Nem tudo pode ser poesia, se não da no saco...

Apegaua



Anunciou se um certo poeta que era da velha guarda.

Em tal dia marcado.

Iria se alçar de certo abismo voando como que se fosse uma andorinha espalhafatosa.

Em tal dia na borda do tal abismo estava lá sua trupe onde os mais exaltados gritavam pula.

Foi ai que apareceu o poeta, asas coladas com cola de madeira.

Todo tendioso em saldações da borda do precipicio o homem se atirou.

As asas não aguentando o bague quebraram se e uma paraqueda usada na moita também não abriu.

Mas o poeta sendo da velha guarda.

Não era da turma dos patos novos que já tem lugares pre determinado para mergulharem que e o raso.

Usando dos poderes do artificio da arte.

Lançou mão do finge dor.

Um jeitinho controlado que todos os poetas ousam olcutado entre o raciocinio e o eu.

Dai a coisa degringolou se para que artista e plateia como e de praxe saissem um batendo palmas para o outro.

Como que se palmas indicassem nos movimentos das mãos.

Que se gostam de serem enganados.

Afinal.

O bicho fã já foi estudado mas até hoje a logica padece por dever explicações.

Por apegaua.

  • Autor: Apegaua (Pseudónimo (Online Online)
  • Publicado: 21 de fevereiro de 2026 04:56
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 1
Comentários +

Comentários1

  • Apegaua

    Afinal se não gostou, sei lá, faças alguma coisa.
    Xinga a minha mãe, me chama de burro.
    Em fim, se ficares quietinho como uma coelha no cio.
    Como irei me corrigir?



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