Comentários recebidos nos poemas por LEIDE FREITAS
PLANOS
LEIDE FREITAS disse:
Caro poeta Michel F.M. Obrigada por favoritar meu poema.
Boa noite e excelente fim de semana!
19 de setembro de 2026 18:23
LEIDE FREITAS disse:
Caro poeta Michel F.M. Obrigada por favoritar meu poema.
Boa noite e excelente fim de semana!
19 de setembro de 2026 18:23
PLANOS
Maria dorta disse:
Continuas super afiada no fazer belos poemas! Aplausos!
18 de setembro de 2026 21:15
Maria dorta disse:
Continuas super afiada no fazer belos poemas! Aplausos!
18 de setembro de 2026 21:15
FINITUDE
LEIDE FREITAS disse:
Cara Vilma Oliveira, obrigada por favoritar meu poema. Ótima tarde!
17 de setembro de 2026 15:31
LEIDE FREITAS disse:
Cara Vilma Oliveira, obrigada por favoritar meu poema. Ótima tarde!
17 de setembro de 2026 15:31
CAFÉ
LEIDE FREITAS disse:
Caro Michel F.M, obrigada por favoritar meu poema. Até breve!
17 de setembro de 2026 15:30
LEIDE FREITAS disse:
Caro Michel F.M, obrigada por favoritar meu poema. Até breve!
17 de setembro de 2026 15:30
CAFÉ
Queiroz Francisco disse:
Uau!!! Ficou muito lindo teu poema, simples e com imagens bem sensoriais...
Abraços, bom dia!
17 de setembro de 2026 08:25
Queiroz Francisco disse:
Uau!!! Ficou muito lindo teu poema, simples e com imagens bem sensoriais...
Abraços, bom dia!
17 de setembro de 2026 08:25
FINITUDE
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa Leide! Seu poema reflete sobre a transitoriedade da vida e a inevitabilidade da morte de forma serena e universal. O texto compara a existência humana ao ciclo da natureza, que brota, cresce, atinge o auge e depois se consome lentamente. O uso da areia na ampulheta simboliza o tempo esgotando-se de maneira fria, contínua e sem retorno para nenhuma espécie. A autora lembra que, apesar do fim inevitável, o que fica é a memória, a saudade e a leveza deixada na vida de quem fica. Meus pêsames por sua perda. Parabéns por seu belo poema! Meu abraço poético.
24 de agosto de 2026 20:30
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa Leide! Seu poema reflete sobre a transitoriedade da vida e a inevitabilidade da morte de forma serena e universal. O texto compara a existência humana ao ciclo da natureza, que brota, cresce, atinge o auge e depois se consome lentamente. O uso da areia na ampulheta simboliza o tempo esgotando-se de maneira fria, contínua e sem retorno para nenhuma espécie. A autora lembra que, apesar do fim inevitável, o que fica é a memória, a saudade e a leveza deixada na vida de quem fica. Meus pêsames por sua perda. Parabéns por seu belo poema! Meu abraço poético.
24 de agosto de 2026 20:30
FINITUDE
CORASSIS disse:
Amiga Leide, meus sentimentos. Bela homenagem poetica .
Parabéns, abraço.
23 de agosto de 2026 21:21
CORASSIS disse:
Amiga Leide, meus sentimentos. Bela homenagem poetica .
Parabéns, abraço.
23 de agosto de 2026 21:21
FINITUDE
Queiroz Francisco disse:
Meus sentimentos, Leide
Ficou uma bela poesia, muito bonita a mensagem...
Abraço
23 de agosto de 2026 15:45
Queiroz Francisco disse:
Meus sentimentos, Leide
Ficou uma bela poesia, muito bonita a mensagem...
Abraço
23 de agosto de 2026 15:45
CONFISSÃO!
Queiroz Francisco disse:
O amor nunca será mecânico e está mais próximo ao espanto, parabéns pela bela composição, Leide.
Um abraço,
14 de agosto de 2026 21:20
Queiroz Francisco disse:
O amor nunca será mecânico e está mais próximo ao espanto, parabéns pela bela composição, Leide.
