Que no peito semeia.
Quando saudade passageira.
Não se cansa de nos espiar.
Assim como uma centelha.
Atroz vem no peito incendiar.
Mais que tortura.
Quando tormento se passando por canção.
Abaixa a sujeira da água.
Fazendo o negrume se dissipar.
Lá para as bandas que nem existia a amizade.
Dando um passo a frente para me saldar.
Ai,
Fico todo arrepiado.
Lembrando da velha educação.
Que nem e forçado e vem de coração.
Muito obrigado.
Apegaua.
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 27 de fevereiro de 2026 21:19
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 10

Offline)
Comentários1
Muito bom!
Abraços
Agradecido , mestre poeta Shmuel
Abraços.
AP,
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