Comentários recebidos nos poemas por Raquel Ordones
Lembra da Dona Baratinha?
Shmuel disse:
Baratinha danada essa, hein!
Impossível não lembrar da barata da vizinha. rsrs!
Abraços!
7 de abril de 2026 18:46
Shmuel disse:
Baratinha danada essa, hein!
Impossível não lembrar da barata da vizinha. rsrs!
Abraços!
7 de abril de 2026 18:46
Lendo o céu
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Somente Enoque conhecia o paraíso e sabia que lá tem a árvore do bem do mal, a árvore da sabedoria. Boa tarde poeta.
2 de abril de 2026 13:53
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Somente Enoque conhecia o paraíso e sabia que lá tem a árvore do bem do mal, a árvore da sabedoria. Boa tarde poeta.
2 de abril de 2026 13:53
Conto sem desconto
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Top das Galáxias o seu estilo!
2 de abril de 2026 12:19
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Top das Galáxias o seu estilo!
2 de abril de 2026 12:19
Poesia no sinal
LEIDE FREITAS disse:
Um poema de observação do Cotidiano e a poesia como remédio de uma realidade nua e crua presente no cotidiano das ruas.
Gostei.
Boa Noite, poeta Raquel Ordones!
29 de março de 2026 23:16
LEIDE FREITAS disse:
Um poema de observação do Cotidiano e a poesia como remédio de uma realidade nua e crua presente no cotidiano das ruas.
Gostei.
Boa Noite, poeta Raquel Ordones!
29 de março de 2026 23:16
Diário
Paulo Zevinsk disse:
sua poesia me representa. pra todos os lados que se olha, não há sinal de notícias boas. é o homem sendo o lobo do homem, como você caracterizou muito bem no seu soneto. e pra piorar, o mundo digital se sobressai sobre a vida real, e na rua é mais fácil encontrar alguém vivendo sob likes do que sob um teto. parabéns!
25 de março de 2026 22:25
Paulo Zevinsk disse:
sua poesia me representa. pra todos os lados que se olha, não há sinal de notícias boas. é o homem sendo o lobo do homem, como você caracterizou muito bem no seu soneto. e pra piorar, o mundo digital se sobressai sobre a vida real, e na rua é mais fácil encontrar alguém vivendo sob likes do que sob um teto. parabéns!
25 de março de 2026 22:25
O ódio ficou com ódio
Arthur Santos disse:
Devia ser sempre assim: O ódio transformar-se em vapor e desaparecer para sempre!
Belo poema.
24 de março de 2026 14:45
Arthur Santos disse:
Devia ser sempre assim: O ódio transformar-se em vapor e desaparecer para sempre!
Belo poema.
24 de março de 2026 14:45
O ódio ficou com ódio
Shmuel disse:
...\"Acode, até meu alho tem dor de dente!\"...
Nobre poeta, você se supera a cada públicacão!
Abraços
23 de março de 2026 22:30
Shmuel disse:
...\"Acode, até meu alho tem dor de dente!\"...
Nobre poeta, você se supera a cada públicacão!
Abraços
23 de março de 2026 22:30
Poesia
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ...dizes da poesia nesses teus versos com imagens poéticas que mostram bem o quanto é intensa a tua sensibilidade...,...resumindo: Poesia é Raquel Ordones! /// Carinhos a ti.
16 de março de 2026 10:05
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ...dizes da poesia nesses teus versos com imagens poéticas que mostram bem o quanto é intensa a tua sensibilidade...,...resumindo: Poesia é Raquel Ordones! /// Carinhos a ti.
16 de março de 2026 10:05
Eu falando do amor de novo
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa! Você quebra a solenidade do falar de amor com elementos do cotidiano quase cômicos (salsicha, lagartixa, barbicha). Isso traz uma leveza autêntica, mostrando que a poesia não precisa ser sempre de mármore; ela pode ser de carne e osso (e embutidos). O uso de verbos como espicha e encolhe, comicha, esguicha e o coração como tambor dá ao texto uma energia física, quase elétrica. O sentimento não é estático; ele vaza, picha as paredes internas e transborda. A escolha dessa rima — sonora, saltitante e um pouco atrevida — reforça o tom. Ela tira o peso da dor e da rixa, transformando o dilema emocional em uma espécie de dança verbal. O encerramento é brilhante ao personificar o amor em dois extremos: a paixão impetuosa (jovem/rixa) versus o ceticismo ranzinza (velho/barbicha). Você deixa a pergunta no ar: o amor é o vigor que esguicha ou a ficha que a gente tenta, em vão, completar? Parabéns pelo poema! Meu abraço poético.
11 de março de 2026 20:59
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa! Você quebra a solenidade do falar de amor com elementos do cotidiano quase cômicos (salsicha, lagartixa, barbicha). Isso traz uma leveza autêntica, mostrando que a poesia não precisa ser sempre de mármore; ela pode ser de carne e osso (e embutidos). O uso de verbos como espicha e encolhe, comicha, esguicha e o coração como tambor dá ao texto uma energia física, quase elétrica. O sentimento não é estático; ele vaza, picha as paredes internas e transborda. A escolha dessa rima — sonora, saltitante e um pouco atrevida — reforça o tom. Ela tira o peso da dor e da rixa, transformando o dilema emocional em uma espécie de dança verbal. O encerramento é brilhante ao personificar o amor em dois extremos: a paixão impetuosa (jovem/rixa) versus o ceticismo ranzinza (velho/barbicha). Você deixa a pergunta no ar: o amor é o vigor que esguicha ou a ficha que a gente tenta, em vão, completar? Parabéns pelo poema! Meu abraço poético.
