CHUVA
O bálsamo líquido envolve as narinas
Degusto a água gélida e sibilante
Gozo nos lábios as gotas límpidas
Sabor de orvalho e de rosas tenras
Para a chuva, mas aspiro a essência
Ainda no ar gotículas cintilantes
Anseio a próxima bátega de prata.
Leide Freitas
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Autor:
LEIDE FREITAS (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 9 de fevereiro de 2026 06:32
- Comentário do autor sobre o poema: Adoro chuva! No Ceará não tem temporal...chuvas acompanhadas com relâmpagos ou trovões são muito raras...ainda ontem, aqui na minha rua as crianças tomaram banho de chuva como nos velhos tempos...
- Categoria: Ocasião especial
- Visualizações: 1

Offline)
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