Comentários recebidos nos poemas por joaquim cesario de mello



QUANDO A MORTE MORRER
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! O poema subverte a ideia da morte como o grande final. Ao personificá-la e sugerir que ela mesma pode morrer, propõe um estado de existência onde o medo e a separação deixam de existir. O trecho: os segundos deixarão de ir / e o tempo, desobediente / se espalhará pelo chão do mundo sugere que, sem o limite da morte, o tempo perde sua função linear e opressora. Ele deixa de ser uma contagem regressiva para se tornar uma presença vasta e estática. A transformação de cemitérios em jardins retira o peso do luto e do rótulo da perda. O fim da morte implica o fim da despedida. O autor sugere que a comunicação humana será baseada na presença eterna, eliminando a necessidade de aprender a dizer adeus. Na última estrofe, o poema toca no sublime: Seremos vastos demais / a aprender devagar / como caber no infinito. A vida eterna não é apresentada como algo fácil ou imediato, mas como um aprendizado de expansão da própria alma para preencher um espaço que antes era limitado pela mortalidade. Meu abraço fraterno.


21 de abril de 2026 21:11

HORAS ÚTEIS
Francisco Queiroz disse:

Parabéns, Poeta! Nunca tinha pensado sobre, obrigado pelo ponto de reflexão. Um abraço

17 de abril de 2026 13:35

POEMA VIRGEM
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Parabéns poeta senti a pureza de uma virgem. Bom dia.

9 de abril de 2026 09:07

PIADA SEM GRAÇA
Maria dorta disse:

Há sempre uma claque aplaudindo quem já faz sucesso! Belo poema!

5 de abril de 2026 17:27

PIADA SEM GRAÇA
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

kkkkkkk bem assim mesmo.

2 de abril de 2026 13:49

A MELHOR ÉPOCA DA VIDA
Naiumi Rodrigues disse:

Um poema que refletiu em mim a importância sobre o presente. E é bom termos o lembrete de vivermos no atual presente. Parabéns, poeta. ?

2 de abril de 2026 08:14

O DISCRETO FLUIR DA VIDA
Francisco Queiroz disse:

Que bela composição poeta, parabéns!

1 de abril de 2026 17:54

O ÚLTIMO APAGA A LUZ
LEIDE FREITAS disse:

O apocalipse em poucas linhas..fim da natureza, deuses e homens, e quando não houver mais nada, nem ninguém para lembrar chega a hora de partir...Gostei.

Boa noite, caro poeta Joaquim Cesário de Mello!



30 de março de 2026 00:03

OVOS MEXIDOS
Maria dorta disse:

Certamente tua mãe,lá no céu estrelado, te olhando a Imita_ la e te aplaude!

24 de março de 2026 15:26

A ARTE DE VIVER, APESAR DE
Vilma Oliveira disse:

Boa noite caro poeta! O título e o início estabelecem que a vida não tem manual. O aprendizado é fruto da tentativa, o que tira o peso da perfeição e coloca o foco na persistência. A imagem do dia que não se abre totalmente nem se fecha, reflete a ambiguidade da rotina. Vivemos em um espaço de dúvida, onde o porquê das coisas nem sempre é claro, mas o movimento persiste. Diferente de outros textos que buscam eliminar o sofrimento, este aceita a angústia como uma sombra. Ela é inerente ao chão e ao passo, algo que nos acompanha sem necessariamente nos impedir de caminhar. A vida não acontece nos pontos de chegada, mas entre um passo e outro. Há um convite à abertura (abrir a janela), sugerindo que, mesmo com o peso, é preciso permitir que a leveza (a brisa) entre. É um poema sobre a travessia silenciosa. Ele valoriza a coragem discreta de quem levanta e se move, aceitando que a existência é feita de sombras e brisas ao mesmo tempo. Meu abraço fraterno.


20 de março de 2026 21:14

OVOS MEXIDOS
Arthur Santos disse:

Estas memórias são eternas. Muito bem escrito!

20 de março de 2026 18:53

A ARTE DE VIVER, APESAR DE
Oswaldo Jesus Motta disse:

Bravo, poeta! Acolhimento da angústia sem dramatizá-la. Poesia que respira junto com a vida. Abraço poético!

20 de março de 2026 16:12

OVOS MEXIDOS
Freddie Seixas disse:

Entendo sua angústia, saudades mãe!

20 de março de 2026 08:10

REPRISE DE UM POEMA INACABADO
Maria dorta disse:

Maravilhoso poema,como tudo que sai da tua lavra! Aplausos!

