Observo...
Na finitude que é esta vida
Deslisamos pelas horas, como ponteiros de um relógio analógico
A repetir o mesmo trajeto sem ver, sem propósito
Autômatos estranhos...
Há caminhos traçados, há sim, sonhos e planos
Há caminhos desviados, há quem atravesse o rio a nado, e quem nele se afoga
Por falta de fôlego, por desencanto
Não há quem seja igual, porém somos semelhantes...
Se assim o é, o propósito disso é fazermos a diferença, como a água
É chuva, é rio, oceano... Cada forma tem seu propósito, abastecer a vida, sua função e plano...
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Autor:
Ema Machado (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 7 de janeiro de 2026 14:18
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 14

Offline)
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