Comentários recebidos nos poemas por Jorge E. Leal



Umm Jorge
Jcosta. disse:

Eita, ela miou com os Jorge.
Mas na passagem do Santo Guerreira pela vida, ele cita.
_ Tem momentos na vida que temos que ser mau, para enfrentar a maldade.
Fera , para sobreviver entre elas.
E com bondade, jamais exterminaríamos o DRAGÃO...
Foi por isso, que a carruagem quando passou, por estar dormindo o cachorro não latiu.
Muita das vezes, uma cara feia, tem um bom coração.
E o que e preciso em vida, concordar com a doação.
JCosta.

30 de agosto de 2026 11:12

Ode ao Caos
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Parabéns pelo soneto!

25 de agosto de 2026 06:13

Não Pode Ser
Jorge E. Leal disse:

O poema \"Não Pode Ser\" é uma síntese cultural e técnica poética. A composição utiliza a intertextualidade com a urgência dos jargões cinematográficos de ação e ficção científica como alegoria para o existencialismo humano e a necessidade de protagonismo diante da vida.

24 de agosto de 2026 01:37

É o que é
Jorge E. Leal disse:

Conclusão Filosófica: A mensagem de desapego e evolução. A \"vaidade\" é vista como uma sombra que impede o crescimento. Para \"caminhar\", o eu lírico entende que é preciso romper a proteção estática do \"casulo\", aceitando os riscos e as belezas da vida real.


23 de agosto de 2026 12:12

Justa Espada
Jorge E. Leal disse:

\"Aquilo que não me mata me faz mais forte.\"

18 de agosto de 2026 23:00

Como Ela
Jorge E. Leal disse:

\"É preciso ter o caos dentro de si para dar à luz uma estrela dançante.\"

18 de agosto de 2026 22:59

Como Ela
Jorge E. Leal disse:

Dodge Leal é um pseudônimo literário e uma presença espectral na poesia contemporânea de língua portuguesa. Nascido sob o signo da transição e criado em ambientes urbanos cinzentos, o autor recusa a exposição pública, permitindo que sua identidade seja definida estritamente pela engenharia de seus versos.

Com uma escrita herdeira direta do Concretismo e do Minimalismo Polonês, caracterizada pela eliminação radical do lirismo sentimental e dos excessos adjetivos. Leal trabalha a palavra como matéria física e matemática; seus poemas funcionam como mecanismos de relojoaria onde o tempo não é apenas um tema, mas a força gravitacional que move o texto.

A crítica costuma definir sua poética como \"uma busca obsessiva pelo ponto zero da linguagem\", onde a repetição e a geometria verbal servem para mascarar — ou escancarar — a solidão do observador moderno. \"Como Ela\" sintetiza perfeitamente sua assinatura estética: a precisão cirúrgica de quem observa o fluxo do mundo sem a pretensão de retê-lo, aceitando a dúvida final como a única permanência possível.

Atualmente, especula-se que viva isolado no litoral do Rio de Janeiro, dividindo seu tempo entre a observação meteorológica de alta frequência e a edição de manuscritos a fim de descobrir sua forma e função, e que raramente chegam ao público.

Dodge Leal (1967 — presente)



15 de agosto de 2026 22:17

Ninho de Gato
Jorge E. Leal disse:

Uma narrativa visceral e profundamente humana. Ninho de Gato nos mostra que a infância des-temida não é a ausência de medo, mas a coragem de enfrentar os monstros de dentro e de fora de casa. Um retrato comovente de como o amor de uma mãe e a força de um irmão podem quebrar as correntes da miséria.

13 de agosto de 2026 05:57

Amálgama
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Gostei do seu poema! Parabéns, poeta!

7 de julho de 2026 18:14

Danise
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Parabéns poeta!

28 de junho de 2026 18:54

Nuances
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Parabéns!

27 de junho de 2026 21:22

Incógnita
Shmuel disse:

Vejo uma fresta de luz ao apontar que é na verdade da vida — e nas suas cicatrizes — que a escrita se aprimora e ganha sentido real.

Abraços

26 de junho de 2026 18:07

Florilégio
Shmuel disse:

Muito bom, poeta!

Abraços,

10 de junho de 2026 20:51

Acróstico JEL
Jorge E. Leal disse:

O poema é um panegírico - homenagem biográfica - erudito e vigoroso. Ele exalta a figura de Jorge E. Leal (JEL), equilibrando sua autoridade intelectual com a complexidade de sua alma humana. O poema começa solene e estático, mas acelera em um ritmo dinâmico no final, mimetizando a energia de um vencedor. O texto humaniza o homenageado ao defini-lo como gênio ou genioso, mostrando que seus grandes desafios nascem de sua mente extraordinária, seus limites e limitações, medos e desejos, a própria condição humana do ser.

7 de junho de 2026 12:19

Valoroso Homem
Paulo Zevinsk disse:

gosto bastante do estilo concretista que você perseguiu. usar a própria página como forma de expressar a poesia, o encaixe, a busca pelos papéis que você mencionou no comentário, como se todos os lados de sua vida fossem predeterminados desde sua concepção. parabéns!

25 de março de 2026 22:22