Bruno Garcia Santana

Welcome to the chance

 

Sozinho, sem entender a maldade do mundo, 

nem mesmo a maldade que lhe próprio infere. 

Fugindo de um poço de pensamentos imundos, 

de modo a não permitir quê se auto incinere. 

 

Paradoxando suas certezas fundamentais, 

para quê haja espaço para dúvidas vindouras. 

Expurgando seus nexos e anexos, 

 

para quê se cumpra o quê augora.

 

 

Bastando de suas crendices anônimas, 

de seus preceitos e pressupostos, 

despindo das amarras de idéias antônimas,

para quê o vento lhe acaricie o rosto. 

 

Partiu então,

foi voando para longe dos seus tudos, 

levando apenas nada, pois é o quê lhe conveio levar. 

Deixando ao passado um texto mudo, 

agradecendo por tudo quê não mais desfrutará. 

Por: Bruno Garcia Santana

 

Comentários1

  • Mony

    Profundo texto, rico em sentimentos.
    Palavras bem escolhidas para expressar o sentimento.
    Continue, nobre poeta



Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.