Comentários recebidos nos poemas por Shmuel



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kerollay.menle disse:

Lindo poema, amei !

29 de maio de 2026 13:33

Tudo que couber em meus olhos
Apegaua disse:

Shamuel.
Viajei dantes não por algum mar e sim pelo seu dito sacramentado.
Pena que meu caiaque veio a encalhar logo nos costado de vossa fazenda.
E por motivo de viagem, lá para a terra do nunca, ficou pendurado, o tal café tão falado que o mestre faz.
Bravíssimo vosso escrito, muito bom.
Abraços.
Apegaua

25 de maio de 2026 16:31

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CORASSIS disse:

Tantos e afortunados comentários expressam o brilhantismo do seu poema!
Cabe a este seu amigo e seguidor dizer: Parabéns!
Abraços, meu nobre e mestre poeta.

19 de maio de 2026 22:02

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Maria dorta disse:

Você é um poço de amor e tem o dom da poesia que nos encanta. Nota mil!!

19 de maio de 2026 10:15

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Tereza Lima disse:

os lábios são como pétalas de flores sensíveis e chamativas. poesia linda e profunda, parabéns professor. obgda.

17 de maio de 2026 20:05

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Patty Alves disse:

Caro poeta, tudo começa ou quase tudo começa com um beijo, na discrição de quem não anseia e não tem a pretensão de se exibir, mas o desejo de se completar.
Muito bom, obrigada por compartilhar conosco mestre.
Abraços.

15 de maio de 2026 11:06

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G. Mirabeau disse:

Encanta-me a delicadeza do poema. É bem \"low-profile\", mas, romanticamente falando, é \"very deep\".

14 de maio de 2026 18:48

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LEIDE FREITAS disse:

Caro poeta Shmuel seu poema me faz sonhar, imaginar as cenas de extrema delicadeza, lábios tocados com tanta suavidade que faz a alma levitar. Gostei imensamente. Obrigada por compartilhar.

Um abraço poético.

Boa noite, caro poeta Shmuel!

12 de maio de 2026 22:46

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Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Seu poema explora a intimidade do silêncio, transformando o encontro físico em um evento metafísico. O autor utiliza o termo contemporâneo low-profile para contrastar com a intensidade quase cósmica do amanhecer e do infinito, sugerindo que a conexão mais profunda não precisa de ruído para existir. É um texto sobre a perenidade do instante e a delicada demora do desejo. Parabéns por seu poema! Abraço poético.

12 de maio de 2026 19:21

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oeremitaIX disse:

Lindo poema meu amigo! As palavras tem esse poder, entrega o que temos no coração

12 de maio de 2026 17:27

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Sezar Kosta disse:

Shmuel, que construção inteligente e contemporânea! Você conseguiu unir o clássico lirismo do beijo a uma estética moderna, onde o \'silêncio\' dos lábios é o que mais comunica. É fascinante como você descreve essa \'abjeta demora\' do amanhecer em conjugar o \'nós\', transformando a discrição low-profile em uma intensidade que não precisa de alarde para ser perene. Obrigado por nos mostrar que, no labirinto dos segredos inconfessos, o ruído é totalmente desnecessário quando o encontro é verdadeiro.

12 de maio de 2026 16:29

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ania.lepp disse:

Belíssimo, parabéns pela sensibilidade!!!

12 de maio de 2026 14:45

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Sinvaldo de Souza Gino disse:

Parabéns poeta!

12 de maio de 2026 06:11

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Noétrico disse:

Ahhh Poeta, é que o silêncio destes lábios não cabe em ti.

