Os sãos nunca sujam as mãos na história... são só o ruído que o vento leva.
O bem nasce do cansaço dos tristes... vazio que já chega vencido.
O belo é o espelho rachado de quem se ama demais... reflexo que desaba sob o próprio peso.
O interessante é o êxtase partido de quem se ausenta de si... beleza que se quebra antes do mundo tocar.
Mas o impossível... ah, o impossível é o triunfo calmo dos que não sentem.
Deitam sobre o absurdo e sonham... sonham com deuses onde só há mal.
E caem.
Caem sorrindo... lentamente.
Fragmentos
de Ayalah Verônica Berg
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Autor:
Ayalah Berg (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 24 de maio de 2026 13:15
- Comentário do autor sobre o poema: Este site está meio parado... vou postar meu último poema... então...?
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 7

Offline)
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