Comentários recebidos nos poemas por Salvador



SOU APENAS METADE
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Olá poeta! Eu não te conheço? Penso que já te vi na comunidade que participo!

22 de maio de 2026 17:24

SONETO DE AUSÊNCIA
Maria dorta disse:

Uau! Belo e inspirado poema,!

19 de maio de 2026 11:12

MINHAS IMPERFEIÇÕES
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Valeu, top demais!

12 de maio de 2026 20:25

COINCIDÊNCIAS
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Parabéns, poeta!

12 de maio de 2026 20:24

AMO-TE
Maria dorta disse:

Bravos! Siga poetando e distribuindo poemas impressos em livros. Deles precisamos muito e se são de poesia,melhor ainda. Parabéns!

10 de maio de 2026 17:58

O TEMPO
Maria dorta disse:

E precisamos também de muitos poetas sensíveis a nos emocionar como o fizesse com este poema! Bravos!

10 de maio de 2026 17:53

A PROFISSÃO PROFESSOR
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Parabéns, poeta ficou lindo a sua homenagem ao professor por meio de um belo poema!

9 de maio de 2026 06:58

O TEMPO
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Valeu poeta, belo jogo de palavras!

8 de maio de 2026 21:08

O TEMPO
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Seu poema descreve uma transição sensível entre o peso do passado e a renovação da esperança. Você utiliza a metáfora do livro e da estrada para mostrar que, embora as viagens vazias tragam cansaço, a decisão de virar a página permite o encontro com uma nova alegria (a flor). É uma ode à resiliência e à paciência, culminando em uma mensagem de fé no tempo certo das coisas. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.

7 de maio de 2026 20:09

AMO-TE
Patty Alves disse:

Lindo poema! Intensivo e de expressões de sentimentos verdadeiros! Parabéns pelo poema e obrigada por compartilhar conosco.

4 de maio de 2026 13:19

A PROFISSÃO PROFESSOR
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Este é um poema carregado de dualidade, que transita entre a beleza da vocação e a dureza da realidade social do educador. O texto começa com imagens líricas e elevadas (ave que sobrevoa, asas ao pensamento), mas rapidamente mergulha em uma crítica melancólica sobre a desvalorização da profissão. O autor utiliza metáforas fortes para descrever o isolamento do professor: Imagens como o afluente que não encontra o mar ou o grito sufocado pelo zumbido de um mosquito traduzem a sensação de impotência e o sentimento de que o esforço docente muitas vezes parece se perder no vazio. A segunda metade do poema foca no contraste entre o dar-se e o receber. É o retrato de alguém que se desgasta (anda mal vestido, dorme pouco, ganha pouco) em prol de um outro que, muitas vezes, ainda não compreende o valor desse esforço. A resistência: O encerramento é o que sustenta a figura do professor. Apesar de ser descrito como um andante sem rumo ou maltrapilho, o poema termina com as palavras orgulho e esperança, sugerindo que a recompensa afetiva (o sorriso sincero de uma criança) é o que mantém a engrenagem girando, mesmo diante da precariedade. É um tributo que não romantiza a profissão de forma ingênua, mas que reconhece a sua nobreza diante do descaso. Abraço poético.

3 de maio de 2026 20:04

A PROFISSÃO PROFESSOR
Maria dorta disse:

Bela e mais que merecida homenagem ao professor, esse idealista que ainda acredita no poder do saber e se imola no dia a dia da profissão, às vezes,tão inglória! Parabéns!

3 de maio de 2026 01:13

A PROFISSÃO PROFESSOR
Shmuel disse:

Que bela homenagem!

Abraços

2 de maio de 2026 21:07

A PROFISSÃO PROFESSOR
Neiva Dirceu S. Machado - @(ND) disse:

Parabéns poeta, linda homenagem... Um tributo!

2 de maio de 2026 20:20