Comentários recebidos nos poemas por Luana Santahelena
Receita de Escolher o Dia
Sezar Kosta disse:
Que beleza essa sua \"Receita de Escolher o Dia\"! Senti o cheiro do café coado no fogão de lenha, e o sabor do açúcar das bênçãos adoçando a manhã. A vida, minha filha, é mesmo isso: um preparo diário, uma arte de cozinhar o que nos é dado. E você, com a sabedoria de quem sabe das coisas, nos mostra que a panela está em nossas mãos.
É uma escolha, você diz, entre \"remoer o que falta, ou agradecer o que sobra\". Que simplicidade e que profundidade nisso! A gente passa a vida correndo atrás do que não tem, quando a fartura está bem ali, no que sobrou, no que ficou, na brisa que nos toca. É o velho dilema do copo meio cheio ou meio vazio, mas você o transforma em uma receita para a alma.
\"Valorizar os que ficam, ou chorar pelos que partem.\" Ah, essa é a dança da vida e da morte, do encontro e da despedida. E a sabedoria, essa senhora que mora na terra e nas pedras, nos ensina que cada escolha é, sim, um \"pão quentinho\". Um pão feito com as mãos da esperança, não para guardar só para si, mas para \"repartir com quem chega\".
Porque o que importa, no fim das contas, não é a ausência do que se foi, mas o calor do que se pode oferecer agora. É a generosidade que aquece o coração, que faz a vida valer a pena.
Parabéns, Luana, por essa receita que é um presente para a alma. Que continuemos todos a escolher nossos dias com essa mesma sabedoria, adoçando o café com as bênçãos que sobram e repartindo o pão da esperança. Que a sua cozinha da vida continue sempre a exalar esses aromas de bondade e gratidão.
17 de junho de 2025 11:19
Sezar Kosta disse:
Que beleza essa sua \"Receita de Escolher o Dia\"! Senti o cheiro do café coado no fogão de lenha, e o sabor do açúcar das bênçãos adoçando a manhã. A vida, minha filha, é mesmo isso: um preparo diário, uma arte de cozinhar o que nos é dado. E você, com a sabedoria de quem sabe das coisas, nos mostra que a panela está em nossas mãos.
É uma escolha, você diz, entre \"remoer o que falta, ou agradecer o que sobra\". Que simplicidade e que profundidade nisso! A gente passa a vida correndo atrás do que não tem, quando a fartura está bem ali, no que sobrou, no que ficou, na brisa que nos toca. É o velho dilema do copo meio cheio ou meio vazio, mas você o transforma em uma receita para a alma.
\"Valorizar os que ficam, ou chorar pelos que partem.\" Ah, essa é a dança da vida e da morte, do encontro e da despedida. E a sabedoria, essa senhora que mora na terra e nas pedras, nos ensina que cada escolha é, sim, um \"pão quentinho\". Um pão feito com as mãos da esperança, não para guardar só para si, mas para \"repartir com quem chega\".
Porque o que importa, no fim das contas, não é a ausência do que se foi, mas o calor do que se pode oferecer agora. É a generosidade que aquece o coração, que faz a vida valer a pena.
Parabéns, Luana, por essa receita que é um presente para a alma. Que continuemos todos a escolher nossos dias com essa mesma sabedoria, adoçando o café com as bênçãos que sobram e repartindo o pão da esperança. Que a sua cozinha da vida continue sempre a exalar esses aromas de bondade e gratidão.
17 de junho de 2025 11:19
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