Algo me falta.
Algo que deveria me preencher,
dar cor, emoção e alegria à minha vida.
A falta não está no ar,
nem no momento,
nem no sentir.
Ela está em mim.
E neste vazio imenso
que habita dentro de mim.
Vejo o ar continuar,
e eu fico.
Fico presa ao mesmo movimento,
o movimento da solidão,
da minha solidão.
Aquela que se enrolou em mim
desde a minha primeira respiração.
Aquela que permanece ao meu lado,
junto à minha alma
e a todo o meu ser.
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Autor:
Laura Gomes (
Offline) - Publicado: 11 de janeiro de 2026 14:19
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 111
- Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos, CORASSIS, Heidlara Meireles

Offline)
Comentários3
Belo poema de amor.
Muito obrigada!!!
A solidão e o vazio; velhos conhecidos...
Belo poema. Há uma receita infalível para sair do marasmo: fazer o bem ,ajudar o próximo. Ser luz para os que não podem ver,nem sentir. Ajudando o semelhante, a gente sai do nosso marasmo,Simples assim. Parabéns pelo poema,!
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