Comentários recebidos nos poemas por Shmuel



Mil páginas
Paulo Fonda disse:

mil paginas e muitas palavras, sabio poeta.

3 de abril de 2026 15:54

Mil páginas
Daniel Victor disse:

Olá, meu amigo. Fico encantado com cada poema publicado por você!
Abraços!!

30 de março de 2026 11:22

Mil páginas
LEIDE FREITAS disse:

Um poema bem feito e muito bonito inspirado em escritores clássicos do século XIX. Fiquei encantada.

Obrigada por esse poema maravilhoso.

Boa noite, caro poeta Shmuel!

28 de março de 2026 20:36

Mil páginas
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O texto redefine o conceito de riqueza. Ser rico aqui não é ter dinheiro, mas ter o poder de arquitetar o mundo a partir do nada (letras que viram palavras, que viram frases). O autor não apenas escreve; ele dá vida a algo que estava morto (papel e tinta) e cria criaturas que têm o poder de agir sobre o leitor (fazer chorar, pensar, maravilhar). A segunda parte do poema humaniza a leitura. O livro deixa de ser um objeto solitário e se torna o cenário de um romance. A livraria é um espaço de refúgio onde o casal convive com psicopatas e heróis. Usar (Eyres e Brontës) como travesseiro, sugere que a literatura clássica não é algo rígido ou distante, mas sim um lugar de conforto e sonho. O desfecho: acordamos mil páginas depois, resume perfeitamente a experiência da leitura imersiva: o tempo cronológico para, e a vida é medida pela intensidade da história vivida. Parabéns pelo poema! Meu abraço poético!

24 de março de 2026 20:20

Mil páginas
CORASSIS disse:

Oi meu irmão, ler teus escritos é uma grande honra e privilégio!
Forte abraço.

24 de março de 2026 12:44

Mil páginas
Maria do Socorro Domingos disse:

Nada mais apropriado!
Mil páginas, milhões de palavras,
Milhões de sonhos!
Aplausos, poeta!
Grande abraço.

24 de março de 2026 05:10

Parece poesia?
Vilma Oliveira disse:

Boa noite caro poeta! Este texto funciona como uma meta-poesia — uma poesia que fala sobre o próprio ato de ser poesia. Embora pareça uma colcha de retalhos de sentimentos, há uma unidade clara na busca pela identidade e na dificuldade de definir o que é real versus o que é escrito.
Passeia no escuro / Padece de sonhos / Parece equívoco / Aquilo que somos. A ideia de que a existência é um equívoco ou algo que padece coloca o ser humano em um estado de fragilidade diante da vida. Como náufrago / Resgato garrafas / Teu corpo me arrasta / Por ondas densas. A metáfora do mar, do naufrágio e das ondas densas é puramente Simbolista. O uso de elementos sensoriais (o sal, a fluidez, os cristais) remete à estética que busca o invisível através das sensações físicas. Parece prosa / As coisas que conto / Traços retas e planos / E ponto final. Aqui há uma transição para algo mais geométrico e seco. Ao mesmo tempo, o questionamento. Se isto lembra poesia, me dê um sinal, remete ao jogo de fingimento. Lembram pingentes de cristais / Meus lábios secos / Sedentos sorvem. A sede, a fome (incansáveis famélicos) e a entrega física têm a intensidade de uma poesia em estado líquido, que não se contém na forma e transborda para o desejo. O texto termina com uma afirmação de liberdade: E a poesia vai!. Ele não quer ser analisado de forma rígida; ele se reconhece como algo que escorre por entre os dedos. É uma obra sobre a fluidez do tempo e a carência humana, transformando o isolamento (quem vive sozinho) em matéria-prima para a arte. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.


13 de março de 2026 19:58

Silêncio
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Nesta poesia, o silêncio deixa de ser ausência de som para se tornar uma substância. O eu lírico percorre diferentes formas de quietude — a biológica (peixes), a espiritual (monges/catedrais) e a geológica (cavernas) — para tentar localizar a sua própria introspecção. Ao questionar se os peixes são depressivos ou amantes da meditação, o autor projeta o cansaço humano na natureza, buscando uma explicação para o seu próprio estado de espírito.
As catedrais e cavernas trazem um silêncio que impõe respeito e desconforto. Não é um vazio leve; é um silêncio carregado de tempo, frio e pedras sisudas. O desfecho é brilhante. O eu lírico não sabe se é o observador ou o objeto observado (o pingo ou a pedra). Ele se sente tão imerso nessa mudez que se torna parte da paisagem. A metáfora final da moeda de troca é uma crítica sutil e, ao mesmo tempo, uma autoafirmação: em um mundo barulhento, quem domina o silêncio possui a maior riqueza. É um texto que transita entre a melancolia e a autodescoberta. Meu abraço poético.

12 de março de 2026 20:19

Guarda essas palavras 
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! O poema é construído sobre o imperativo Guarda, que funciona como um mecanismo de sobrevivência. Você sugere que, diante de uma vida que às vezes é bandida, a saída é estocar o que há de bom (sonhos, vinhos, canções) para um momento mais oportuno. O uso de xícaras refratárias é uma imagem excelente. Elas resistem ao choque térmico, simbolizando que as decisões atuais exigem resistência e pé no chão, longe do idealismo puro. O texto começa contido, quase um conselho de prudência (Não se alongue), mas termina em uma entrega visceral. O sabor de uva e sexo rompe a gaveta dos segredos e traz o poema para o corpo, para o agora. O final cria uma imagem de intimidade absoluta. Não é apenas o que é bonito que se guarda; os pecados e medos também têm seu lugar, sugerindo que o amor real aceita a sombra tanto quanto a luz. Parabéns por seu poema! Abraço poético.

