No fim de tudo,
As questões aparecem:
Onde estou e para que existo?
Sombras de dúvidas
O ontem é memória
Uma história a contar.
A certeza na incerteza
Porém, prossigo indiferente
Tocado pelo medo,
Observando da janela.
A minha alma é de papel.
Versos rabiscados,
Internamente traçados,
Voláteis ao tempo
E ao espaço,
Regredindo numa única história de efemeridade.
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Autor:
Ser pensante (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 25 de fevereiro de 2026 09:26
- Comentário do autor sobre o poema: Um acróstico...
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 48
- Usuários favoritos deste poema: Rogério

Offline)
Comentários4
Seus versos se conversam entre si! Acho lindo o seu intento poético.
Abraços
Obrigada por esse elogio
Linda!
Obrigada
SERGIO NEVES - ...um escrito a mostrar hesitações vivenciais mil...,...uma inspiração desenvolvida com bastante intensidade, acaba por transmitir bem toda a angustia da situação versada...,...eu tô falando isso considerando como sendo o texto uma idealização sobre um "eu lírico...,...agora, se em contrário for, não sei não...,...há enganos mil aqui derramados...,...um exemplo marcante: -"...a minha alma é de papel..."...tás doida?! ...uma menina(mulher) com uma sensibilidade do tamanho do mundo -sublimidade e pureza "a dar com pau", se sentir assim "não apta a viver?"...,...simplesmente não combina... // (...acrósticos não são de feitio fácil, não,...mas tu "não tá nem aí"...,...o fazes com muita categoria...,...muito bom!) /// Carinhos.
Meu amigo e observador do qual tenho estima haha, obrigada por comentares mais uma vez a sua visão dos meus poemas. Um ótimo "crítico" és...
Fico feliz que gostou e obrigada pelos elogios, fico sem palavras...
Lindos versos!
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