UNIVERSO PARALELO
Morria, exuberante, aquele dia...
O mundo presente, inimaginável
antes, não parecia responsável
pelo espetáculo que o bardo via!
Na tarde azul rubi que já se ia,
o sentido do amor era infindável!
Uma dádiva sublime... Notável
presente da eterna sabedoria!
Uma nuvem rosa esboça um formato,
e, logo, num paralelo universo,
o poeta mergulha estupefato!
Então, recordando a mulher que anela,
e, querendo perpetuá-la em verso,
fez um poema olhando o rosto dela!
Nelson de Medeiros
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Autor:
Nelson de Medeiros (
Offline) - Publicado: 22 de dezembro de 2025 11:58
- Categoria: Amor
- Visualizações: 24
- Usuários favoritos deste poema: Carlos Carrero

Offline)
Comentários4
Gostei, parabéns poeta.
Que júbilo ler este teu poema,Nelson. Que sortuda essa mulher que te inspira tamanha beleza poética. Parabéns,pois tu sempre te superas!
Que mulher felizarda está a quem amas! Que esplêndido poema. Desejo ao casal muita solidez no amor,muitas felicidades no Natal e em todos os dias do Novo Ano. E muita inspiração para o valoroso poeta!
O Bardo, caro Nelson, tem lugar entre os meus favoritos na poesia. Juntam-se a ele Camões, Florbela Espanca e Olavo Bilac. Parabens pelo poema !
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