11 de maio de 2026 15:15

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Apegaua disse:

Caro Senhor ilustríssimo Mestre Poeta.
Lendo esse seu maravilhoso dito, muito bem estruturado, nos dizendo com simples palavras que esta apaixonado.
Logo vi, por que o tempo mudou, agindo ao seu favor.
Por que, o melhor beijo que existe e o pertinho da lareira, com o ambiente quentinho ao alcance das mãos um bom vinho.
Vá em frente.
E se der com os burros Na água
Risos, não diga que não avisei.
Apegaua

11 de maio de 2026 09:03

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Apegaua disse:

Eita, meu amigo e mestre poeta, foi flechado.
Ficou muito bem estruturado o dito, parabéns.
Demora para editar, mas quando o faz, arrebenta a boca do balão.
Bravíssimo
Apegaua

11 de maio de 2026 08:53

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Apegaua disse:

Prezado Senhor meu Amigo, Mestre e poeta.
Dizem e não sou eu, que velho quando se apaixona e por que o tempo vai mudar.
Ai.
As folhas dos arbustos se viram, sapo boi canta, pois já receberam o sinal. até caranguejo sai da toca, para brigar com o outro por causa da freme-a.
Apenas o bicho homem, só sente o cheiro da chuva quando já e tarde demais.
Mas por favor vá em frente com sua vontade, não vai ser uns pingos a toa que irão obstruir os seus beijos.
Apenas tome cuidado, pois existe na boca um tal de sapinho, que quando se pega, encomoda um bocado.
Risos.
Fora brincadeiras.
Ficou supimpa, melhor que a guerra do Iran que americano USA.
Bravos e pena pelo mestre ser flechado pelo cupido.
Amei o dito.
Abraços poéticos.
Apegaua


11 de maio de 2026 08:48

Mil páginas
Ester Araújo disse:

Que belo! Aguçou a minha imaginação.
Abraços.

30 de abril de 2026 10:17

Mil páginas
Nalva Melo ( E.S.M) disse:

Parabéns poeta! ??

\"Meu amigo, que lindo! Que bela descrição, gostei demais.\"

25 de abril de 2026 07:46

Tempo doido!
Natasha Leite disse:

Que lindo poema. Lembrei dos meus avós paternos. Parabéns poeta Shmuel

16 de abril de 2026 23:50

Tudo que couber em meus olhos
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O poema começa com uma sensualidade dirigida a uma figura masculina quase divina: um deus bonito e bronzeado de chapéu Panamá. No entanto, essa figura rapidamente se funde com a própria geografia. O corpo do ser amado e o corpo da terra tornam-se um só. A geologia e a vegetação são partes desse deus, sugerindo que a natureza é a personificação máxima da beleza e do prazer. Queria dar nomes a todas as espécies e coisas. Nomear é um ato de reconhecimento e de apropriação afetiva. O olhar não é passivo; ele contempla, decifra e registra. A visão é o sentido dominante, mas o poema é sinestésico, envolvendo o frescor (tato), os sabores (paladar) e as narinas (olfato). O texto exala uma atmosfera solar e brasileira. A menção ao verde incalculável, aos frutos do mar e da terra e aos nativos celebra a diversidade. Há uma gratidão profunda pela generosidade da terra, que é sentida fisicamente, como uma chuva inesperada que abençoa o observador. Diferente de uma ode puramente romântica, o poema traz um componente ético moderno: É preciso conservar essas paisagens / registrar em fotos / em sínteses. O autor entende que a beleza é frágil. O registro (seja pela fotografia ou pela poesia/síntese) é a tentativa de imortalizar o que a retina captura, transformando a observação em um ato de preservação ambiental e cultural. O fechamento com a metáfora da chuva reforça a ideia de que a realidade (o mundo exterior) é um presente gratuito oferecido aos sentidos. O eu lírico coloca-se em uma posição de receptividade e reverência diante da grandiosidade do que vê. Este poema celebra a alegria e a responsabilidade de quem tem o privilégio de ver algo tão belo. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.

13 de abril de 2026 21:09

Mil páginas
luamar disse:

Que poesia incrível! Linda, linda!!!!
Caro poeta Shmuel, você conseguiu capturar a magia quase física de folhear um livro e a transformar em algo romântico e profundo.
A metáfora do escritor como um Frankenstein que dá vida a criaturas é brilhante, e o final sobre acordar \'mil páginas depois\' é simplesmente apaixonante. É um poema que faz a gente querer correr para uma livraria agora mesmo. Parabéns pela sensibilidade!
Obrigada por partilhar conosco essa belíssima arte.

