Passou como se fosse uma louca.
Cabelos encaracolados, mexendo as ancas com seu andar.
Coisa que só me dava prazer.
Pois do jeito só ela sabia fazer.
Desrespeitando minhas saudades.
Derrubando todas minhas vontades.
Sem nem tomar conhecimento.
De reais necessidades.
Massacrando com seus trejeitos.
Impiedosamente um frágil direito de sonhar.
Empinando o quanto pode o trazeiro.
Como que se fosse a dona.
Dominando todo o entorno.
Sem nem querer saber.
Fragmentando o meu pobre coração.
Já tão corroído que com o dela não dava licença de flertar.
E de um nada se foi.
Deixando me como um bobo sem arredar pé do lugar.
Sentindo no aroma deixado.
O seu gostoso perfume de mulher.
Homenagem a poetisa Gel.
Apegaua.
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 20 de dezembro de 2025 05:44
- Comentário do autor sobre o poema: Uma vontade de homenagear pessoa que nem conheço, mas que acho merece toda minha estima.
- Categoria: Ocasião especial
- Visualizações: 36
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Arthur Santos, Melancolia...

Offline)
Comentários3
Parabenizar, a todas as poetisas e poetas que editam seus poemas nesse site.
Com um sincero, Boas Festas e um Natal cheio de realizações.
Apegaua.
Fica o perfume de uma bela mulher desconhecida... bela imagem poética.
Que bacana!! Linda e faceira poeta!
Abraços
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