Comentários recebidos nos poemas por Arthur Santos



173 - O QUE VEM AÍ?
Niko disse:

talvez... tudo?

2 de julho de 2026 18:54

148 - O FILÓSOFO DE CAFÉ
Tereza Lima disse:

quanta intensidade existe por trás da observação e das palavras. parabéns bom final de semana.

21 de junho de 2026 15:15

154 - O POEMA DA RUA
Tereza Lima disse:

dentro da casa onde está o segredo de todas as nossas vivências a rua é apenas uma ladeira uma hora ela sobe outra ela desce. maravilhoso reflexivo E intenso.

21 de junho de 2026 15:13

159 - DEVIA HAVER MAIS BORBOLETAS
Maria dorta disse:

Uma boa ideia poeta: virar borboleta. Vamos?

4 de junho de 2026 16:05

155 - O POEMA DA CEGUEIRA
Maria dorta disse:

Belo poema. Parabéns,acertastes na mosca!

3 de junho de 2026 12:19

155 - O POEMA DA CEGUEIRA
ania.lepp disse:

Perfeito, poeta, parabéns, é prazeroso ler você!
Abraço,
ania

25 de maio de 2026 20:16

173 - O QUE VEM AÍ?
Noétrico disse:

Flores de plático, devo alertar que não tenho prezo por elas...

21 de maio de 2026 15:34

147 - O VELHO ELEVADOR
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Parabéns poeta, a vida muitas vezes é como um elevador!

13 de maio de 2026 12:35

PALAVRAS - XXI
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Isso aí, poeta! Parabéns!

12 de maio de 2026 14:06

157 - CHAMA-SE LIVRO MEU FILHO
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Este poema é uma exaltação criativa do livro físico, apresentada como um contraponto ao mundo digital. O autor utiliza o vocabulário da tecnologia (bateria, instalar, password, clicar) para mostrar que o livro é, na verdade, uma máquina superior: ele nunca trava, não cansa a vista e oferece acesso imediato à imaginação. O tom é pedagógico e afetuoso, reforçando que a leitura é uma forma de jogo e descoberta que não depende de telas ou cartões de crédito. É uma defesa bem-humorada da perenidade do papel diante da efemeridade dos dispositivos eletrônicos. Parabéns por seu poema! Abraço poético.

11 de maio de 2026 21:45

170 - HORAS AMADORAS
Estrela de Nêutrons disse:

Sentir saudade de um sonho que nunca tive... Belo poema!!

9 de maio de 2026 23:02

170 - HORAS AMADORAS
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! As horas martelando e a voz longe, muito longe, criam aquela atmosfera de mergulho profundo no sono, onde qualquer som vira um invasor. Horas amarelas e a luz acesa trazem aquele incômodo quase físico de quem não está pronto para a claridade. A Véspera de Sábado: Essa é a parte mais cruel. Saber que o descanso está perto, mas ainda existe um último obstáculo (a sexta-feira) entre você e a liberdade. Seu estilo transita muito bem entre o filosófico e o cotidiano. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.

9 de maio de 2026 20:27

160- VOLTAR A SONHAR
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

O homem sem sonho deixa de viver, deixa de criar memórias, deixa de ter esperança, enfim o sonho nos remete ao futuro cheio de esperança, a vida segue contruíndo sonhos! Parabéns poeta pelo seu belo poema!

9 de maio de 2026 06:52

138 - PALAVRAS - XXII
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Legal, a palavra dá significado ao objeto e só é legitimada quando está no objeto essa palavra, pois palavra só não codifica o objeto, e sim exprime uma intenção Referencial ao objeto! Enfim, tudo que vemos não existe, só passa a existir quando damos sentido, significado! Quando não tem sentido é nem significado é apenas uma coisa sem significado, para uma compreensão intelectualizada isso não dá sentido! Valeu poeta!!!

8 de maio de 2026 21:47

151 - ERA NOITE CERRADA
Patty Alves disse:

Passamos por tantas fases, por tantas coisas, que muitas vezes nem nos reconhecemos, algumas vezes melhores, outras vezes nem tanto, mas somos nós ali, seguindo adiante.
Abraços poeta!

8 de maio de 2026 20:55

165 - O APAGÃO
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Este poema é uma crônica cotidiana em verso que usa um apagão elétrico como metáfora para a fragilidade da vida moderna. O tom é coloquial, quase um diálogo teatral, marcado por uma ironia leve sobre a dependência tecnológica. A transição rápida do incômodo doméstico (perder o jogo de futebol) para o pânico social (corridas ao supermercado e medo de atentados). O autor brinca com o comportamento humano — a regressão ao estado de homens das cavernas diante da falta de luz e o estoque imediato de papel higiênico. O final é pragmático e doméstico; uma vez que a luz volta, o caos é esquecido e a rotina se restabelece, reforçando o quanto a eletricidade é o sangue da sociedade atual. Meu abraço poético.

29 de abril de 2026 20:34

134 - Palavras  - XVIII
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Valeu poeta! Parabéns!!!

