Comentários recebidos nos poemas por Fábio Alves Leão
O MISTÉRIO DA MORTE
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Que profundo, na vida temos que ser autor da própria história. Parabéns poeta.
11 de junho de 2026 13:18
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Que profundo, na vida temos que ser autor da própria história. Parabéns poeta.
11 de junho de 2026 13:18
UM DIA A GENTE APRENDE A ESQUECER
LEIDE FREITAS disse:
Que poema delicioso. Concordo plenamente em tudo.
Bom dia e excelente fim de semana, caro Brendon Leão!
7 de junho de 2026 11:05
LEIDE FREITAS disse:
Que poema delicioso. Concordo plenamente em tudo.
Bom dia e excelente fim de semana, caro Brendon Leão!
7 de junho de 2026 11:05
UM DIA A GENTE APRENDE A ESQUECER
jroberto.bsb disse:
Parabéns! Belíssimo poema!
7 de junho de 2026 10:49
jroberto.bsb disse:
Parabéns! Belíssimo poema!
7 de junho de 2026 10:49
DE COSTAS PARA O AMANHÃ
Antonio Olivio disse:
O gesto de viver é ir desenhando caminhos que vão se apagando depois que passamos e o passando é a vaga lembrança do desenho que fizemos no tempo...
6 de junho de 2026 00:13
Antonio Olivio disse:
O gesto de viver é ir desenhando caminhos que vão se apagando depois que passamos e o passando é a vaga lembrança do desenho que fizemos no tempo...
6 de junho de 2026 00:13
A VIDA NA VELOCIDADE DE UM FEED
LEIDE FREITAS disse:
Gostei bastante. Até breve!
4 de junho de 2026 10:11
LEIDE FREITAS disse:
Gostei bastante. Até breve!
4 de junho de 2026 10:11
DE COSTAS PARA O AMANHÃ
LEIDE FREITAS disse:
Gostei bastante, poeta Brendon Leão!
Bom dia!
4 de junho de 2026 10:10
LEIDE FREITAS disse:
Gostei bastante, poeta Brendon Leão!
Bom dia!
4 de junho de 2026 10:10
A VIDA NA VELOCIDADE DE UM FEED
willian rodrigues disse:
excelente poema sobre a vida presa nas redes sociais
3 de junho de 2026 17:36
willian rodrigues disse:
excelente poema sobre a vida presa nas redes sociais
3 de junho de 2026 17:36
EM OUTROS TEMPOS
Shmuel disse:
Antigamente, o tempo passava devagar e não tínhamos tanta pressa. Hoje, mal nos sobra tempo para preparar um macarrão instantâneo.
Abraços,
2 de junho de 2026 16:23
Shmuel disse:
Antigamente, o tempo passava devagar e não tínhamos tanta pressa. Hoje, mal nos sobra tempo para preparar um macarrão instantâneo.
Abraços,
2 de junho de 2026 16:23
OS CALOS DA ALMA
Eulinda Brícia disse:
perfeito! os calos ta alma tem muito a nos ensinar
31 de maio de 2026 13:20
Eulinda Brícia disse:
perfeito! os calos ta alma tem muito a nos ensinar
31 de maio de 2026 13:20
AMOR PLATÔNICO
Eulinda Brícia disse:
já tive vários amores platônicos e aprendi muito sobre.
depois que passa sinto me aliviada pois \'aquela pessoa\'
na maoria das vezes
não merecia meu calor.
mas vali muito a experiência
31 de maio de 2026 13:09
Eulinda Brícia disse:
já tive vários amores platônicos e aprendi muito sobre.
depois que passa sinto me aliviada pois \'aquela pessoa\'
na maoria das vezes
não merecia meu calor.
mas vali muito a experiência
31 de maio de 2026 13:09
O FUTURO É UM ESPELHO ANTIGO
Gino, Sinvaldo de Souza disse:
Pura verdade! As memórias sempre estarão presentes no futuro!
25 de maio de 2026 16:42
Gino, Sinvaldo de Souza disse:
Pura verdade! As memórias sempre estarão presentes no futuro!
25 de maio de 2026 16:42
MEMÓRIAS
Apegaua disse:
Ficou supimpa, quem imaginava nos anos 90, que iriamos carregar no bolso, Linha, telefone e telefonistas.
Bravos, parabéns pela construção do dito.
Abraços.
Apegaua.
Obs.
Se comento e por que tenho a honra de ler os que os colegas postam.
18 de maio de 2026 08:26
Apegaua disse:
Ficou supimpa, quem imaginava nos anos 90, que iriamos carregar no bolso, Linha, telefone e telefonistas.
Bravos, parabéns pela construção do dito.
Abraços.
Apegaua.
Obs.
Se comento e por que tenho a honra de ler os que os colegas postam.
18 de maio de 2026 08:26
LUA SOLITÁRIA
João Moreira de Mendes disse:
O poema não decide se é verso rimado ou livre.
