza o recurso da personificação e da metáfora para dizer que o eu não é algo estático, mas sim parte integrante do todo. Ao se descrever como a linha que costura o universo e corpo celeste, o autor sugere que a identidade humana está entrelaçada com a própria existência do espaço e do tempo. O uso de elementos como oceano, cachoeira, sol e arco-íris evoca uma sensação de vitalidade e mudança constante. O eu é ar, é água, é luz — elementos essenciais e em movimento. Termos como teia infinda e rumo ao infinito mostram uma alma que transcende a vida cotidiana. As passagens sobre o crepúsculo da tarde / que aos poucos vai embora e a beleza da noite / antes de surgir a aurora, destacam a transitoriedade. O eu lírico se identifica com o momento exato da transição, o entre os estados. O poema conclui que o ser é indefinível justamente por ser livre. Versos Finais: Difícil me definir / Sou universo, tempo e espaço / Sou livre para ir e vir. A definição encontrada pelo autor é a de que a essência humana é vasta demais para caber em conceitos fechados. A liberdade de ir e vir e de ser ar em movimento é o que realmente define esse eu lírico. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
8 de abril de 2026 20:44
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! O poema utiliza o recurso da personificação e da metáfora para dizer que o eu não é algo estático, mas sim parte integrante do todo. Ao se descrever como a linha que costura o universo e corpo celeste, o autor sugere que a identidade humana está entrelaçada com a própria existência do espaço e do tempo. O uso de elementos como oceano, cachoeira, sol e arco-íris evoca uma sensação de vitalidade e mudança constante. O eu é ar, é água, é luz — elementos essenciais e em movimento. Termos como teia infinda e rumo ao infinito mostram uma alma que transcende a vida cotidiana. As passagens sobre o crepúsculo da tarde / que aos poucos vai embora e a beleza da noite / antes de surgir a aurora, destacam a transitoriedade. O eu lírico se identifica com o momento exato da transição, o entre os estados. O poema conclui que o ser é indefinível justamente por ser livre. Versos Finais: Difícil me definir / Sou universo, tempo e espaço / Sou livre para ir e vir. A definição encontrada pelo autor é a de que a essência humana é vasta demais para caber em conceitos fechados. A liberdade de ir e vir e de ser ar em movimento é o que realmente define esse eu lírico. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
8 de abril de 2026 20:44
DEFINIÇÃO
Francisco Queiroz disse:
\"Difícil me definir\". Tudo o que se define é um limite, uma fronteira. Bela composição, parabéns, poetisa!
8 de abril de 2026 20:17
Francisco Queiroz disse:
\"Difícil me definir\". Tudo o que se define é um limite, uma fronteira. Bela composição, parabéns, poetisa!
8 de abril de 2026 20:17
FLEXÍVEL
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa Leite! Boa noite! Ao dizer que não é de dias nem de horas, a voz lírica rejeita o tempo linear e produtivo, optando pelo momento. É uma celebração do agora. As metáforas de ar e encantamento, sugerem uma natureza adaptável e etérea, reforçando a ideia de alguém que flui com a vida em vez de resistir a ela. A expressão sem pressa de chegar, indica que a jornada e a escrita da própria história são mais importantes que o objetivo final. O uso do arco-íris como ponte para outros mundos, sugere uma personalidade multifacetada e aberta à espiritualidade ou a novas realidades. A flexibilidade aqui não é apenas de agenda, mas de consciência. Em resumo, é um manifesto sobre viver com presença e desapego, transformando a própria existência em uma forma de arte colorida e fluida. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
2 de abril de 2026 20:28
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa Leite! Boa noite! Ao dizer que não é de dias nem de horas, a voz lírica rejeita o tempo linear e produtivo, optando pelo momento. É uma celebração do agora. As metáforas de ar e encantamento, sugerem uma natureza adaptável e etérea, reforçando a ideia de alguém que flui com a vida em vez de resistir a ela. A expressão sem pressa de chegar, indica que a jornada e a escrita da própria história são mais importantes que o objetivo final. O uso do arco-íris como ponte para outros mundos, sugere uma personalidade multifacetada e aberta à espiritualidade ou a novas realidades. A flexibilidade aqui não é apenas de agenda, mas de consciência. Em resumo, é um manifesto sobre viver com presença e desapego, transformando a própria existência em uma forma de arte colorida e fluida. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
2 de abril de 2026 20:28
FLEXÍVEL
CORASSIS disse:
Ser flexível nos ajuda a colorir mundos, momentos e poemas.
Lindo.
Abraços, nobre poetisa.
