Comentários recebidos nos poemas por Carlos Lucena



POESIA É DOR
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Parabéns pela produção!!! Abraço fraterno! Concordo plenamente, não há amor se dor, o poetizar é mostrar a beleza do fazer subjetivar existências a alegria, a dor, a paz, o amor... Porém, exige do poeta objetivar tudo que é objetivo para o leitor institualizar regras para cada inteção, aí depende do leitor fazer essa interpretação. Só o título do seu poema que não gostei, no poema dá ideia de mais inteção porque diz que a poesia é dor, mas no poemas diz que não é só amor. Ou seja, a poesia e também dor. Poderia ser, A poesia não é só amor. A poesia não é só dor como diz, ok? Amei o seu poema, só pensei que o título poderia ser outro!!! Apenas sugestão, ok? Fique com Deus e um abraço fraterno poético!

5 de maio de 2026 09:21

APAGUE
Drica disse:

Gostei! Difícil é tirar do coração.

28 de abril de 2026 18:28

APAGUE
Maria dorta disse:

Puxa,Carlos! Estás mesmo magoado para decisões tão radicais! Mas, contínuas bom e sem igual no teu poetar!

27 de abril de 2026 14:20

SE EU QUISER FALAR DE DEUS
Patty Alves disse:

Que lindo Carlos! Amei a reflexão de maneira de como falar de Deus e como não se falar de Deus.
Obrigada.

23 de abril de 2026 18:26

O DIA EM HARMONIA
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Parabéns poeta!

19 de abril de 2026 09:05

DIAGNÓSTICO DA FÉ
Drica disse:

Gostei! Bonito! :)

12 de abril de 2026 21:45

CASSINO
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Parabéns poeta seu poema me lembra Vegas, mas na verdade mesmo gosto do Jogo de Xadrez, amo Xadrez, pois tem damas, rainhas bispos, torres, peões, me fascina melhor que jogar cartas ou rodar roletas. Mas continue poeta com seus poemas. Bom dia.

10 de abril de 2026 11:34

CONTRAPOSIÇÃO
Shmuel disse:

Que essa liberdade abra suas asas generosas sobre nós.

Abraços

9 de abril de 2026 17:02

ZÉ DE MARIA
Maria dorta disse:

Pelo menos o casal ainda tem motivos para estar vivos! E não se entregam às tristezas de uma vida Severina! Bravos,poeta!

6 de abril de 2026 11:27

SEM VÉU
Maria dorta disse:

Poema denso e bem inspirado. Chapéu!

5 de abril de 2026 17:41

GULORA
Neiva Dirceu S. Machado - @(ND) disse:

Lindo poema!

4 de abril de 2026 09:22

PERFUMES E PARDAIS
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Top das Galáxias o seu estilo! Valeu poeta!

2 de abril de 2026 12:14

DIAMANTE BRUTO
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Ok. Continue um diamante ?. Kkkkkkk

30 de março de 2026 05:00

SEPULCRO CAIADO
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Parabéns poeta. Gostei. Bom dia.

21 de março de 2026 07:24

NOITES,, CHUVAS E ESTRELAS
Freddie Seixas disse:

Incrível!

19 de março de 2026 09:34

ÁTOMOS E ESPADAS
Vilma Oliveira disse:

Boa noite caro poeta! O seu poema Átomos e Espadas é uma reflexão poderosa sobre a permanência da natureza humana frente ao avanço tecnológico. Você usa imagens como pássaros voando sem pena (drones ou aviões) e caravela de remo para mostrar que, embora as ferramentas tenham mudado, o ritmo e a essência da busca humana continuam os mesmos. A espada mudou, mas a farda (a mentalidade de guerra/domínio) é a mesma. O poema toca em um ponto atual e sensível: o controle sobre a geografia, biologia e energia. A ideia de que o domínio agora é tecido em redes sugere uma vigilância invisível, digital e sistêmica, que vai além das marcas físicas nas paredes. Existe um contraste fascinante entre os átomos preparados por mãos amorosas (a criação/matéria) e as máquinas dirigidas por sensações perigosas (o uso que fazemos delas). Isso aponta para o perigo de entregarmos nossos impulsos mais instintivos a tecnologias de destruição em massa. O final é impactante e pessimista: o amor torna-se ambíguo e a dor passa a ser a única certeza de felicidade. É uma crítica a uma sociedade que parece se alimentar do conflito e do controle. Em resumo, é uma obra que questiona se a humanidade realmente evoluiu ou se apenas sofisticou suas formas de dominação. Parabéns por seu poema! Meu abraço fraterno.

