Comentários recebidos nos poemas por joaquim cesario de mello



O PARADOXO HUMANO
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Parabéns pelo seu poema, com ele você mostra que carrega dentro do seu coração o universo. Bom dia poeta.

22 de outubro de 2026 07:29

O CÉU DAS MEMÓRIAS
Michel F.M. disse:

Poesia de verdade é aquela que nos faz pausar e refletir. A sua fez exatamente isso.

21 de outubro de 2026 06:06

PARA O MEIO-DIA DO DOMINGO
Queiroz Francisco disse:

O domingo é um reflexo do nosso tempo. Achei muito interessante a forma como você desenvolveu o poema. Parabéns! Joaquim, um abraço.

18 de outubro de 2026 11:13

QUANDO EU MORRER
Queiroz Francisco disse:

Bravo, poeta!

15 de outubro de 2026 08:50

QUANDO EU MORRER
CORASSIS disse:

Recife tem um grande poeta!!!
Abraços ao mestre.

15 de outubro de 2026 07:51

EM BUSCA DO SONHO DESPERTADO
Queiroz Francisco disse:

Haicai de respeito, me fez lembrar Dom Quixote...

Um abraço

13 de outubro de 2026 18:59

(DES)ENCONTROS - Poema Vídeo
Nelson de Medeiros disse:

Parabéns pelo poema e pela dicção.

5 de outubro de 2026 17:29

LÁ
Queiroz Francisco disse:

Ficou para lá de bom, nobre poeta Joaquim.

Abraços,

1 de outubro de 2026 09:26

O POEMA QUE SE RECUSOU A SER UM POEMA
MyuLirico disse:

Achei interessante, na minha visão, do meu mundo, é algo que necessitaria escrever, talvez um comentário sem graça da situação ou a modificação da realidade pra que vire ou muito bonito, ou muito melancólico. Mas em alguns momentos é melhor deixar na memória, talvez não seja muito digno de uma escrita em que o público merecesse ler.

18 de setembro de 2026 20:28

UM MINUTO
Maria dorta disse:

Sucinto poema mas com enorme extensão poética! Parabéns!

16 de setembro de 2026 11:42

ERA UMA VEZ UM HOJE
Shmuel disse:

Simplesmente maravilhoso!

Abraços ao querido poeta!

14 de setembro de 2026 11:32

A BREVIDADE DAS COISAS ETERNAS
Shmuel disse:

Um belo texto!

Abraços

10 de setembro de 2026 15:54

DEPOIS DA VIDA
Lucas Guerreiro disse:

De fato, o esquecimento é a segunda morte, como disseste em teu comentário. Havia um professor que dizia \"Lembrar é viver duas vezes\", que seria a ideia oposta ou complementar a que foi posta. Também menciono Coco (2017), animação da Pixar que retrata o esquecimento dos que já partiram como uma segunda morte.

9 de setembro de 2026 00:58

O VAZIO
Maria dorta disse:

Bem verdade! Cada um sabe como agasalhar a dor e a solidão.

29 de agosto de 2026 00:08

HÁ TRINTA ANOS ATRÁS
Vilma Oliveira disse:

Boa noite caro poeta Joaquim Cesário! O eu lírico quantifica o tempo não apenas em anos, mas no impacto físico e emocional deles: menos rugas, menos perdas (velórios) e mais esperança (sonhos). O poema capta perfeitamente como a nossa percepção do tempo muda. O futuro (o agora de hoje) parecia distante, e o passado ainda estava perto o suficiente para permitir correções e novos caminhos. A terceira estrofe destaca a inocência da juventude. A velhice e o futuro eram conceitos abstratos, conhecidos apenas por livros, filmes alugados (uma bela marca temporal da época) ou personagens. O Arco-íris Desbotado e a Essência: O fechamento mostra o desgaste inevitável que a realidade traz ao mundo (arco-íris menos desbotado). Porém, há um toque de humor e vulnerabilidade ao confessar que, apesar de tanta bagagem acumulada, o medo infantil de barata permanece intacto. Parabéns peço poema! Meu abraço poético.

