Carlos Lucena

O BREU E A PRATA

BREU DE PRATA

Hoje à noite
A brisa beija o silêncio
E a lua povoa o céu
Numa chuva de prata.
O vento leve
Sopra manso
No regaço de uma noite de esplendor.
Falta um seresteiro
Falta um violão
Mas o som plangente do vento
E uma melodia de notas calmas
Parece beijar a alma
E gotas de lume
É luz de perfume
Que embriaga de serenidade
Essa noite de frio!


( A noite em BAIXIO ontem estava encantadora, muito frio)

Carlos Lucena

Comentários3

  • Nelson de Medeiros

    Bom dia poeta. Lindas liras em metáforas muito bem colocadas.

    1 ab

  • Carlos Lucena

    Bom dia, poeta. Os fenômenos noturnos muito me inspiram

  • Mari Machado

    "Mas o som plangente do vento
    E uma melodia de notas calmas
    Parece beijar a alma" e a tocou tão fundo, que ela se derramou em versos... Lindo!

    • Carlos Lucena

      É Mari
      Acordo de madrugada e vou apreciar as estrelas.
      O Cruzeiro do Sul me encanta e comove.

      • Mari Machado

        Belo costume, Carlos. Revela uma alma profundamente sensível! Minhas madrugadas são de sono profundo, é o horário em que consigo ter a melhor parte do sono... Gde abç.



      Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.