15 de março de 2026 22:36

ÁTOMOS E ESPADAS
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Análise do poema Átomos e Espadas

O poema Átomos e Espadas apresenta uma visão crítica e desencantada da realidade, questionando a natureza do amor, do poder e da condição humana. Através de imagens poéticas e metáforas, o autor explora a ideia de que, apesar das aparências de mudança, a essência das coisas permanece a mesma. O poema começa afirmando que Nada mudou, eu sei. Tudo continua como antes, sugerindo que a mudança é apenas uma ilusão. Isso é reforçado pela imagem da caravela de remo, que evoca a ideia de um progresso lento e circular, sem verdadeira evolução. O amor é apresentado como algo cheio de defeito porque é frequentemente usado como um meio de dominação e controle. A frase Para amar subornam a biologia, a energia sugere que o amor é manipulado e explorado para fins de poder. A memória é apresentada como algo frágil e manipulável, não fica nem em marcas nas paredes. Isso sugere que a história é escrita pelos vencedores e que a verdade é frequentemente distorta ou esquecida. O poema sugere que a realidade é programada e controlada por forças externas, com átomos preparados por mãos amorosas e máquinas dirigidas por sensações perigosas. Isso evoca a ideia de um mundo determinista, onde a liberdade é uma ilusão. O poema conclui que O amor parece ambiguidade E a dor certeza de felicidade. Isso sugere que o amor é uma experiência complexa e contraditória, que pode trazer tanto alegria quanto dor. Enfim, Átomos e Espadas é um poema que questiona a natureza da realidade, do amor e do poder, sugerindo que a mudança é uma ilusão e que a condição humana é marcada pela ambiguidade e pelo controle.

Sinvaldo Gino

14 de março de 2026 11:36

ÁTOMOS E ESPADAS
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Parabéns!

14 de março de 2026 11:31

A ALMA DA ARTE
Maria dorta disse:

Poema belo e pleno de sabedoria de vida! Aplausos!

13 de março de 2026 14:47

SE EU QUISER FALAR DE DEUS
Maria dorta disse:

Lindo poema. Revela muito de teu talento! Aplausos!

10 de março de 2026 11:14

SE EU QUISER FALAR DE DEUS
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Você despe Deus de artifícios (parábolas, livros, línguas estranhas) para encontrá-lo no silêncio e na introspecção.
O texto ataca diretamente o uso da religião como mercadoria ou palanque político (vendendo meu candidato, oferecendo o consórcio), devolvendo o sagrado ao campo do íntimo. A ideia de esquecer quem sou eu remete ao conceito de humildade absoluta, onde o ego silencia para que algo maior se manifeste. O desfecho coloca o amor não como um sentimento, mas como o pré-requisito e a única linguagem legítima para se referir ao divino. É uma abordagem que prioriza o ser sobre o parecer. Meus parabéns por seu poema! Abraço poético.

9 de março de 2026 20:12

CONJUNÇÕES E CONJUGAÇÕES
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Meus parabéns pela beleza e criatividade dos seus versos!
Que sua noite seja abençoada. Meu abraço poético.

22 de fevereiro de 2026 20:59

NO CANTO
Shmuel disse:

Um poema lindo!

Abraços

22 de fevereiro de 2026 08:19

ESSA ILHA
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Gostei do seu estilo de escrita! Abraço fraterno!

16 de fevereiro de 2026 07:04

FERROLHO GROSSO
Carlos Lucena disse:

Nem conquista Nem prisão, liberdade e preservação.

19 de janeiro de 2026 20:00

FERROLHO GROSSO
Noétrico disse:

Conquista ou prisão?

19 de janeiro de 2026 13:54

AMORES INVENTADOS
Noétrico disse:

Amor romântico? No amor real eu não vejo mal.

19 de janeiro de 2026 11:02

NÃO SOFRO PELO QUE PASSOU
Drica disse:

Você que está certo! Certíssimo! Gostei! :)

10 de dezembro de 2025 16:05

O AMOR NÃO PODE SER DRAMA
Arthur Santos disse:

Belo poema.
Caro poeta, tem uma gralha no título :)

24 de novembro de 2025 20:00

MORENA DO CACHAMBU
Arthur Santos disse:

Belo poema.
Fez-me lembrar Essa negra fulô de Jorge de Lima!

24 de novembro de 2025 12:28

Página 1 de 2312345678910»...Último »


« Voltar ao perfil de Carlos Lucena