Comentários recebidos nos poemas por Arthur Santos



185 - O APAGÃO
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Este poema é uma crônica cotidiana em verso que usa um apagão elétrico como metáfora para a fragilidade da vida moderna. O tom é coloquial, quase um diálogo teatral, marcado por uma ironia leve sobre a dependência tecnológica. A transição rápida do incômodo doméstico (perder o jogo de futebol) para o pânico social (corridas ao supermercado e medo de atentados). O autor brinca com o comportamento humano — a regressão ao estado de homens das cavernas diante da falta de luz e o estoque imediato de papel higiênico. O final é pragmático e doméstico; uma vez que a luz volta, o caos é esquecido e a rotina se restabelece, reforçando o quanto a eletricidade é o sangue da sociedade atual. Meu abraço poético.

29 de abril de 2026 20:34

134 - Palavras  - XVIII
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Valeu poeta! Parabéns!!!

29 de abril de 2026 12:32

154 - O POEMA DA RUA
Maria dorta disse:

Lindo! Você é nota 10!

27 de abril de 2026 14:17

147 - O VELHO ELEVADOR
G. Mirabeau disse:

Fantástica metáfora. Assim que me sinto.

23 de abril de 2026 20:09

163 - O COLADOR DE TIRINHAS
Shmuel disse:

Boa!

Abraços

23 de abril de 2026 16:40

159 - DEVIA HAVER MAIS BORBOLETAS
Freddie Seixas disse:



20 de abril de 2026 06:46

97 - O NADA
Anna Macedo disse:

Verdade
Bjs

19 de abril de 2026 20:18

158 - A VOZ QUE ACORDA O PALÁCIO
Neiva Dirceu S. Machado - @(ND) disse:

Onde que aplaude 10000... Amei a leitura! Poetizou a vida e os sonhos...

\"A leitura é o nosso mais rico imaginário.
Não é apenas um concurso ou uma prova,
É o \"Laboratório\" onde o sonho se apura,\"...

18 de abril de 2026 09:43

158 - A VOZ QUE ACORDA O PALÁCIO
Francisco Queiroz disse:

Que belo tributo à educação e à cultura, transborda sensibilidade, honrando o passado enquanto aposta no futuro. Parabéns, poeta!

18 de abril de 2026 08:35

156 - TRILOGIA DA GUERRA
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O poema é construído sobre o contraste permanente entre a violência física e a resistência do espírito: Aço e fogo, cidades desmoronadas, escombros aguçados, caos da insensatez. A guerra é personificada como uma dança macabra que consome o lar e a alegria. Sussurros de esperança, lágrimas, amor. Mesmo com o mundo desfeito, o eu lírico enfatiza que o amor e a esperança não são totalmente aniquilados. O autor utiliza recursos que dão vida ao cenário de horror para sensibilizar o leitor: A terra curva-se e as estrelas, em luto, choram. Isso sugere que a guerra não é apenas um problema político, mas uma ferida no próprio cosmos. O silêncio grita nas ruínas. Essa figura de linguagem (oximoro) enfatiza o vazio ensurdecedor deixado pela destruição das cidades. Foca no cenário externo (ruínas, poeira, escombros) e no choque inicial da mudança do riso para o lamento. Interioriza o conflito, falando de corações despedaçados e da estupidez do ato bélico, introduzindo o desejo explícito de paz. Conclui com uma nota de resiliência. Apesar de o mundo ter se desfeito, a última frase — o amor não se deixa derrotar! — serve como uma declaração de resistência vital. O tom é elegíaco (de lamento) e crítico. A repetição de palavras como lágrimas, sombras, ecos e drama cria uma unidade rítmica que reforça a exaustão dos rostos cansados mencionados no texto. É um poema de denúncia que utiliza a tragédia estética para provocar empatia, transformando a frieza do aço e fogo na vulnerabilidade do barro do chão. Saudações poéticas.