11 de março de 2026 20:59
Velhinha de sessenta
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ...minha amiga...,...retratas essa \"velhinha\" de sessenta de forma a dar-nos (dar-me) \"água na boca\"! ...ficou pra lá de interessante a forma como versaste no descrever das \"qualidades\" (e que qualidades!) dessa então pra lá de mui \"deliciosa\" sexagenária...,...não deixaste \"pedra sobre pedra\" na idealizalção dessa \"maravilha das maravilhas\" -suculenta e todinha turbinada! ...gostei pra caramba! /// Meu carinho,
10 de março de 2026 21:11
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ...minha amiga...,...retratas essa \"velhinha\" de sessenta de forma a dar-nos (dar-me) \"água na boca\"! ...ficou pra lá de interessante a forma como versaste no descrever das \"qualidades\" (e que qualidades!) dessa então pra lá de mui \"deliciosa\" sexagenária...,...não deixaste \"pedra sobre pedra\" na idealizalção dessa \"maravilha das maravilhas\" -suculenta e todinha turbinada! ...gostei pra caramba! /// Meu carinho,
10 de março de 2026 21:11
Velhinha de sessenta
Maria dorta disse:
Nós,sexagenários, temos a idade dos nossos sonhos e o corpo, se foi cuidado e respeitado, muitas vezes é invejado! Parabéns pelo poema!
10 de março de 2026 11:18
Maria dorta disse:
Nós,sexagenários, temos a idade dos nossos sonhos e o corpo, se foi cuidado e respeitado, muitas vezes é invejado! Parabéns pelo poema!
10 de março de 2026 11:18
Mais notas sobre ela
Vilma Oliveira disse:
Muito bom e criativo seu soneto poetisa, parabéns!
Tenha uma noite abençoada. Abraço poético.
27 de fevereiro de 2026 20:37
Vilma Oliveira disse:
Muito bom e criativo seu soneto poetisa, parabéns!
Tenha uma noite abençoada. Abraço poético.
27 de fevereiro de 2026 20:37
Das raízes...
Shmuel disse:
Um texto caprichoso,, poeta!
.excelente semana!
Abraços
23 de fevereiro de 2026 12:11
Shmuel disse:
Um texto caprichoso,, poeta!
.excelente semana!
Abraços
23 de fevereiro de 2026 12:11
Recomeço
Oswaldo Jesus Motta disse:
Uau! A aceitação dos defeitos como parte da inteireza humana dá ao texto uma força suave... um convite à paz interior. Ótima noite, Poetisa!
22 de fevereiro de 2026 21:19
Oswaldo Jesus Motta disse:
Uau! A aceitação dos defeitos como parte da inteireza humana dá ao texto uma força suave... um convite à paz interior. Ótima noite, Poetisa!
22 de fevereiro de 2026 21:19
Parnasiano ser
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa, Boa noite! Belo soneto de raro esplendor, meus parabéns!
Meu abraço poético.
22 de fevereiro de 2026 20:32
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa, Boa noite! Belo soneto de raro esplendor, meus parabéns!
Meu abraço poético.
22 de fevereiro de 2026 20:32
Pare, espere! E ele segue...
Oswaldo Jesus Motta disse:
Delicado e cheio de imagens vivas… versos que brincam com o cotidiano e transformam a cena em poesia leve e encantadora. Abraços poéticos!
22 de fevereiro de 2026 09:51
Oswaldo Jesus Motta disse:
Delicado e cheio de imagens vivas… versos que brincam com o cotidiano e transformam a cena em poesia leve e encantadora. Abraços poéticos!
22 de fevereiro de 2026 09:51
Parnasiano ser
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Legal o seu estilo de escrita! Parabéns!!!
21 de fevereiro de 2026 21:51
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Legal o seu estilo de escrita! Parabéns!!!
21 de fevereiro de 2026 21:51
Parnasiano ser
Oswaldo Jesus Motta disse:
A desumanização como um processo corrosivo, que mata a empatia e banaliza a dignidade, enquanto a indiferença e a crueldade se tornam \"quase normais\"...Belas palavras, Poetisa! Abraços poéticos!
21 de fevereiro de 2026 15:28
Oswaldo Jesus Motta disse:
A desumanização como um processo corrosivo, que mata a empatia e banaliza a dignidade, enquanto a indiferença e a crueldade se tornam \"quase normais\"...Belas palavras, Poetisa! Abraços poéticos!
21 de fevereiro de 2026 15:28
Parnasiano ser
poesiasarisco disse:
Mais que poema, suas palavras se fazem apelo!
Belíssimo!!
20 de fevereiro de 2026 22:04
poesiasarisco disse:
Mais que poema, suas palavras se fazem apelo!
Belíssimo!!
20 de fevereiro de 2026 22:04
BBB
Oswaldo Jesus Motta disse:
Belas palavras, Poetisa! Quando a mídia esquece seu papel de instruir, o vazio se instala — e o silêncio da cultura pesa mais que qualquer barulho...Abraços poéticos!
20 de fevereiro de 2026 15:12
Oswaldo Jesus Motta disse:
Belas palavras, Poetisa! Quando a mídia esquece seu papel de instruir, o vazio se instala — e o silêncio da cultura pesa mais que qualquer barulho...Abraços poéticos!
20 de fevereiro de 2026 15:12
Sem hora pra gole de poesia
Oswaldo Jesus Motta disse:
Belas palavras, Poetisa!
16 de fevereiro de 2026 13:43
Oswaldo Jesus Motta disse:
Belas palavras, Poetisa!
16 de fevereiro de 2026 13:43
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