16 de maio de 2026 18:46
João Moreira de Mendes disse:
O poema não decide se é verso rimado ou livre.
16 de maio de 2026 18:46
POESIA DE OUTONO
Gino, Sinvaldo de Souza disse:
Parabéns, poeta!
O eu lírico olha um céu de outono e sente o abandono. Busca dentro de si um pedaço esquecido do que já foi. Caminha só, entre dúvidas, tentando se achar no invisível. No fim, descobre que o desconhecido que persegue é ele mesmo.
15 de maio de 2026 20:27
Gino, Sinvaldo de Souza disse:
Parabéns, poeta!
O eu lírico olha um céu de outono e sente o abandono. Busca dentro de si um pedaço esquecido do que já foi. Caminha só, entre dúvidas, tentando se achar no invisível. No fim, descobre que o desconhecido que persegue é ele mesmo.
15 de maio de 2026 20:27
ATRAÇÃO PERIGOSA
MAYK52 disse:
É sempre interessante \"brincar com o fogo\". Há sempre uma inquestionável \"ATRAÇÃO PERIGOSA\".
Gostei, bastante, caro Brendon.
Abraço!
30 de abril de 2026 21:10
MAYK52 disse:
É sempre interessante \"brincar com o fogo\". Há sempre uma inquestionável \"ATRAÇÃO PERIGOSA\".
Gostei, bastante, caro Brendon.
Abraço!
30 de abril de 2026 21:10
NO MEU ÚLTIMO DIA
Francisco Queiroz disse:
Parabéns Poeta, emocionante seu poema, um dos melhores que já li aqui, um abraço fraterno!
16 de abril de 2026 07:03
Francisco Queiroz disse:
Parabéns Poeta, emocionante seu poema, um dos melhores que já li aqui, um abraço fraterno!
16 de abril de 2026 07:03
AMOR E PAIXÃO
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O poema é construído sobre o contraste. Cada estrofe funciona como uma balança: o Amor é apresentado como algo estável (liberdade, confiança, respeito, gratidão), enquanto a Paixão é retratada como a energia motriz (frenesi, sedução, desejo, saudade). No início, Amor e Paixão parecem estados distintos — um mais sereno e outro mais urgente. Porém, ao final, o autor funde os dois conceitos. A conclusão de que Paixão também é amor e que o ápice é o apaixonar-se pelo amor por completo, sugere que um não sobrevive plenamente sem o outro. Há uma ênfase forte na ação (os verbos amar e apaixonar). O texto reforça que esses sentimentos não são apenas sensações passivas, mas um exercício diário de ajuda mútua, lealdade e fazer o bem. O trecho: Amar acima da relação conjugal, amar estando junto ou separado, eleva o amor a um estado de espírito que transcende a posse física, focando na conexão espiritual e no respeito às diferenças. É um poema celebrativo e otimista, que vê no relacionamento uma jornada de evolução mútua. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
14 de abril de 2026 19:31
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O poema é construído sobre o contraste. Cada estrofe funciona como uma balança: o Amor é apresentado como algo estável (liberdade, confiança, respeito, gratidão), enquanto a Paixão é retratada como a energia motriz (frenesi, sedução, desejo, saudade). No início, Amor e Paixão parecem estados distintos — um mais sereno e outro mais urgente. Porém, ao final, o autor funde os dois conceitos. A conclusão de que Paixão também é amor e que o ápice é o apaixonar-se pelo amor por completo, sugere que um não sobrevive plenamente sem o outro. Há uma ênfase forte na ação (os verbos amar e apaixonar). O texto reforça que esses sentimentos não são apenas sensações passivas, mas um exercício diário de ajuda mútua, lealdade e fazer o bem. O trecho: Amar acima da relação conjugal, amar estando junto ou separado, eleva o amor a um estado de espírito que transcende a posse física, focando na conexão espiritual e no respeito às diferenças. É um poema celebrativo e otimista, que vê no relacionamento uma jornada de evolução mútua. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
14 de abril de 2026 19:31
AMOR E PAIXÃO
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Esse poema seu retrata um lado do Amor e da Paixão, mas Amor e Paixão ainda são maiores segundo os Ramissés. Bom dia poeta.
14 de abril de 2026 11:20
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Esse poema seu retrata um lado do Amor e da Paixão, mas Amor e Paixão ainda são maiores segundo os Ramissés. Bom dia poeta.
14 de abril de 2026 11:20
DUALIDADES DA VIDA
Lauraa disse:
Que poema! Adorei a sua forma de escrever, tem uma identidade, uma coisa que é muito simbólica, admirável!
Eu realmente aprecio o poema em sua totalidade, mas essa parte me deixou muito intrigada, dá gosto só de ler!
\"O amor e o desapego, como fios de um tear,
Tecem o tecido da vida, com paciência e cuidado.