30 de março de 2026 17:35
CORASSIS disse:
Ser flexível nos ajuda a colorir mundos, momentos e poemas.
Lindo.
Abraços, nobre poetisa.
30 de março de 2026 17:35
FLEXÍVEL
Shmuel disse:
Um poema que nos leva em seu arco - iris, portais e pontes.
A leitura.deste poema equivale a um bom sonho
Abraços a nobre poeta!
30 de março de 2026 15:45
Shmuel disse:
Um poema que nos leva em seu arco - iris, portais e pontes.
A leitura.deste poema equivale a um bom sonho
Abraços a nobre poeta!
30 de março de 2026 15:45
FLEXÍVEL
Neiva Dirceu S. Machado - @(ND) disse:
Pura leveza, bela poesia! gratidão pela partilha Leide!
30 de março de 2026 12:07
Neiva Dirceu S. Machado - @(ND) disse:
Pura leveza, bela poesia! gratidão pela partilha Leide!
30 de março de 2026 12:07
PÁSSARO
Neiva Dirceu S. Machado - @(ND) disse:
Belo poema, toca o coração! Obrigada por compartilhar sua sensibilidade poética Leide... Top!
25 de março de 2026 16:57
Neiva Dirceu S. Machado - @(ND) disse:
Belo poema, toca o coração! Obrigada por compartilhar sua sensibilidade poética Leide... Top!
25 de março de 2026 16:57
REALIDADE NUA E CRUA
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa Leide! Boa noite! O refrão Não cabe no meu poema, funciona como uma figura de linguagem (preterição). Ao dizer que esses temas não cabem na poesia, o autor faz exatamente o contrário: ele escancara as tragédias que a estética tradicional muitas vezes tenta ignorar por serem feias ou pesadas demais. Existe um choque proposital entre a forma poética e o conteúdo (guerras, escombros, fome). O autor sugere que a realidade é tão vasta e cruel que as palavras não são suficientes para contê-la ou explicá-la. O poema traça um caminho interessante: começa com grandes conflitos geopolíticos (Rússia, Israel, Gaza) e vai aterrizando na miséria cotidiana e invisível das nossas cidades (filas do SINE, marquises, mendigos). Isso mostra que a realidade nua e crua está em todo lugar. O encerramento retira qualquer máscara de esperança. A ganância e a luta por poder são apresentadas como forças motoras que esvaziam o sentido da vida, deixando o eu lírico em um estado de impotência diante do extermínio. É um texto que usa a negação para afirmar uma presença incômoda: a de que não podemos fechar os olhos para o mundo enquanto escrevemos ou lemos versos. Parabéns pelo poema! Meu abraço poético.
24 de março de 2026 19:52
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa Leide! Boa noite! O refrão Não cabe no meu poema, funciona como uma figura de linguagem (preterição). Ao dizer que esses temas não cabem na poesia, o autor faz exatamente o contrário: ele escancara as tragédias que a estética tradicional muitas vezes tenta ignorar por serem feias ou pesadas demais. Existe um choque proposital entre a forma poética e o conteúdo (guerras, escombros, fome). O autor sugere que a realidade é tão vasta e cruel que as palavras não são suficientes para contê-la ou explicá-la. O poema traça um caminho interessante: começa com grandes conflitos geopolíticos (Rússia, Israel, Gaza) e vai aterrizando na miséria cotidiana e invisível das nossas cidades (filas do SINE, marquises, mendigos). Isso mostra que a realidade nua e crua está em todo lugar. O encerramento retira qualquer máscara de esperança. A ganância e a luta por poder são apresentadas como forças motoras que esvaziam o sentido da vida, deixando o eu lírico em um estado de impotência diante do extermínio. É um texto que usa a negação para afirmar uma presença incômoda: a de que não podemos fechar os olhos para o mundo enquanto escrevemos ou lemos versos. Parabéns pelo poema! Meu abraço poético.
24 de março de 2026 19:52
PÁSSARO
Shmuel disse:
Que bonito poema! Foi rápido como as ondas, ou marolas, ou marés. Essas coisas maravilhosas do mar que poeta ama.
Abraços
24 de março de 2026 15:47
Shmuel disse:
Que bonito poema! Foi rápido como as ondas, ou marolas, ou marés. Essas coisas maravilhosas do mar que poeta ama.
Abraços
24 de março de 2026 15:47
CHUVA!
LEIDE FREITAS disse:
Apegada, obrigada por favoritar meu poema. Até breve!
24 de março de 2026 13:18
LEIDE FREITAS disse:
Apegada, obrigada por favoritar meu poema. Até breve!
