CHOVE, APENAS...
A chuva cai na tarde gris, silente;
Da janela, o vate mira a amplidão;
Na paisagem sem cor, busca razão
De um amor que dorme em sua mente.
Onde estará? Até quando, paciente,
Suportará da vida a provação?
Chove na tarde gris, e o coração
Dói no peito, em vigília persistente.
A chuva é confidente da saudade,
Revela sonhos presos na lembrança
E embala o ser na calma da esperança!
A água que cai dissolve a ansiedade,
E cada gota acende a confiança
De que o amor virá, na eternidade!
Nelson de Medeiros
02/2026
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Autor:
Nelson de Medeiros (
Offline) - Publicado: 18 de março de 2026 11:28
- Categoria: Amor
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Maria dorta

Offline)
Comentários1
Que alegria te ler e me embevecer com teu talento poético.Quase soltei foguetes ao te ler. Você enriquece esse MLP. Minha alma fica engalonada com a leitura de teu poema! Gratidão!
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