Soprei a poeira da minha capa
cruzando estradas de chão
viagens cansativas e vazias
dentro do meu coração.
virei a primeira página
antes do dia bocejar,
cansado das decepções
das ilusões de amar.
na segunda página encontrei
uma flor que pra mim sorria
eu entrei nessa história
a vida dançava de alegria.
tudo tem seu tempo
sua hora e lugar
precisamos ter fé
pra tudo se realizar.
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Autor:
Salvador (
Offline) - Publicado: 7 de maio de 2026 17:44
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 47
- Usuários favoritos deste poema: Sinvaldo de Souza Gino

Offline)
Comentários3
Boa noite poeta! Seu poema descreve uma transição sensível entre o peso do passado e a renovação da esperança. Você utiliza a metáfora do livro e da estrada para mostrar que, embora as viagens vazias tragam cansaço, a decisão de virar a página permite o encontro com uma nova alegria (a flor). É uma ode à resiliência e à paciência, culminando em uma mensagem de fé no tempo certo das coisas. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.
poetisa Vilma, suas interpretações perfeitas faz meus dias brilhar com um sorriso largo. Obrigado!
Valeu poeta, belo jogo de palavras!
Opa! poeta Sinvaldo jogo intencional, encontro resistência em meus discentes mais tento dizer que o diálogo poético foge um pouco do diálogo convencional, formal.
Obrigado poeta, por comentar e ter conseguido observar esse jogo figurado de palavras.
E precisamos também de muitos poetas sensíveis a nos emocionar como o fizesse com este poema! Bravos!
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