O ázimo deste êxodo
A quem se permite escravizar
A coluna de fogo com tanto talento
Todos reclamam sem parar
O deserto incoerente
O ar decadente
A terra prometida deveras é
fascinante?
Passos repetidos em busca de ternura
Mas, de repente, um pedido inconsequente
Para fundir outro deus
A breve falsa amabilidade
A fé cativada por dementes
Estou abandonando tantas programações antipáticas!
Hoje o mundo até parece um deserto
Falsa gente penitente
Vamos suportar o indiferente
Igual e com paciência?
Entre o mana e a sede
Existiu e existirá vida
Não é por um Rolex que vou me apaixonar
Vem, Moisés, com a coragem
Que não tenho
Tem faraós no mundo todo
Sugando o sangue vermelho
Da gente
E abatendo carne sem parar
A chave virou na porta errada
Conduzindo para um mau caminho
Hoje, a terra prometida
Qual será?
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Autor:
CORASSIS (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 20 de maio de 2026 22:17
- Comentário do autor sobre o poema: Imagem de Vilius Kukanauskas por Pixabay
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 6

Offline)
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