24 de março de 2026 13:18
RENASCIMENTO
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa! Ao se definir como pássaro de fogo, você estabelece a imagem da regeneração cíclica. Não é um nascimento único, mas continuações e renascimentos constantes, sugerindo que a superação é um estilo de vida, não um evento isolado. O texto transita entre extremos geográficos e existenciais — do mergulho no caos à escalada dos Grand Cânions. Isso transmite uma sensação de resiliência épica. O momento em que a luminescência apaga-se cria uma tensão necessária. A resposta, porém, é o advérbio incontinenti (imediatamente), que imprime uma urgência vital à sua reação. O poema termina com verbos reflexivos (aqueço-me, reacendo-me). A fonte do calor e da luz não é externa; o poder de combustão vem do próprio indivíduo. Abraço poético.
11 de março de 2026 20:50
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa! Ao se definir como pássaro de fogo, você estabelece a imagem da regeneração cíclica. Não é um nascimento único, mas continuações e renascimentos constantes, sugerindo que a superação é um estilo de vida, não um evento isolado. O texto transita entre extremos geográficos e existenciais — do mergulho no caos à escalada dos Grand Cânions. Isso transmite uma sensação de resiliência épica. O momento em que a luminescência apaga-se cria uma tensão necessária. A resposta, porém, é o advérbio incontinenti (imediatamente), que imprime uma urgência vital à sua reação. O poema termina com verbos reflexivos (aqueço-me, reacendo-me). A fonte do calor e da luz não é externa; o poder de combustão vem do próprio indivíduo. Abraço poético.
11 de março de 2026 20:50
RETIROS
LEIDE FREITAS disse:
Caro poeta Shmuel, obrigada por favoritar meu poema. Até breve!
19 de fevereiro de 2026 22:14
LEIDE FREITAS disse:
Caro poeta Shmuel, obrigada por favoritar meu poema. Até breve!
19 de fevereiro de 2026 22:14
FLORESCÊNCIAS
Shmuel disse:
Florescer!. Um verbo a ser conjugado em parceria com o ser amado.
Abraços
19 de fevereiro de 2026 13:44
Shmuel disse:
Florescer!. Um verbo a ser conjugado em parceria com o ser amado.
Abraços
19 de fevereiro de 2026 13:44
CHUVA!
Shmuel disse:
Também gosto das chuvas! Sempre fico a espera.
Abracos
19 de fevereiro de 2026 13:41
Shmuel disse:
Também gosto das chuvas! Sempre fico a espera.
Abracos
19 de fevereiro de 2026 13:41
FOGO DE PALHA
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa Leide! Meus parabéns por tão belos versos!
Que sua noite seja de muita paz e luz1 Meu abraço fraterno.
15 de fevereiro de 2026 21:19
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa Leide! Meus parabéns por tão belos versos!
Que sua noite seja de muita paz e luz1 Meu abraço fraterno.
15 de fevereiro de 2026 21:19
INFÂNCIA
MAISA NALAPE disse:
Que poema bonito e cheio de afeto.
Ele transmite uma infância viva, guardada como morada interior.
Ao ler este poema, viajei pelas paisagens da minha própria infância...
12 de fevereiro de 2026 07:41
MAISA NALAPE disse:
Que poema bonito e cheio de afeto.
Ele transmite uma infância viva, guardada como morada interior.
Ao ler este poema, viajei pelas paisagens da minha própria infância...
12 de fevereiro de 2026 07:41
CHUVA!
Vilma Oliveira disse:
Boa noite Leide! Belo seu versejar! Tenho um soneto também com esse título:
A chuva. Gosto muito da chuva, quando era criança tomava banho de chuva com
outras crianças na rua e não ficávamos doentes. Meu abraço fraterno.
11 de fevereiro de 2026 20:53
Vilma Oliveira disse:
Boa noite Leide! Belo seu versejar! Tenho um soneto também com esse título:
A chuva. Gosto muito da chuva, quando era criança tomava banho de chuva com
outras crianças na rua e não ficávamos doentes. Meu abraço fraterno.
11 de fevereiro de 2026 20:53
FLORESCÊNCIAS
Apegaua disse:
Amei esse florescência, bravos poetisa.
Inté;
AP
7 de fevereiro de 2026 22:15
Apegaua disse:
Amei esse florescência, bravos poetisa.
Inté;
AP
7 de fevereiro de 2026 22:15
FLORESCÊNCIAS
Maria do Socorro Domingos disse:
Poetisa Leide, vim agradecer sua gentil visita e comentário e volto com a alma extasiada pela beleza de seus versos!
