Comentários recebidos nos poemas por Raquel Ordones



Diário
Paulo Zevinsk disse:

sua poesia me representa. pra todos os lados que se olha, não há sinal de notícias boas. é o homem sendo o lobo do homem, como você caracterizou muito bem no seu soneto. e pra piorar, o mundo digital se sobressai sobre a vida real, e na rua é mais fácil encontrar alguém vivendo sob likes do que sob um teto. parabéns!

25 de março de 2026 22:25

O ódio ficou com ódio
LEIDE FREITAS disse:

Gostei demais. Até breve!

25 de março de 2026 00:46

O ódio ficou com ódio
Arthur Santos disse:

Devia ser sempre assim: O ódio transformar-se em vapor e desaparecer para sempre!
Belo poema.

24 de março de 2026 14:45

O ódio ficou com ódio
Shmuel disse:

...\"Acode, até meu alho tem dor de dente!\"...

Nobre poeta, você se supera a cada públicacão!

Abraços

23 de março de 2026 22:30

Poesia
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...dizes da poesia nesses teus versos com imagens poéticas que mostram bem o quanto é intensa a tua sensibilidade...,...resumindo: Poesia é Raquel Ordones! /// Carinhos a ti.

16 de março de 2026 10:05

Eu falando do amor de novo
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poetisa! Você quebra a solenidade do falar de amor com elementos do cotidiano quase cômicos (salsicha, lagartixa, barbicha). Isso traz uma leveza autêntica, mostrando que a poesia não precisa ser sempre de mármore; ela pode ser de carne e osso (e embutidos). O uso de verbos como espicha e encolhe, comicha, esguicha e o coração como tambor dá ao texto uma energia física, quase elétrica. O sentimento não é estático; ele vaza, picha as paredes internas e transborda. A escolha dessa rima — sonora, saltitante e um pouco atrevida — reforça o tom. Ela tira o peso da dor e da rixa, transformando o dilema emocional em uma espécie de dança verbal. O encerramento é brilhante ao personificar o amor em dois extremos: a paixão impetuosa (jovem/rixa) versus o ceticismo ranzinza (velho/barbicha). Você deixa a pergunta no ar: o amor é o vigor que esguicha ou a ficha que a gente tenta, em vão, completar? Parabéns pelo poema! Meu abraço poético.

11 de março de 2026 20:59

Velhinha de sessenta
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...minha amiga...,...retratas essa \"velhinha\" de sessenta de forma a dar-nos (dar-me) \"água na boca\"! ...ficou pra lá de interessante a forma como versaste no descrever das \"qualidades\" (e que qualidades!) dessa então pra lá de mui \"deliciosa\" sexagenária...,...não deixaste \"pedra sobre pedra\" na idealizalção dessa \"maravilha das maravilhas\" -suculenta e todinha turbinada! ...gostei pra caramba! /// Meu carinho,

10 de março de 2026 21:11

Velhinha de sessenta
Shmuel disse:

Muito bom mesmo!

Abraços

10 de março de 2026 18:24

Velhinha de sessenta
Maria dorta disse:

Nós,sexagenários, temos a idade dos nossos sonhos e o corpo, se foi cuidado e respeitado, muitas vezes é invejado! Parabéns pelo poema!

10 de março de 2026 11:18

Mais notas sobre ela
Vilma Oliveira disse:

Muito bom e criativo seu soneto poetisa, parabéns!
Tenha uma noite abençoada. Abraço poético.

27 de fevereiro de 2026 20:37

Das raízes...
Shmuel disse:

Um texto caprichoso,, poeta!
.excelente semana!
Abraços

23 de fevereiro de 2026 12:11

Recomeço
Oswaldo Jesus Motta disse:

Uau! A aceitação dos defeitos como parte da inteireza humana dá ao texto uma força suave... um convite à paz interior. Ótima noite, Poetisa!

22 de fevereiro de 2026 21:19

Parnasiano ser
Vilma Oliveira disse:

Olá poetisa, Boa noite! Belo soneto de raro esplendor, meus parabéns!
Meu abraço poético.

22 de fevereiro de 2026 20:32

Pare, espere! E ele segue...
Oswaldo Jesus Motta disse:

Delicado e cheio de imagens vivas… versos que brincam com o cotidiano e transformam a cena em poesia leve e encantadora. Abraços poéticos!

22 de fevereiro de 2026 09:51

Parnasiano ser
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Legal o seu estilo de escrita! Parabéns!!!

21 de fevereiro de 2026 21:51

Parnasiano ser
Oswaldo Jesus Motta disse:

A desumanização como um processo corrosivo, que mata a empatia e banaliza a dignidade, enquanto a indiferença e a crueldade se tornam \"quase normais\"...Belas palavras, Poetisa! Abraços poéticos!

21 de fevereiro de 2026 15:28

Parnasiano ser
poesiasarisco disse:

Mais que poema, suas palavras se fazem apelo!
Belíssimo!!

20 de fevereiro de 2026 22:04

BBB
Oswaldo Jesus Motta disse:

Belas palavras, Poetisa! Quando a mídia esquece seu papel de instruir, o vazio se instala — e o silêncio da cultura pesa mais que qualquer barulho...Abraços poéticos!

20 de fevereiro de 2026 15:12

Ah, braços!
LEIDE FREITAS disse:

Gostei demais. Boa Noite!

19 de fevereiro de 2026 23:00

BBB
Drica disse:

Parabéns! Não assisto TV aberta há mais de 15 anos.

17 de fevereiro de 2026 15:46

Sem hora pra gole de poesia
Oswaldo Jesus Motta disse:

Belas palavras, Poetisa!

16 de fevereiro de 2026 13:43

Ela passarinha
LEIDE FREITAS disse:

Adorável poema. Até breve!

9 de fevereiro de 2026 05:49

Soneto para Bilac
Vilma Oliveira disse:

Bela Homenagem ao Nosso Grande poeta Bilac, parabéns!
Tenha uma ótima noite! Meu abraço poético.

8 de fevereiro de 2026 21:26

Delícia e pavor
Shmuel disse:

Sempre ? agradável ler seus poemas, Raquel Ordones!

Abraços!

8 de fevereiro de 2026 01:05

Pintura íntima
LEIDE FREITAS disse:

Adorei o poema. Até breve!


7 de fevereiro de 2026 11:39

Sem hora pra gole de poesia
LEIDE FREITAS disse:

Um poema inusitado. Até breve!

7 de fevereiro de 2026 11:37

Soneto para Bilac
LEIDE FREITAS disse:

Gosto muito de Olavo Bilac. Até breve.

7 de fevereiro de 2026 11:36

Por um triz, tesa...
LEIDE FREITAS disse:

Muito interessante. Até breve!

7 de fevereiro de 2026 11:34

Delícia e pavor
LEIDE FREITAS disse:

Um poema gostoso de ler.
Excelente fim de semana.

7 de fevereiro de 2026 11:33

Sem hora pra gole de poesia
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Concordo plenamente com essa poesia, gostei do seu estilo, descontraído!!! Abraço fraterno!!!

4 de fevereiro de 2026 00:36

Página 1 de 41234»


« Voltar ao perfil de Raquel Ordones