13 de março de 2026 14:24

NO INTERIOR VELOZ DOS SEGUNDOS
Arthur Santos disse:

Verdade... er como o tmpo passa sem darmos por isso...
Belo poema amigo poeta.

9 de março de 2026 20:48

NO INTERIOR VELOZ DOS SEGUNDOS
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Você contrapõe a lentidão do domingo de verão com a urgência do agora. Enquanto o dia parece arrastado, o segundo é a unidade onde a vida realmente escapa. A Fotografia do Instante: A ideia de que o tempo só sobra se for fotografado na brecha sugere que a consciência é a única forma de salvar a existência do esquecimento (o baú oxidado). Os segundos são descritos com texturas impalpáveis e partem sem acenar de mão. É uma personificação do tempo como algo que nos abandona constantemente, sem despedidas. O texto desmascara a contagem de anos e meses como uma camuflagem. No fundo, a vida é apenas um prolongado segundo que se fecha no impacto do derradeiro. O desfecho é uma lição de finitude: correr é inútil contra os afiados dentes do tempo. Ninguém vence o cronômetro. É uma escrita que evoca uma melancolia existencial, mas que serve como um convite à presença. Meus parabéns por seu poema! Abraço poético.

9 de março de 2026 20:22

O FIM E SEU COMEÇO
Maria dorta disse:

Poema com sábias opiniões. Aplausos de pé!

7 de março de 2026 10:30

APENAS UM DIA
Maria do Socorro Domingos disse:

Muito lindo, Joaquim!
Parabéns!
Grande abraço.

6 de março de 2026 03:02

O ÚLTIMO APAGA A LUZ
CORASSIS disse:

O lar doce lar, está sendo menos habitado.
Belo e profundo seu poema.
Abraço.

5 de março de 2026 18:05

O FIM E SEU COMEÇO
Vilma Oliveira disse:

Parabéns por seu poema caro poeta!
A realidade nem sempre é das melhores...
O início de quase tudo é movido pela esperança ou fantasia.
O final é inevitável... pode ser bom ou não, é sempre um final!
Meu abraço fraterno.

4 de março de 2026 22:19

APENAS UM DIA
MAISA NALAPE disse:

Seu poema é simples na forma, mas muito sofisticado na sensação que provoca. Ele fala sobre a dilatação emocional do tempo — como um único dia pode carregar o peso de uma vida inteira.

28 de fevereiro de 2026 16:44

APENAS UM DIA
MAISA NALAPE disse:



28 de fevereiro de 2026 16:44

TUDO, E MUITO MAIS
Vilma Oliveira disse:

Bravo poeta! Meus parabéns pela criativa e positiva beleza dos seus versos!
Que sua noite seja abençoada. Meu abraço poético.

22 de fevereiro de 2026 21:14

TUDO, E MUITO MAIS
Maria dorta disse:

E você transforma a vida em bela poesia. Parabéns!

22 de fevereiro de 2026 10:43

NO INTERSTÍCIO DOS DIAS
MAISA NALAPE disse:

Que poema bonito e contemplativo… ?
Esse espaço entre o ontem que se despede e o hoje que ainda nasce foi retratado com muita sensibilidade. Versos que tocam e fazem a gente sentir o tempo passando por dentro. Amei

21 de fevereiro de 2026 04:50

O SILÊNCIO, E NADA MAIS
Oswaldo Jesus Motta disse:

Quando tudo se desfaz em silêncio, resta apenas o sopro do infinito a continuar...Abraços poéticos!

20 de fevereiro de 2026 15:03

APENAS UM DIA
LEIDE FREITAS disse:

Gostei muito. Boa Noite!

19 de fevereiro de 2026 23:06

NO INTERSTÍCIO DOS DIAS
Vilma Oliveira disse:

Belo e profundo poema, parabéns!
Que sua tarde renove suas esperanças e alegrias.
Meu abraço fraterno.

17 de fevereiro de 2026 15:27

PARA QUEM NÃO GOSTA DE CARNAVAL
Vilma Oliveira disse:

Seu poema é espetacular e apropriado para este momento de festejos que estamos
passando, parabéns poeta! Meu abraço poético.

16 de fevereiro de 2026 19:59

NO INTERSTÍCIO DOS DIAS
Maria dorta disse:

Poema de extrema beleza e sensibilidade poética. Tocou_ me a alma e ecoou fundo dentro de mim.As vezes passo pelo mesmo estado de espírito. Mas,confesso que ainda não parei de tentar alcançar a lua,embora saiba que é pura utopia! Aplausos!

16 de fevereiro de 2026 16:20

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