Ainda não sei

Vitória Pac

No fim de tudo,

As questões aparecem:

Onde estou e para que existo?

 

Sombras de dúvidas

O ontem é memória

Uma história a contar.

 

A certeza na incerteza

Porém, prossigo indiferente

Tocado pelo medo,

Observando da janela.

 

A minha alma é de papel.

 

Versos rabiscados,

Internamente traçados,

Voláteis ao tempo

E ao espaço,

Regredindo numa única história de efemeridade.

  • Autor: Ser pensante (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 25 de fevereiro de 2026 09:26
  • Comentário do autor sobre o poema: Um acróstico...
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 3
Comentários +

Comentários1

  • Shmuel

    Seus versos se conversam entre si! Acho lindo o seu intento poético.

    Abraços



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