16 de abril de 2026 19:53

154 - O POEMA DA RUA
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! Ao definir a rua como a casa de quem não tem casa, o autor escancara a contradição da exclusão social. A rua, que deveria ser o oposto do lar (pelo frio e pela chuva), torna-se o único refúgio possível para o invisível. Diferente de uma casa real, que tem paredes e teto, essa casa-rua é aberta aos elementos (onde chove e faz frio) e à natureza (mar ou rio). Essa amplitude não representa liberdade, mas sim a total exposição e vulnerabilidade do indivíduo. O verso pode ter ou não ter uma saída, sugere o caráter cíclico da pobreza. Para muitos, a rua não é um estado temporário, mas um beco sem saída existencial. O final, viver nela dias e noites a fio, remove o caráter de passagem da rua. Ela deixa de ser o caminho para algum lugar e passa a ser o próprio lugar onde a vida acontece (ou estagna). É um texto que humaniza a estatística, transformando a calçada em um cômodo gelado e infinito. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.

14 de abril de 2026 19:22

149 - O OVO DA GALINHA
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Muito realista, parabéns! Kkkk... De novo? Legal a sua fábula, a galinha já está cansada desse método! Lembrei da visita que devo fazer ao meu médico, isso é chato, mas é preciso, não somente a galinha leva a dedada, ela para sentir se tem ovo e os homens para ver se tem problemas de próstata!

14 de abril de 2026 17:40

153 - Ói Ói Ói
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Bem aplicado a assonância em seu poema, trabalhar poesia usando a sonorização é muito legal, quando se coloca a musicalidade em cada verso é perceptível as cadências musicais nas pausas e contratempos, isso é majestoso!

14 de abril de 2026 17:24

97 - O NADA
Lilá\'s disse:

Ah! Penso!

14 de abril de 2026 13:05

150 - O TABACO
Shmuel disse:

Uma verdade sobre o tabaco! Se não mata cega!

Abraços

12 de abril de 2026 22:48

152 - LIVROS E PESSOAS
Francisco Queiroz disse:

É sempre muito agradável ler seus poemas, confesso que já persisti em muitos livros ruins, teimosia pura, chega ao fim ruim mesmo, mas todo livro merece respeito, estão aqui na minha estante, mas eu não vou abri-los mais, é isso tem mesmo uma similaridade com as pessoas, obrigado pelo saber em forma te poesia, um abraço fraterno!

12 de abril de 2026 19:50

143 - GRANDE
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Isso aí, poeta!

12 de abril de 2026 11:32

150 - O TABACO
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Isso aí, poeta!

12 de abril de 2026 11:11

148 - O FILÓSOFO DE CAFÉ
Ayalah Verônica Berg disse:

Bonito.

11 de abril de 2026 11:03

150 - O TABACO
Neiva Dirceu S. Machado - @(ND) disse:

Um recado poético de utilidade pública! Amei ler...

11 de abril de 2026 09:17

104 - A MORTE?
[email protected] disse:

Já para mim a morte é um descanso .
Descanso de luta ,dor e sofrimento .Descanso pra quem morreu ,mas tormento pra quem ficou .

10 de abril de 2026 20:57

149 - O OVO DA GALINHA
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! Este poema usa uma linguagem simples e direta. O uso recorrente de diminutivos (fresquinha, manhãzinha, galinha, coitadinha) cria uma sonoridade leve, típica de rimas infantis ou de cordel, mas com um desfecho cômico e inesperado. O conflito central é o método parvo (tolo/estúpido) da Dona Teresinha para verificar se a galinha tem ovo. O poema humaniza a galinha Pedrês, dando-lhe voz e dignidade para reclamar da invasão de privacidade e da falta de comunicação. Ao fazer a galinha resmungar e sugerir que a dona apenas pergunte, o autor cria um efeito de humor pelo absurdo. A galinha demonstra mais bom senso e civilidade do que a própria humana, subvertendo a lógica da relação entre criador e animal. A estrutura de versos curtos acelera a leitura até o clímax cômico da ação da Dona Teresinha. A interjeição - Outra vez / Este método parvo / De novo! interrompe o fluxo narrativo para dar lugar à voz indignada da ave, o que garante a graça do texto. Em suma, é uma crônica rimada que usa o humor para observar uma cena comum do campo, dando um toque de irreverência ao ato cotidiano de colher ovos. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.

