Droga de poema,
quando a luz me corrompe.
Notem o tédio no compasso exato.
O amor não é a ferida que se interrompe...
o ódio, meu mais lúcido retrato.
A cura na cama é a dose final.
A noite é o vício de quem quer dormir.
A glória é só um êxtase do escuro,
e a poeta,
a culpada por ele não ter dormido?
Poetas
de Ayalah Verônica Berg
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Autor:
Ayalah Berg (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 30 de setembro de 2026 08:04
- Comentário do autor sobre o poema: Refiro-me, exclusivamente, à relação com o momento atual. Você pode carregar essa carga sobre si mesma, tornando-se uma serva na cozinha ou na cama. Mas existe outra possibilidade: cavalgar como uma amazona, desafiando os deuses a carregarem o fardo. No entanto, eles nos arrastam de qualquer maneira. A única questão que resta é como você se sentirá. –Verônica Berg
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 13
- Usuários favoritos deste poema: Ayalah Verônica Berg, Ernane Bernardo, Michel F.M., Morlock, Samara A. Ferreira, Queiroz Francisco

Offline)
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