No Couro
de Ayalah Berg
A alma é um luxo de quem ainda teme o escuro,
Um órgão obsoleto, um resto de muro.
Você busca o quem somos, eu conto os destroços,
A verdade não habita a pele, habita os ossos.
Convergentes? Não. Apenas o que restou da colisão.
A moral é a coleira de quem precisa de direção.
No viver verdadeiramente, prefiro a precisão:
Meu corpo é o recipiente, o resto é distração.
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Autor:
Ayalah Berg (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 19 de março de 2026 11:25
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 3

Offline)
Comentários1
Belo poema!
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