daniella krattz

Vidas Claras

O semblante da divina causa
Não desfalece no desespero
É uma corrente de animo
Absoluto no paraíso mas visto como um peso

O ouro entrelaçado com o preto
Nao dá mais voltas que o véu liso, que de relevo é feito

É a cobiça da própria morte
Que o encoraja a viagem da sorte
Para o mundo distraído
Ou abandonado aprendendo a ser forte

Lhe convém a não aceitar meras disputas
De pessoas rasas e não raras
E ser trasversal com as lutas
Que ao norte lhes disparas
Para os sem rumos retornarem as vidas claras
E viver sua colheita da labuta

Comentários1

  • Claudia Casagrande

    Muito bonito!
    Gosto muito da sua poesia.
    grande abraço

    • daniella krattz

      Uma honra Claudia! Saiba que você me inspira!



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