6 de agosto de 2026 20:30

DEPOIS DA VIDA
Shmuel disse:

Querido poeta, vou confessar-lhe: esta finitude é o que nos mata. rsrs!

Abraços,

6 de agosto de 2026 10:24

FATIADOS PELO TEMPO
Pietro Guilherme Piazera disse:

Que poema!Me fez refletir em relação a muita coisa.
Abraços, Joaquim. Fez uma baita composição!

20 de julho de 2026 19:04

O ASSASSINATO DA IMORTALIDADE
CORASSIS disse:

Alguns escrevem, outros poetizam e o mestre é poeta!
Parabéns.

2 de julho de 2026 21:16

O CRIADOR DE COSMOS
Maria dorta disse:

Belo e original poema! Aplausos!

5 de junho de 2026 12:24

A VIDA EM DOIS MOMENTOS
Maria dorta disse:

Pura filosofia poética! Aplausos!

3 de junho de 2026 12:36

ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Parabéns poeta! Não há nada melhor que o nosso aconchego, lugar onde morados é tudo!

29 de maio de 2026 13:05

POEMA ABORTADO
Maria dorta disse:

Concordo plenamente contigo. Mas você é um \" baita\" poeta. Parabéns pela produção. Fico encantada!

21 de maio de 2026 14:25

NUVENS VESTIDAS DE GENTE
Maria dorta disse:

Aplausos de pé pelo belo poema!

19 de maio de 2026 10:24

OVOS MEXIDOS
ania.lepp disse:

De uma nostalgia que toca a alma, parabéns!!!

12 de maio de 2026 14:44

IMAGINAÇÃO EM MOVIMENTO
Wesley Cordeiro disse:

Verdade

12 de maio de 2026 11:48

NUVENS VESTIDAS DE GENTE
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Este poema define a poesia como algo que transcende a matéria. O autor desconstrói o aspecto físico do poeta para revelar sua essência: uma figura feita de subjetividade (suspiros) e trabalho (suor).O texto destaca a natureza rebelde e inquieta do artista, que ignora regras sociais (atravessa semáforos) e usa as palavras como armas de transformação (atira pedras). A imagem final, nuvens vestidas de gente, resume perfeitamente a ideia de que o poeta é um ser etéreo e livre, temporariamente habitando um corpo humano. Parabéns por seu poema! Abraço poético.

11 de maio de 2026 21:22

A SERIEDADE E O RISÍVEL
Maria dorta disse:

E você é não somente um homem de ideias mas também um inspirador a ser seguido. Lindo e inspirado poema!

10 de maio de 2026 17:43

QUANDO A MORTE MORRER
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! O poema subverte a ideia da morte como o grande final. Ao personificá-la e sugerir que ela mesma pode morrer, propõe um estado de existência onde o medo e a separação deixam de existir. O trecho: os segundos deixarão de ir / e o tempo, desobediente / se espalhará pelo chão do mundo sugere que, sem o limite da morte, o tempo perde sua função linear e opressora. Ele deixa de ser uma contagem regressiva para se tornar uma presença vasta e estática. A transformação de cemitérios em jardins retira o peso do luto e do rótulo da perda. O fim da morte implica o fim da despedida. O autor sugere que a comunicação humana será baseada na presença eterna, eliminando a necessidade de aprender a dizer adeus. Na última estrofe, o poema toca no sublime: Seremos vastos demais / a aprender devagar / como caber no infinito. A vida eterna não é apresentada como algo fácil ou imediato, mas como um aprendizado de expansão da própria alma para preencher um espaço que antes era limitado pela mortalidade. Meu abraço fraterno.


21 de abril de 2026 21:11

HORAS ÚTEIS
Queiroz Francisco disse:

Parabéns, Poeta! Nunca tinha pensado sobre, obrigado pelo ponto de reflexão. Um abraço

17 de abril de 2026 13:35

POEMA VIRGEM
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Parabéns poeta senti a pureza de uma virgem. Bom dia.

9 de abril de 2026 09:07

Página 1 de 1812345678910»...Último »


« Voltar ao perfil de joaquim cesario de mello