Comentários recebidos nos poemas por Joaquim Saial
O ciciar das labaredas
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! A vila não é apenas o cenário; ela tem vontade e memória. O vento sabe os nomes das casas e o tempo repousa poeirento. Esses elementos dão à localidade uma aura mística, onde o espaço físico (Rossio, Carrascal, Praça da República) guarda as camadas das gerações que ali passaram. A matriz, as bicas e as igrejas convivem com o café e o copo de vinho. A espiritualidade aqui não é apenas clerical, é comunitária e telúrica.
O fogo de Natal é o eixo central do poema, funcionando como um ritual de purificação e renovação: O fato de o lume mudar de lugar (Rossio, Praça, Carrascal) sugere que a vila inteira é sagrada e que a tradição habita o povo, não apenas um ponto geográfico fixo. Os homens não precisam de grandes discursos. O calor do madeiro queima as palavras que doeram e os gestos falhados. É um momento de catarse coletiva onde o fogo consome o que passou para abrir caminho ao que virá. O poema define o calor como uma bênção rude, sem sacerdote. É uma fé ancestral, ligada à terra e aos elementos, mais do que aos dogmas. O fogo que amansa e a sequente escuridão não trazem medo, mas a certeza da continuidade. O uso de termos como samarras e capotes ancora o texto numa identidade cultural específica, resistindo ao tempo moderno (passo moroso) e valorizando o gesto breve e o sorriso tímido. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
7 de abril de 2026 19:56
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! A vila não é apenas o cenário; ela tem vontade e memória. O vento sabe os nomes das casas e o tempo repousa poeirento. Esses elementos dão à localidade uma aura mística, onde o espaço físico (Rossio, Carrascal, Praça da República) guarda as camadas das gerações que ali passaram. A matriz, as bicas e as igrejas convivem com o café e o copo de vinho. A espiritualidade aqui não é apenas clerical, é comunitária e telúrica.
O fogo de Natal é o eixo central do poema, funcionando como um ritual de purificação e renovação: O fato de o lume mudar de lugar (Rossio, Praça, Carrascal) sugere que a vila inteira é sagrada e que a tradição habita o povo, não apenas um ponto geográfico fixo. Os homens não precisam de grandes discursos. O calor do madeiro queima as palavras que doeram e os gestos falhados. É um momento de catarse coletiva onde o fogo consome o que passou para abrir caminho ao que virá. O poema define o calor como uma bênção rude, sem sacerdote. É uma fé ancestral, ligada à terra e aos elementos, mais do que aos dogmas. O fogo que amansa e a sequente escuridão não trazem medo, mas a certeza da continuidade. O uso de termos como samarras e capotes ancora o texto numa identidade cultural específica, resistindo ao tempo moderno (passo moroso) e valorizando o gesto breve e o sorriso tímido. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
7 de abril de 2026 19:56
Os corvos de Lisboa
Apegaua disse:
Eita, boa pergunta e eu que achava que esses corvos USA os bicos para matar tantos civis inocentes, em nome de suas mentiras.
De Boa, que os PARDAIS que vieram por cá, não enriqueceram uranio com seus bicos e demoraram tanto tempo por comerciar as terras raras.
Presado Mestre poeta, se os encontrarem, corra o mais depressa para um abrigo, ou quem sabe para uma adega, pois os corvos modernos só viajam de DRONE, ávidos por sangue.
Prazer.
Apegaua.
22 de março de 2026 08:15
Apegaua disse:
Eita, boa pergunta e eu que achava que esses corvos USA os bicos para matar tantos civis inocentes, em nome de suas mentiras.
De Boa, que os PARDAIS que vieram por cá, não enriqueceram uranio com seus bicos e demoraram tanto tempo por comerciar as terras raras.
Presado Mestre poeta, se os encontrarem, corra o mais depressa para um abrigo, ou quem sabe para uma adega, pois os corvos modernos só viajam de DRONE, ávidos por sangue.
Prazer.
Apegaua.
22 de março de 2026 08:15
Os corvos de Lisboa
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Os corvos de Lisboa estão reunidos com os corvos de outros países. Boa noite poeta. Lindo poema.
21 de março de 2026 21:47
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Os corvos de Lisboa estão reunidos com os corvos de outros países. Boa noite poeta. Lindo poema.
21 de março de 2026 21:47
O pintor e a noite
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Muito legal! Favoritei, parabéns!!!
21 de março de 2026 20:12
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Muito legal! Favoritei, parabéns!!!
21 de março de 2026 20:12
A ambulância
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! Uma ótima narrativa sobre o cotidiano.
Meus parabéns! Abraço fraterno.
27 de fevereiro de 2026 20:41
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! Uma ótima narrativa sobre o cotidiano.
Meus parabéns! Abraço fraterno.
27 de fevereiro de 2026 20:41
A revolta da estrada
Vilma Oliveira disse:
Boa noite caro poeta!
Gostei imensamente da sua forma de se expressar neste poema, meus parabéns!
Abraço fraterno.
25 de fevereiro de 2026 20:55
Vilma Oliveira disse:
Boa noite caro poeta!
Gostei imensamente da sua forma de se expressar neste poema, meus parabéns!
Abraço fraterno.
25 de fevereiro de 2026 20:55