9 de abril de 2026 20:38

147 - O VELHO ELEVADOR
LEIDE FREITAS disse:

É desse jeito.
Boa Noite!

8 de abril de 2026 19:17

147 - O VELHO ELEVADOR
Noétrico disse:

A condição humana, da repetição, da precariedade e da ilusão de controle. Um poema maduro, bem construído e com uma voz própria. Um arraso com sempre Caro Arthur.

8 de abril de 2026 14:13

147 - O VELHO ELEVADOR
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O elevador não é apenas uma máquina velha; ele é um símbolo de algo maior. Quando você escreve que o problema é o mal nacional, você toca na ideia da desenrasca ou do conserto superficial Tira parafuso, mete parafuso, resolve-se, não se resolve. Há uma crítica clara à falta de soluções definitivas e à ineficiência burocrática ou técnica que faz com que, amanhã, esteja tudo igual. O elevador ganha características humanas e biológicas: Ele descansa, é afetado pela mudança de clima e, finalmente, emudece. Essa personificação prepara o leitor para o salto metafórico do final do poema: o elevador somos nós. A introdução da palavra alcatruzes (os baldes de uma nora ou roda de água) é brilhante. Ela muda a imagem de um elevador moderno para algo ancestral e cíclico: A vida é vista como um mecanismo de repetição (sobem, descem) que depende de que todas as peças funcionem. O poema sugere que o equilíbrio da nossa existência é precário. Achamos que estamos bem, mas, como o elevador, somos feitos de peças que se desgastam. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.

7 de abril de 2026 20:17

147 - O VELHO ELEVADOR
Francisco Queiroz disse:

É sempre entrar em um elevador de Alegria que só sobe ler os teus versos, gratidão, Nobre Poeta!

7 de abril de 2026 08:24

146 - PARIS, PARIS!
Charles Araújo disse:

Bravo , cabe também aos poetas a missão da denuncia sem romantismo!!

6 de abril de 2026 19:13

146 - PARIS, PARIS!
Maria dorta disse:

Muito bem lembrado,todos os cantos endeusados de Paris e tudo o que está cidade histórica representa para o mundo! Inexplicável como sendo esse ícone histórico e sendo tão rica, a cidade viva imperturbavel com um rio famoso( lá Seine) tão merdamente poluído! Falta de respeito a todos os que lá vivem e os que a visitam!

6 de abril de 2026 11:24

141 - OS PRINCÍPIOS MORAIS E OUTROS QUE TAIS
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! Você começa definindo a moral como algo sapiencial e racional, mas logo subverte isso. Ao dizer que ela não tem que ver com perturbações intestinais ou seiscentos reais, você ridiculariza a tentativa humana de dogmatizar o comportamento. O poema mostra a moral como algo que deveria ser imparcial e integral, mas que na prática se perde em razões eleitorais e preconceitos (como a condenação aos bacanais e aos homossexuais). Você aponta que a base dessa moral muitas vezes é irreal e manipulável, servindo mais para controle social do que para ética verdadeira. O ponto de interrogação triplo no fim (os princípios morais???) e a pergunta o que é isso??? transformam toda a ladainha anterior em um castelo de cartas que desmorona. Você sugere que a moral, da forma como é pregada, é uma ficção conveniente. Meu abraço fraterno.

31 de março de 2026 21:43

97 - O NADA
Maiza Chagas disse:

Não digo nada, mas li e apreciei. É concordo que, Sempre tem quem quer ouvir somente aquilo que desejam.
Muito bom .

30 de março de 2026 15:21

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