8 de abril de 2026 12:29

Mil páginas
Francisco Queiroz disse:

Me lembrei de \"As Mil e Uma Noites\", belo poema, um abraço Poeta!

6 de abril de 2026 09:37

Mil páginas
Paulo Fonda disse:

mil paginas e muitas palavras, sabio poeta.

3 de abril de 2026 15:54

Mil páginas
Daniel Victor disse:

Olá, meu amigo. Fico encantado com cada poema publicado por você!
Abraços!!

30 de março de 2026 11:22

Mil páginas
LEIDE FREITAS disse:

Um poema bem feito e muito bonito inspirado em escritores clássicos do século XIX. Fiquei encantada.

Obrigada por esse poema maravilhoso.

Boa noite, caro poeta Shmuel!

28 de março de 2026 20:36

Mil páginas
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O texto redefine o conceito de riqueza. Ser rico aqui não é ter dinheiro, mas ter o poder de arquitetar o mundo a partir do nada (letras que viram palavras, que viram frases). O autor não apenas escreve; ele dá vida a algo que estava morto (papel e tinta) e cria criaturas que têm o poder de agir sobre o leitor (fazer chorar, pensar, maravilhar). A segunda parte do poema humaniza a leitura. O livro deixa de ser um objeto solitário e se torna o cenário de um romance. A livraria é um espaço de refúgio onde o casal convive com psicopatas e heróis. Usar (Eyres e Brontës) como travesseiro, sugere que a literatura clássica não é algo rígido ou distante, mas sim um lugar de conforto e sonho. O desfecho: acordamos mil páginas depois, resume perfeitamente a experiência da leitura imersiva: o tempo cronológico para, e a vida é medida pela intensidade da história vivida. Parabéns pelo poema! Meu abraço poético!

24 de março de 2026 20:20

Mil páginas
CORASSIS disse:

Oi meu irmão, ler teus escritos é uma grande honra e privilégio!
Forte abraço.

24 de março de 2026 12:44

Mil páginas
Maria do Socorro Domingos disse:

Nada mais apropriado!
Mil páginas, milhões de palavras,
Milhões de sonhos!
Aplausos, poeta!
Grande abraço.

24 de março de 2026 05:10

Parece poesia?
Vilma Oliveira disse:

Boa noite caro poeta! Este texto funciona como uma meta-poesia — uma poesia que fala sobre o próprio ato de ser poesia. Embora pareça uma colcha de retalhos de sentimentos, há uma unidade clara na busca pela identidade e na dificuldade de definir o que é real versus o que é escrito.
Passeia no escuro / Padece de sonhos / Parece equívoco / Aquilo que somos. A ideia de que a existência é um equívoco ou algo que padece coloca o ser humano em um estado de fragilidade diante da vida. Como náufrago / Resgato garrafas / Teu corpo me arrasta / Por ondas densas. A metáfora do mar, do naufrágio e das ondas densas é puramente Simbolista. O uso de elementos sensoriais (o sal, a fluidez, os cristais) remete à estética que busca o invisível através das sensações físicas. Parece prosa / As coisas que conto / Traços retas e planos / E ponto final. Aqui há uma transição para algo mais geométrico e seco. Ao mesmo tempo, o questionamento. Se isto lembra poesia, me dê um sinal, remete ao jogo de fingimento. Lembram pingentes de cristais / Meus lábios secos / Sedentos sorvem. A sede, a fome (incansáveis famélicos) e a entrega física têm a intensidade de uma poesia em estado líquido, que não se contém na forma e transborda para o desejo. O texto termina com uma afirmação de liberdade: E a poesia vai!. Ele não quer ser analisado de forma rígida; ele se reconhece como algo que escorre por entre os dedos. É uma obra sobre a fluidez do tempo e a carência humana, transformando o isolamento (quem vive sozinho) em matéria-prima para a arte. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.


13 de março de 2026 19:58

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