TRAVESSURA

LEIDE FREITAS

TRAVESSURA

 

Abriu a janela e, feliz, sorriu

De saudade e contentamento.

Acariciou-lhe a pele a luz solar

Beijava-lhe os cabelos, o vento.

As nuvens acenaram-lhe adeus

E continuaram no espaço azul,

De um céu iluminado de verão...

E fevereiro mal tinha começado.

Um pássaro cantava no meio-fio,

Outro respondia da gaiola.

Tudo parecia estar no seu lugar,

O cheiro de flores que no ar se evola.

O amor invadiu o seu coração,

Quebrou todas as portas e ferrolhos.

Não se sabe ao certo o que aconteceu:

Se capricho dos deuses ou do destino,

Ou somente o Cupido praticando tiro...

Uma travessura de um deus-menino.

 

Leide Freitas 

 

  • Autor: LEIDE FREITAS (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 13 de fevereiro de 2022 10:14
  • Comentário do autor sobre o poema: Pequena reflexão sobre o amor e o efeito que causa nas pessoas, de um modo geral.
  • Categoria: Amor
  • Visualizações: 40
  • Usuários favoritos deste poema: Shmuel
  • Em coleções: SENTIMENTOS.
Comentários +

Comentários4

  • Claudia Casagrande

    Que lindo!
    Adorei!
    um feliz domingo

    • LEIDE FREITAS

      Claudia Casagrande que prazer! Sinto-me honrada por tua leitura e opinião. Muito obrigada!

      Boa tarde e uma excelente semana!

    • Isabela Rodrigues

      Lindo!

      • LEIDE FREITAS

        Isabela Rodrigues muitíssimo obrigada por tua presença e leitura do meu poema. Gratidão.

        Boa tarde e uma excelente semana.

      • Neiva Dirceu S. Machado - @(ND)

        Muito bom , poetisa Leide Freitas, linda inspiração! Ótima semana!

        • LEIDE FREITAS

          ND muitíssimo obrigada por tua leitura e opinião. Gratidão.

          Boa tarde excelente semana.

        • Shmuel

          Um poema bom que reflete contentamento e uma alegria expontanea. É maravilhoso estar neste estado de espírito.
          Bom dia querida poeta, Leide Freitas!

          • LEIDE FREITAS

            Obrigada por tua leitura.

            Sim, é muito bom quando estamos felizes e de bom humor. O amor ainda é a mola da move a vida, sem amor fica um pouco cinzenta.

            Boa noite, poeta Shmuel!




          Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.