11 de março de 2026 20:28

Um Dia Perfeito para Peixes-Poesias
Tereza Lima disse:

Água de cantil, peixe no anjos é muito bom.
Fecho os olhos, vejo a cenário. Ah que comparação com a agonia das cidades grandes. A natureza, com poesia. Adorei.abc.

7 de março de 2026 09:53

Impensada poesia
Vilma Oliveira disse:

Boa noite amigo poeta! Este poema é um mergulho na angústia da influência e na superação do bloqueio criativo através da espontaneidade. O início carrega um tom pessimista (pouco sobrou), refletindo o medo comum de que todos os grandes temas (amor, sonhos, partidas) já foram esgotados pela literatura universal. A Virada Imaginária: O Pasmem! marca a transição do desapontamento para a criação. Ao olhar para o próprio jardim de orquídeas imaginárias, o eu lírico percebe que, embora os temas sejam os mesmos, a sua percepção é inédita. O desfecho rejeita a poesia calculada e acadêmica. Ao se definir como tempestade de palavras, o autor abraça a subitaneidade e o improviso, provando que a poesia não é apenas o que se pensa, mas o que se sente e alaga o papel no momento presente. Meus parabéns pelo poema! Abraço poético.


6 de março de 2026 21:41

Um Dia Perfeito para Peixes-Poesias
LEIDE FREITAS disse:

Um poema encantador. Adorei.
Boa Noite, poeta Shmuel.
Até breve!

27 de fevereiro de 2026 19:06

Um Dia Perfeito para Peixes-Poesias
Daniel Victor disse:

?

27 de fevereiro de 2026 12:17

Um Dia Perfeito para Peixes-Poesias
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Bela inspiração poética, meus parabéns e uma ótima noite pra você! Abraços.

22 de fevereiro de 2026 20:23

Um Dia Perfeito para Peixes-Poesias
Maria dorta disse:

Poema que convida a sonhar e aproveitar o tempo livre. Pernas pro ar e vamos pescar. Esse foi teu convite. Fui contigo! Bravos. Lindo poema!

21 de fevereiro de 2026 12:48

Um Dia Perfeito para Peixes-Poesias
Nalva Melo disse:

Pura sintonia e leveza. Gostei!”

20 de fevereiro de 2026 22:30

Um Dia Perfeito para Peixes-Poesias
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Parabéns, fui visualizando todo preparo para a pesca, resolveu dar uma olhada em muitas coisas para ir pescar sem se arriscar e sem ser incomodado, fez um itinerário perfeito, para uma pesca perfeita e no final, surpresa...!!! Kkkkkk! Top demais!

19 de fevereiro de 2026 21:19

Um Dia Perfeito para Peixes-Poesias
Apegaua disse:

Tenho medo desses pescadores poetas de final de semana, espantam mais que pescam.
Bravo grande mestre, foste lá no fundão buscar simplis coisas esquecidas.
Abraços.
Apegaua.

19 de fevereiro de 2026 19:25

Um Dia Perfeito para Peixes-Poesias
luamar disse:

Adorei seu Peixe Poesia, poeta!!
Em quais lugares ficam os peixes poesias? ??

19 de fevereiro de 2026 15:08

O perfumista
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! Magnífico poema de amor com muita expressividade e beleza.
Meu abraço fraterno.

15 de fevereiro de 2026 21:15

E se for mesmo amor?
Vilma Oliveira disse:

Boa noite caro poeta Shmuel! Meus parabéns a dupla de poeta/poetisa autores deste belíssimo poema!
Meu abraço fraterno.

6 de fevereiro de 2026 21:38

Essa falta de você 
Vilma Oliveira disse:

Belíssimo poema de homenagem as memórias e saudades do passado. Meus parabéns poeta! Meu abraço fraterno.

5 de fevereiro de 2026 20:23

Onde pensas que vai?
Amanda S. Moraes disse:

Lindo texto

4 de fevereiro de 2026 10:12

Onde pensas que vai?
Maria do Socorro Domingos disse:

Versos primorosos!
Parabéns , Shmuel!
Parabéns, Leide!
Abraços.

2 de fevereiro de 2026 04:37

Melancolia
Vilma Oliveira disse:

Magnífico seu poema sobre a Melancolia. Bravo! Meu abraço.

1 de fevereiro de 2026 22:22

Outros desvarios (Breve como borboletas)
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Venho agradecer por seu comentário no meu poema. Gostei muito do seu poema, belo e envolvente. Meus parabéns!

1 de fevereiro de 2026 14:21

Duas imagens
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Muito realista a intimidade do eu-poético com a narrativa do elemento espiritual, a fé estabelece a poética da própria poesia. Lindo a teopoética existente nesta poesia, parabéns!!! Profundo!!!

31 de janeiro de 2026 11:10

Onde pensas que vai?
eu_teteh disse:

Uma voz poética muito autêntica, excelente poema!

27 de janeiro de 2026 22:44

Outros desvarios (Breve como borboletas)
Minha Caixa de Pandora disse:

Uma poesia que não se explica — se sente.
Algumas palavras não passam, pousam. Esse poema pousou em mim.


22 de janeiro de 2026 07:50

Outros desvarios (Breve como borboletas)
LEIDE FREITAS disse:

Uma poema inusitado e prazeroso de ler, pois você vai lendo e ao mesmo tempo imaginando os cenários.

Boa Noite e até breve, poeta Shmuel.

20 de janeiro de 2026 22:13

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