CORASSIS

Cotidiano nosso

Almas que não  somam 
Ah!  malvada carne 
Em todo tipo de espetáculo
Aparentemente cativante 
Um difuso sorriso atraente
Mas longe de aconchegar 
A vida pode dar mais graça 
E mais notoriedade  a
Míseros mortais 
Almas que juntas somam 
A perdição desconcertante 
Há um gosto indiscutível pra tudo
Salutar mesmo só o humilde caminho 
Um diminuto aconchego noturno a descansar
Tenho águas nós sapatos 
De andar légua tirana
Para ganhar meus proventos 
E quitar diariamente  a permanência aqui
Todo dia e uma aventura 
Todo dia querênciar  a tal  nobre  vida 
E todo dia  é um dever ,
tornar se  um espartano com dor  espartana 
Eu  tenho essa dor amarrada a mim
Como correntes  e cadeados 
Descubra a chaves  idiota e fuja !
Porque o imposto já foi pago .
Resumindo o cotidiano nosso.

 

Comentários1

  • Claudio Reis

    Um poeta indigna-se versando sutilmente !

    Sempre Corassis!

    Abraços amigo..Siga feliz.



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