Comentários recebidos nos poemas por Vitória Pac



Parte 3: De volta ao Jardim
Rogério disse:

Belíssima!

13 de fevereiro de 2026 16:03

Onde a noite me encontra
Rogério disse:

Muito Bom!

13 de fevereiro de 2026 15:07

Vinte e três
Rogério disse:

Nossa! Novinha!

12 de fevereiro de 2026 15:49

Só queria dormir
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...pois é, menina...tu e a poesia dão a exata noção de como uma simbiose pode ser sublime -a simbiose perfeita! ...não haverá sono que resista! /// Meu carinho.

12 de fevereiro de 2026 09:49

Vinte e três
Maria dorta disse:

Belo e rico poema. Aplausos!

12 de fevereiro de 2026 08:27

Só queria dormir
LEIDE FREITAS disse:

Bonito poema, Vitória Pac!

11 de fevereiro de 2026 20:30

Só queria dormir
Rogério disse:

Muito bacana!

11 de fevereiro de 2026 17:25

Só queria dormir
Módena disse:

muito bom

11 de fevereiro de 2026 14:58

Essa sou eu
Shmuel disse:

Você é muito inspirada! Seus textos são fortes e dizem muito. Pronto falei! Mesmo que voce pense que não ? verdade

Abracos

10 de fevereiro de 2026 14:48

Daqui a Um segundo
Shmuel disse:

Adorei este poema!
Abraços

10 de fevereiro de 2026 14:46

Essa sou eu
Módena disse:

Lindas frases

9 de fevereiro de 2026 21:20

Instável
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...é, minha mui querida amiga, é mais ou menos como diz Francisco, o Buarque de Holanda: -\"...tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu, a gente estancou de repente, ou foi o mundo então que cresceu...\",...ou, como diz, de forma mais simplória, o Armandinho, sábio e simpático vizinho meu: -\"...tem dias que parecem noites...\" // ...e tu foste bonitamente criativa no versar...,...suncinta e pra lá de poética... /// Carinhos (estáveis) a ti.

9 de fevereiro de 2026 10:16

Vinte e três
LEIDE FREITAS disse:

Concordo plenamente!

9 de fevereiro de 2026 05:55

Instável
Vilma Oliveira disse:

Olá poetisa! É verdade, há dias na vida que a gente não sabe o que é melhor pra nós.
Então, é melhor não fazer nada, ficar quieta e deixar pra tomar uma decisão outro dia.
Parabéns pelo poema! Meu abraço poético.

8 de fevereiro de 2026 21:22

Doce paixão
LEIDE FREITAS disse:

Adorei. Até breve!

7 de fevereiro de 2026 19:45

Dor bonita
LEIDE FREITAS disse:

Gostei demais....até breve

7 de fevereiro de 2026 19:43

Entre aspas e parêntese
LEIDE FREITAS disse:

Gostei demais....até breve!

7 de fevereiro de 2026 19:42

Instável
LEIDE FREITAS disse:

Gostei muito...até breve!

7 de fevereiro de 2026 19:41

A agonia de Ainda não Ser
Everton Meyer disse:

muito interessante, somos feitos de desejos incessantes...

6 de fevereiro de 2026 21:21

A agonia de Ainda não Ser
Oswaldo Jesus Motta disse:

Belas palavras...

5 de fevereiro de 2026 11:57

Doce paixão
Oswaldo Jesus Motta disse:

Poesia que emociona porque mostra o amor em sua verdade: mutável, profundo e cheio de memórias que continuam a pulsar dentro de nós. Parabéns!

4 de fevereiro de 2026 19:19

Morte encrustada
Shmuel disse:

Uma pérola de poesiia!

Abraços!

4 de fevereiro de 2026 10:46

Doce paixão
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Quando sentimos o Amor Eros que é igual uma Paixão é maravilhoso, pena que tem prazo de validade, e seu poema descreve exatamente isso. O brilho nos olhos são outros. Parabéns poetisa, boa tarde.

30 de janeiro de 2026 14:31

Quando eu estiver despida
Sezar Kosta disse:

Minha querida Sakura, li você e senti um soco suave bem no meio do peito. Esse teu texto tem um gosto de café frio e madrugada, de quem sabe que a beleza de verdade não está na vitrine, mas no que sobra quando as luzes se apagam.

Sabe, a gente passa a vida inventando personagens para ser amado, mas o que você faz aqui é um ato de coragem: é abrir a porta e dizer \"entra, mas não repara na bagunça — ou melhor, repara sim, porque essa bagunça sou eu\". Suas cicatrizes e seus parafusos fora do eixo são as suas digitais mais bonitas. O amor que não suporta o desarrumado, o silêncio e o corpo real, cá entre nós, não serve para poetas como a gente. Seu poema me despertou uma vontade bonita de silenciar as idealizações e apenas abraçar o que é humano, cru e visceral.

Que este ano você encontre — e seja — esse amor que permanece quando a última máscara cai. Um Ano de transparências, peles que se tocam sem medo e muita poesia na alma.

Com todo o carinho do seu colega de letras, Sezar Kosta

29 de janeiro de 2026 22:53

Quando eu estiver despida
Noétrico disse:

Sensível e honesto: o poema expõe a vulnerabilidade sem artifício e transforma o amor em prova de permanência diante do real. Beira um suplício de desespero. Muito Bom.

29 de janeiro de 2026 11:35

Quando eu estiver despida
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Parabéns, poetiza! Profundo o seu poema, revelam mistérios do relacionamento e um pedido de socorro, de ajuda para suprir o que falta, as cicatrizes fator histórico, às memórias construídas não foram positivas, porém há um desejo de reparação e de ajuda ao amante, não só pelo corpo nú, e sim pelo todo ser envolvido. O amor deve ser por completo, a essência do amor parte do diálogo, do olhar, do acolher bem, do entregar-se pelo outro!

29 de janeiro de 2026 07:31

Parafraseando
Arthur Santos disse:

Belo pensamento!

23 de janeiro de 2026 19:52

A agonia de Ainda não Ser
Melancolia... disse:

Amo teus escritos...

Parabéns.

23 de janeiro de 2026 13:59

Parafraseando
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...pois é, minha querida amiga...,...a vida é, sim, a poesia maior...,...e quando isso é por ti em verso deixa transparecer em verso, o \"negócio\" fica \"mais grande\" ainda... // Carinhos a ti.

21 de janeiro de 2026 09:33

Latência
Shmuel disse:

Curioso e bonito este seu texto. As vezes sou acometido por este fastio poético.

Abraços!

17 de janeiro de 2026 07:04

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