29 de abril de 2026 12:32

154 - O POEMA DA RUA
Maria dorta disse:

Lindo! Você é nota 10!

27 de abril de 2026 14:17

147 - O VELHO ELEVADOR
G. Mirabeau disse:

Fantástica metáfora. Assim que me sinto.

23 de abril de 2026 20:09

163 - O COLADOR DE TIRINHAS
Shmuel disse:

Boa!

Abraços

23 de abril de 2026 16:40

159 - DEVIA HAVER MAIS BORBOLETAS
Freddie Seixas disse:



20 de abril de 2026 06:46

97 - O NADA
Anna Macedo disse:

Verdade
Bjs

19 de abril de 2026 20:18

158 - A VOZ QUE ACORDA O PALÁCIO
Neiva Dirceu S. Machado - @(ND) disse:

Onde que aplaude 10000... Amei a leitura! Poetizou a vida e os sonhos...

\"A leitura é o nosso mais rico imaginário.
Não é apenas um concurso ou uma prova,
É o \"Laboratório\" onde o sonho se apura,\"...

18 de abril de 2026 09:43

158 - A VOZ QUE ACORDA O PALÁCIO
Francisco Queiroz disse:

Que belo tributo à educação e à cultura, transborda sensibilidade, honrando o passado enquanto aposta no futuro. Parabéns, poeta!

18 de abril de 2026 08:35

156 - TRILOGIA DA GUERRA
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O poema é construído sobre o contraste permanente entre a violência física e a resistência do espírito: Aço e fogo, cidades desmoronadas, escombros aguçados, caos da insensatez. A guerra é personificada como uma dança macabra que consome o lar e a alegria. Sussurros de esperança, lágrimas, amor. Mesmo com o mundo desfeito, o eu lírico enfatiza que o amor e a esperança não são totalmente aniquilados. O autor utiliza recursos que dão vida ao cenário de horror para sensibilizar o leitor: A terra curva-se e as estrelas, em luto, choram. Isso sugere que a guerra não é apenas um problema político, mas uma ferida no próprio cosmos. O silêncio grita nas ruínas. Essa figura de linguagem (oximoro) enfatiza o vazio ensurdecedor deixado pela destruição das cidades. Foca no cenário externo (ruínas, poeira, escombros) e no choque inicial da mudança do riso para o lamento. Interioriza o conflito, falando de corações despedaçados e da estupidez do ato bélico, introduzindo o desejo explícito de paz. Conclui com uma nota de resiliência. Apesar de o mundo ter se desfeito, a última frase — o amor não se deixa derrotar! — serve como uma declaração de resistência vital. O tom é elegíaco (de lamento) e crítico. A repetição de palavras como lágrimas, sombras, ecos e drama cria uma unidade rítmica que reforça a exaustão dos rostos cansados mencionados no texto. É um poema de denúncia que utiliza a tragédia estética para provocar empatia, transformando a frieza do aço e fogo na vulnerabilidade do barro do chão. Saudações poéticas.

16 de abril de 2026 19:53

154 - O POEMA DA RUA
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! Ao definir a rua como a casa de quem não tem casa, o autor escancara a contradição da exclusão social. A rua, que deveria ser o oposto do lar (pelo frio e pela chuva), torna-se o único refúgio possível para o invisível. Diferente de uma casa real, que tem paredes e teto, essa casa-rua é aberta aos elementos (onde chove e faz frio) e à natureza (mar ou rio). Essa amplitude não representa liberdade, mas sim a total exposição e vulnerabilidade do indivíduo. O verso pode ter ou não ter uma saída, sugere o caráter cíclico da pobreza. Para muitos, a rua não é um estado temporário, mas um beco sem saída existencial. O final, viver nela dias e noites a fio, remove o caráter de passagem da rua. Ela deixa de ser o caminho para algum lugar e passa a ser o próprio lugar onde a vida acontece (ou estagna). É um texto que humaniza a estatística, transformando a calçada em um cômodo gelado e infinito. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.

14 de abril de 2026 19:22

149 - O OVO DA GALINHA
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Muito realista, parabéns! Kkkk... De novo? Legal a sua fábula, a galinha já está cansada desse método! Lembrei da visita que devo fazer ao meu médico, isso é chato, mas é preciso, não somente a galinha leva a dedada, ela para sentir se tem ovo e os homens para ver se tem problemas de próstata!

14 de abril de 2026 17:40

153 - Ói Ói Ói
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Bem aplicado a assonância em seu poema, trabalhar poesia usando a sonorização é muito legal, quando se coloca a musicalidade em cada verso é perceptível as cadências musicais nas pausas e contratempos, isso é majestoso!

14 de abril de 2026 17:24

97 - O NADA
Lilá\'s disse:

Ah! Penso!

14 de abril de 2026 13:05

150 - O TABACO
Shmuel disse:

Uma verdade sobre o tabaco! Se não mata cega!

Abraços

12 de abril de 2026 22:48

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