Comentários recebidos nos poemas por Apegaua



NEGRO...
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Legal, poeta!

16 de fevereiro de 2026 07:03

Apenas isso.
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Amo essa canção, obrigado por partilhá-la!
Totalmente profundo, um amor sem medida, é um amor eterno, um profundo sentimento de amor, um aconchego ao estar no colo da amada um amor a primeira vista que mudou tudo ao vê-la pela primeira vez, se deslocou toda a um amor intenso e a reciprocidade veio por Yolânda!

12 de fevereiro de 2026 14:14

Seja breve...
LEIDE FREITAS disse:

Gostei demais. Até breve!

7 de fevereiro de 2026 19:48

Sutil...
Melancolia... disse:

Mais que lindo


30 de janeiro de 2026 08:12

Brita.
Noétrico disse:

Desejo conflituoso, corporal, inquieto, mais próximo da erupção psíquica do que de uma erótica. Potente, intenso, com precisão simbólica e controle rítmico para transformar excesso em domínio... Estranhamente quase um crime.

20 de janeiro de 2026 09:31

Poeta vagabundo, ou um vagabundo poeta.
Jérsia Alexandra Castelo Castanheta disse:

Com certeza, quem pode com toda certeza entender a alma de um poeta?
Belas palavras, senhor.

16 de janeiro de 2026 15:55

Aquele algo a mais...
Shmuel disse:

Texto e fundo musical maravilhoso, poeta!

Abraços

14 de janeiro de 2026 20:27

As cartas quando bem interpletadas não mentem jamais.
Apegaua disse:

Pois é.
Comente e ganhe de presente, um Bom Dia do autor.
Se acreditas ou não nas cartas?

10 de janeiro de 2026 05:07

Nojenta...
Shmuel disse:

Que bacana!! Linda e faceira poeta!

Abraços

20 de dezembro de 2025 13:03

Nojenta...
Arthur Santos disse:

Fica o perfume de uma bela mulher desconhecida... bela imagem poética.

20 de dezembro de 2025 08:12

Nojenta...
Apegaua disse:

Parabenizar, a todas as poetisas e poetas que editam seus poemas nesse site.
Com um sincero, Boas Festas e um Natal cheio de realizações.
Apegaua.

20 de dezembro de 2025 06:01

Poeta vagabundo, ou um vagabundo poeta.
Arthur Santos disse:

Magnífico poema caro poeta.
Faz-me recordar Fernando Pessoa no seu poema : AUTOPSICOGRAFIA





O poeta é um fingidor

Finge tão completamente

Que chega a fingir que é dor

A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,

Na dor lida sentem bem,

Não as duas que ele teve,

Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda

Gira, a entreter a razão,

Esse comboio de corda

Que se chama coração.




19 de dezembro de 2025 12:58