Um abraço,
14 de agosto de 2026 21:20
CONFISSÃO!
Lucita_54 disse:
O amor é a razão de tudo, amiga!
\" Não é que não queira
dizer a cada instante
o quanto te amo \"
Boa noite.
14 de agosto de 2026 20:32
Lucita_54 disse:
O amor é a razão de tudo, amiga!
\" Não é que não queira
dizer a cada instante
o quanto te amo \"
Boa noite.
14 de agosto de 2026 20:32
ELEMENTO: MAR
Shmuel disse:
Muito bom!
Este poema é QQuma obra poética de tom místico e reconfortante sobre aceitar a própria natureza e encontrar paz ao deixar ir o que nos pesa.
Abraços,
14 de agosto de 2026 18:58
Shmuel disse:
Muito bom!
Este poema é QQuma obra poética de tom místico e reconfortante sobre aceitar a própria natureza e encontrar paz ao deixar ir o que nos pesa.
Abraços,
14 de agosto de 2026 18:58
ELEMENTO: MAR
Queiroz Francisco disse:
Uma bela composição, Poetisa!
O fechamento do poema ficou belo e forte.
Um abraço
30 de julho de 2026 21:03
Queiroz Francisco disse:
Uma bela composição, Poetisa!
O fechamento do poema ficou belo e forte.
Um abraço
30 de julho de 2026 21:03
ONDE PENSA QUE VAI?
Shmuel disse:
Nobre poeta, não se trata de um destino, mas sim do ato de caminhar.
Adorei!
26 de junho de 2026 18:03
Shmuel disse:
Nobre poeta, não se trata de um destino, mas sim do ato de caminhar.
Adorei!
26 de junho de 2026 18:03
ONDE PENSA QUE VAI?
Queiroz Francisco disse:
Ficou excelente o ritmo do poema, nos embala nessa trajetória mágica...
Parabéns, Poetisa
Abraço
26 de junho de 2026 13:34
Queiroz Francisco disse:
Ficou excelente o ritmo do poema, nos embala nessa trajetória mágica...
Parabéns, Poetisa
Abraço
26 de junho de 2026 13:34
NOTÍVAGA
Queiroz Francisco disse:
Profundo como uma noite enluarada, parabéns pela composição, Poetisa.
Abraço fraterno
16 de junho de 2026 23:07
Queiroz Francisco disse:
Profundo como uma noite enluarada, parabéns pela composição, Poetisa.
Abraço fraterno
16 de junho de 2026 23:07
ESPERA!
Queiroz Francisco disse:
Uma bela composição, romântica...
Noites enluaradas...
Gostei!
Parabéns, Poetisa!
7 de junho de 2026 14:48
Queiroz Francisco disse:
Uma bela composição, romântica...
Noites enluaradas...
Gostei!
Parabéns, Poetisa!
7 de junho de 2026 14:48
ESPERA!
Apegaua disse:
Bravos, decisão certeira, por que quem espera nunca alcança.
Mas o dito em si ficou perfeito em se contradizer com o quadro.
Diria eu, para o meu próprio eu.
Se você não fosse poeta, tenho certeza que poetisa o é.
Receba o meu abraço, por nos ofertar a oportunidade de tão mimo, que e a leitura de tão agradável dito poema.
Apegaua
7 de junho de 2026 08:47
Apegaua disse:
Bravos, decisão certeira, por que quem espera nunca alcança.
Mas o dito em si ficou perfeito em se contradizer com o quadro.
Diria eu, para o meu próprio eu.
Se você não fosse poeta, tenho certeza que poetisa o é.
Receba o meu abraço, por nos ofertar a oportunidade de tão mimo, que e a leitura de tão agradável dito poema.
Apegaua
7 de junho de 2026 08:47
ALIENÍGENA
Shmuel disse:
A poeta consegue passear com desenvoltura no mundo das palavras.
Abraços
2 de junho de 2026 20:07
Shmuel disse:
A poeta consegue passear com desenvoltura no mundo das palavras.
