A MORTE?
Sim vocês aí
Que me estão a ler
Meramente por divertimento
Digam-me sem fingimento
A morte
Sabem o que é a morte?
Sem fingimento
Disse eu no início
Vá lá não é grande o sacrifício
Sabem o que é a morte
Ou não?
Querem saber a minha opinião?
Querem?
Mas não
Não dou a minha opinião
Pensem.
E nada de pensamentos falsos
E nada de pensamentos funestos
Sejam honestos
Sem mim
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Autor:
Arthur Santos (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 10 de fevereiro de 2026 09:23
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 168

Offline)
Comentários3
A morte, para mim, é como a eterna paz. Ela sempre será o final de uma vida, boa ou ruim; não há como fugir disso. Então, não há sentido em pensar que a morte é um final sem vida; ela é o ponto final nisso tudo que vivemos. O final não precisa ser triste ou aterrorizante. Belo poema!
É vedade Snowy. Grato pleo comentário.
Gostei do poema não define a morte. Desmonta a pretensão de defini-la. E ao fazer isso, transforma a morte num espelho e o que importa não é a resposta, mas a honestidade de quem responde. Sensacional
Desculpe Maisa... O que me quer dizer com os dois pontos de interrogação?
Peço perdão Caro Amigo Arthur Santos. Deve ser que toquei sem querer. Já eliminei
Agradeço o seu comentário amiga Maisa.
Pode haver muitas definições para a morte. É a chegada ao ponto de partida,,ou Eden. O descanso eterno,se a vida foi bem vivida
Grato pleo seu comentário Maria Dorta.
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