Eles me dão a certeza de que, apesar de todos os percalços, o lirismo não deixará de existir e haverá sempre um lugar para a poesia!
Seus versos são encantadores!
Grande abraço.
31 de janeiro de 2026 05:49
Maria do Socorro Domingos disse:
Poetisa Leide, vim agradecer sua gentil visita e comentário e volto com a alma extasiada pela beleza de seus versos!
Eles me dão a certeza de que, apesar de todos os percalços, o lirismo não deixará de existir e haverá sempre um lugar para a poesia!
Seus versos são encantadores!
Grande abraço.
31 de janeiro de 2026 05:49
FOGO DE PALHA
LEIDE FREITAS disse:
Caro poeta Shmuel, obrigada por favoritar meu poema.
Boa Noite e excelente semana!
20 de janeiro de 2026 22:00
LEIDE FREITAS disse:
Caro poeta Shmuel, obrigada por favoritar meu poema.
Boa Noite e excelente semana!
20 de janeiro de 2026 22:00
REALIDADE NUA E CRUA
Maria do Socorro Domingos disse:
Concordo com você, doce poetisa Leide!
Essas mazelas maltratam a alma de qualquer ser humano, principalmente de quem tem a sensibilidade de captar emoções e transformá-las em poesia.
Um grande abraço.
10 de janeiro de 2026 04:16
Maria do Socorro Domingos disse:
Concordo com você, doce poetisa Leide!
Essas mazelas maltratam a alma de qualquer ser humano, principalmente de quem tem a sensibilidade de captar emoções e transformá-las em poesia.
Um grande abraço.
10 de janeiro de 2026 04:16
REALIDADE NUA E CRUA
Shmuel disse:
Nobre poeta Leide Freitas infelizmente essas mazelas permeiam nossos poemas .
Abraços!
22 de outubro de 2025 18:35
Shmuel disse:
Nobre poeta Leide Freitas infelizmente essas mazelas permeiam nossos poemas .
Abraços!
22 de outubro de 2025 18:35
MAR
Arlindo Nogueira disse:
Lindo poesia, sensibilidade a flor da pele. Parabéns!
22 de outubro de 2025 18:04
Arlindo Nogueira disse:
Lindo poesia, sensibilidade a flor da pele. Parabéns!
22 de outubro de 2025 18:04
CASTELO DE AREIA
Shmuel disse:
Espero que seja só um poema com um viés melancólico. Ficou lindo nobre poeta.
Abraços
18 de outubro de 2025 12:13
Shmuel disse:
Espero que seja só um poema com um viés melancólico. Ficou lindo nobre poeta.
Abraços
18 de outubro de 2025 12:13
CASTELO DE AREIA
Maria dorta disse:
Mas,espero que continue acreditando no amor...
16 de outubro de 2025 09:02
Maria dorta disse:
Mas,espero que continue acreditando no amor...
16 de outubro de 2025 09:02
UM AMOR DE JULIET
Vilmar Donizetti Pereira disse:
Amável poesia!!!!! Parabéns!!!!! Um abraço.
30 de setembro de 2025 07:57
Vilmar Donizetti Pereira disse:
Amável poesia!!!!! Parabéns!!!!! Um abraço.
30 de setembro de 2025 07:57
SONHOS LILASES
Shmuel disse:
Sonhar em lilases, sonhar em todas as cores. Concordo! Sonhar em lilases é um capricho onírico!
Abraços
29 de setembro de 2025 18:43
Shmuel disse:
Sonhar em lilases, sonhar em todas as cores. Concordo! Sonhar em lilases é um capricho onírico!
Abraços
29 de setembro de 2025 18:43
CANTO
Shmuel disse:
Que lindo! Quase uma Cecília Meireles!
Abraços, afável poeta!
29 de setembro de 2025 18:40
Shmuel disse:
Que lindo! Quase uma Cecília Meireles!
Abraços, afável poeta!
29 de setembro de 2025 18:40
UM AMOR DE JULIET
Shmuel disse:
Sou apaixonado por Juliet! Sempre que leio, ou vejo o filme me emociono! Voce sabe como segurar a atenção deste velho bobo e emotivo
Abraços, querida e linda poeta!
29 de setembro de 2025 17:09
Shmuel disse:
Sou apaixonado por Juliet! Sempre que leio, ou vejo o filme me emociono! Voce sabe como segurar a atenção deste velho bobo e emotivo
Abraços, querida e linda poeta!
29 de setembro de 2025 17:09
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