Esperança e desespero, como estações que mudam,
Nos lembram que tudo é efêmero, mas também sagrado.
Dualidades, paradoxos, dançam em harmonia,
Como o sol e a lua, em sua dança cósmica.
E nós, meros espectadores, aprendemos a equilibrar,
Cada passo nesse intricado baile, com graça e mágica. \"
Meus sinceros parabéns, desejo-lhe sucesso para tal talento!
Um cheiro,
Lhidria.
13 de abril de 2026 20:53
Lauraa disse:
Que poema! Adorei a sua forma de escrever, tem uma identidade, uma coisa que é muito simbólica, admirável!
Eu realmente aprecio o poema em sua totalidade, mas essa parte me deixou muito intrigada, dá gosto só de ler!
\"O amor e o desapego, como fios de um tear,
Tecem o tecido da vida, com paciência e cuidado.
Esperança e desespero, como estações que mudam,
Nos lembram que tudo é efêmero, mas também sagrado.
Dualidades, paradoxos, dançam em harmonia,
Como o sol e a lua, em sua dança cósmica.
E nós, meros espectadores, aprendemos a equilibrar,
Cada passo nesse intricado baile, com graça e mágica. \"
Meus sinceros parabéns, desejo-lhe sucesso para tal talento!
Um cheiro,
Lhidria.
13 de abril de 2026 20:53
ENTRE OLHARES E SUSSURROS
Oswaldo Jesus Motta disse:
Bom dia, poeta! Poema vibrante, delicado e intenso! Cada verso pulsa emoção e beleza. Parabéns! Abraços poéticos!
3 de abril de 2026 09:01
Oswaldo Jesus Motta disse:
Bom dia, poeta! Poema vibrante, delicado e intenso! Cada verso pulsa emoção e beleza. Parabéns! Abraços poéticos!
3 de abril de 2026 09:01
AMOR DE UMA NOITE SÓ
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Que Amor Eros bom, mas existe amor com mais intensidade, aquele que você guerrilha na cama, conversa ri, leva aos melhores restaurantes, faz as mais incríveis loucuras, pula de pará quedas, anda de helicóptero, faz amor em cima da mesa, da cozinha, no sofá da sala, chama até um furacão, desce raios e trovões, balança árvores, aquece a terra, balança o planeta, traz sofrimento sim pois não existe perfeição, mas dá uma alegria, isso é para os roqueiros de plantão.
31 de março de 2026 10:55
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Que Amor Eros bom, mas existe amor com mais intensidade, aquele que você guerrilha na cama, conversa ri, leva aos melhores restaurantes, faz as mais incríveis loucuras, pula de pará quedas, anda de helicóptero, faz amor em cima da mesa, da cozinha, no sofá da sala, chama até um furacão, desce raios e trovões, balança árvores, aquece a terra, balança o planeta, traz sofrimento sim pois não existe perfeição, mas dá uma alegria, isso é para os roqueiros de plantão.
31 de março de 2026 10:55
A MORTE NÃO É O FIM
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Lindo. O imã que nos unia foi quebrado, mas somos representantes do infinito. Parabéns poeta.
27 de março de 2026 09:53
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Lindo. O imã que nos unia foi quebrado, mas somos representantes do infinito. Parabéns poeta.
27 de março de 2026 09:53
CREPÚSCULO DA VIDA
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O autor usa o fogo como símbolo da vitalidade. O vacilo e o suspiro de morte não são vistos como tragédia pura, mas como um processo natural de desgaste (o tempo, implacável). A imagem do livro lido onde cada página vira o sentido perdido, sugere que a vida só ganha uma interpretação completa quando chega ao fim. É uma visão de que a existência é uma narrativa com começo, meio e conclusão. O ponto de virada ocorre no final: É na escuridão que a alma vai ver. O autor propõe que o fim da vida biológica não é o vazio, mas uma mudança de estado — um começo velado. O uso de rimas ricas e termos como: eterno jardim, torpor e imensidão, confere ao texto um ar de serenidade e aceitação diante da morte. Meu abraço poético.
23 de março de 2026 20:46
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O autor usa o fogo como símbolo da vitalidade. O vacilo e o suspiro de morte não são vistos como tragédia pura, mas como um processo natural de desgaste (o tempo, implacável). A imagem do livro lido onde cada página vira o sentido perdido, sugere que a vida só ganha uma interpretação completa quando chega ao fim. É uma visão de que a existência é uma narrativa com começo, meio e conclusão. O ponto de virada ocorre no final: É na escuridão que a alma vai ver. O autor propõe que o fim da vida biológica não é o vazio, mas uma mudança de estado — um começo velado. O uso de rimas ricas e termos como: eterno jardim, torpor e imensidão, confere ao texto um ar de serenidade e aceitação diante da morte. Meu abraço poético.
23 de março de 2026 20:46
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