DESCOBERTA
Sorria para dentro de si mesma.
Estava feliz, bela e encantada;
Tudo em si era riso e festa,
Sua vida, em doce caos, jogada
Tornou-se o mundo mais vibrante
Enquanto a vida se reinventava.
O que de diferente acontecera?
Tudo! A bela descobriu que amava.
E desse sentimento teve medo,
O simples medo de todos os mortais:
O medo de amar e não ser amada.
Fez-se triste, e adeus contentamento!
Eram agora somente suspiros e ais,
O sorriso dos lindos lábios lhe fugiu,
E sua face morena já não cora.
Seu castelo seguro e belo enfim ruiu;
Assustada, já não sabe o que fazer:
Se vive esse amor ou vai embora.
Mas, enfim, decide tudo ao contrário:
Vai esperar seu amado na aurora
Do amanhecer, cujo sol, ainda menino,
Se prenuncia suave, claro e precioso.
Vai deixar simplesmente acontecer
Esse amor puro, ardente e amoroso.
Leide Freitas
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Autor:
LEIDE FREITAS (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 15 de março de 2022 12:51
- Comentário do autor sobre o poema: O amor é sempre uma revelação. Nunca estamos prontos para vivê-lo...sempre estamos apavorados com a ideia de amar e não sermos amados.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 22
- Usuários favoritos deste poema: Shmuel
- Em coleções: SENTIMENTOS.

Offline)
Comentários3
Estamos em constantes descobertas
E as maiores delas vem ou está no amor !
Parabéns ,Leide abraços .
Obrigada nobre poeta Corassis por tua leitura. Gratidão.
Boa tarde!
..."Vai esperar seu amado na aurora
Do amanhecer, cujo sol, ainda menino"...
Quanta sutileza nesta poesia linda!
Parabéns, a nobre poeta, Leide Freitas!
Obrigada por tua leitura e fideback. Fico feliz que gostou do meu poeminha.
Boa tarde, caro poeta Shmuel
a cada dia descobrimos algo e a nos mesmos! parabéns poetisa
Obrigada por tua leitura e fideback. Gratidão.
Bom dia, poeta Izabel civaz
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