No fim de tudo,
As questões aparecem:
Onde estou e para que existo?
Sombras de dúvidas
O ontem é memória
Uma história a contar.
A certeza na incerteza
Porém, prossigo indiferente
Tocado pelo medo,
Observando da janela.
A minha alma é de papel.
Versos rabiscados,
Internamente traçados,
Voláteis ao tempo
E ao espaço,
Regredindo numa única história de efemeridade.
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Autor:
Ser pensante (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 25 de fevereiro de 2026 09:26
- Comentário do autor sobre o poema: Um acróstico...
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
Comentários1
Seus versos se conversam entre si! Acho lindo o seu intento poético.
Abraços
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