Abraços
2 de junho de 2026 20:07
ALIENÍGENA
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa Leide! A autora estabelece uma distinção clara entre o invólucro (o corpo físico) e a essência (o espírito). O corpo é visto apenas como uma ferramenta necessária para navegar na Terra, mas não define quem a pessoa realmente é. Há uma forte influência de temas esotéricos ou de ficção espiritualista. Ao dizer que vem das estrelas e de outras linhagens, o eu lírico se posiciona como uma observadora estrangeira da humanidade, alguém que mantém uma conexão com uma sabedoria ou um lugar ancestral fora do alcance terreno. O final revela uma certa solidão (outros seres... que aqui já não habitam), mas também uma esperança. A morte ou a partida não são vistas com medo, mas como um retorno: encontraram o caminho de casa. A autora não se sente normal porque sua régua de medir a realidade não é humana, mas universal. Parabéns pelo poema! Abraço poético.
24 de abril de 2026 21:41
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa Leide! A autora estabelece uma distinção clara entre o invólucro (o corpo físico) e a essência (o espírito). O corpo é visto apenas como uma ferramenta necessária para navegar na Terra, mas não define quem a pessoa realmente é. Há uma forte influência de temas esotéricos ou de ficção espiritualista. Ao dizer que vem das estrelas e de outras linhagens, o eu lírico se posiciona como uma observadora estrangeira da humanidade, alguém que mantém uma conexão com uma sabedoria ou um lugar ancestral fora do alcance terreno. O final revela uma certa solidão (outros seres... que aqui já não habitam), mas também uma esperança. A morte ou a partida não são vistas com medo, mas como um retorno: encontraram o caminho de casa. A autora não se sente normal porque sua régua de medir a realidade não é humana, mas universal. Parabéns pelo poema! Abraço poético.
24 de abril de 2026 21:41
DEFINIÇÃO
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! O poema utiliza o recurso da personificação e da metáfora para dizer que o eu não é algo estático, mas sim parte integrante do todo. Ao se descrever como a linha que costura o universo e corpo celeste, o autor sugere que a identidade humana está entrelaçada com a própria existência do espaço e do tempo. O uso de elementos como oceano, cachoeira, sol e arco-íris evoca uma sensação de vitalidade e mudança constante. O eu é ar, é água, é luz — elementos essenciais e em movimento. Termos como teia infinda e rumo ao infinito mostram uma alma que transcende a vida cotidiana. As passagens sobre o crepúsculo da tarde / que aos poucos vai embora e a beleza da noite / antes de surgir a aurora, destacam a transitoriedade. O eu lírico se identifica com o momento exato da transição, o entre os estados. O poema conclui que o ser é indefinível justamente por ser livre. Versos Finais: Difícil me definir / Sou universo, tempo e espaço / Sou livre para ir e vir. A definição encontrada pelo autor é a de que a essência humana é vasta demais para caber em conceitos fechados. A liberdade de ir e vir e de ser ar em movimento é o que realmente define esse eu lírico. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
8 de abril de 2026 20:44
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! O poema utiliza o recurso da personificação e da metáfora para dizer que o eu não é algo estático, mas sim parte integrante do todo. Ao se descrever como a linha que costura o universo e corpo celeste, o autor sugere que a identidade humana está entrelaçada com a própria existência do espaço e do tempo. O uso de elementos como oceano, cachoeira, sol e arco-íris evoca uma sensação de vitalidade e mudança constante. O eu é ar, é água, é luz — elementos essenciais e em movimento. Termos como teia infinda e rumo ao infinito mostram uma alma que transcende a vida cotidiana. As passagens sobre o crepúsculo da tarde / que aos poucos vai embora e a beleza da noite / antes de surgir a aurora, destacam a transitoriedade. O eu lírico se identifica com o momento exato da transição, o entre os estados. O poema conclui que o ser é indefinível justamente por ser livre. Versos Finais: Difícil me definir / Sou universo, tempo e espaço / Sou livre para ir e vir. A definição encontrada pelo autor é a de que a essência humana é vasta demais para caber em conceitos fechados. A liberdade de ir e vir e de ser ar em movimento é o que realmente define esse eu lírico. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
8 de abril de 2026 20:44
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