Base: livro. Em saber sana essa fome.
Come todas as letras; mesmo a crase.
Frase pequena ou não, sem o pronome.
Some em montanha russa, camicase.
Jaze nessa procura que consome.
Recome, até que sua alma se embase.
Fase ciente: não tem nenhum nome.
Retome se perder; abrace e arrase.
Case com a ciência: sobrenome.
Home: portas abertas e não rase.
Abrase o pensamento; o desengome.
Tome a chave; finura, mas não atrase.
Vaze-se; sua mente tem renome.
Dome-se; e nunca aceite nenhum ‘quase’.
Raquel Ordones #ordonismo #raqueleie
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Autor:
Raquel Ordones (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 6 de janeiro de 2026 20:51
- Categoria: Surrealista
- Visualizações: 20
- Usuários favoritos deste poema: Shmuel

Offline)
Comentários2
Excelente lógica! Exalta o saber como um processo intenso, contínuo e transformador, que exige entrega, rigor e coragem. Defende o conhecimento como movimento, ciência e leitura, rejeitando a acomodação, a superficialidade e o “quase”, valorizando a busca constante e a inquietação do pensamento.
obrigada! feliz com sua leitura e tanta riqueza no comentário! bjin...
Gostei!
Gosto das coisas assim! Que dispensa princípio um entendimento retilíneo.
Abraço!
obrigada por ler-me! feliz aqui! abraços...
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