Os sãos nunca sujam as mãos na história... são só o ruído que o vento leva.
O bem nasce do cansaço dos tristes... vazio que já chega vencido.
O belo é o espelho rachado de quem se ama demais... reflexo que desaba sob o próprio peso.
O interessante é o êxtase partido de quem se ausenta de si... beleza que se quebra antes do mundo tocar.
Mas o impossível... ah, o impossível é o triunfo calmo dos que não sentem.
Deitam sobre o absurdo e sonham... sonham com deuses onde só há mal.
E caem.
Caem sorrindo... lentamente.
Fragmentos
de Ayalah Verônica Berg
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Autor:
Ayalah Berg (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 24 de maio de 2026 13:15
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 56
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Charles Araújo

Offline)
Comentários1
Bravíssimo, não sei se é o são palavras inteligentemente se contratando, amei.
Ficou demais, penso eu e nem sei se tenho razão, as coisas simples de se dizer, carregam carga de energia positiva.
Se quem ler saber aproveitar tudo se emana.
Bela Segunda Feira Amiga.
Abraços
Apegaua
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