Comentários recebidos nos poemas por [email protected]
Eternidade
Rogério disse:
Faz tempo que a tua voz
não atravessa meus dias.
O silêncio ficou no lugar
das nossas antigas companhias.
Sinto falta das conversas longas,
dos risos sem hora pra acabar,
das palavras que chegavam leves
como quem vinha só pra ficar.
Às vezes penso se também lembras
dos momentos que a gente guardou.
Porque certas amizades verdadeiras
o tempo nunca apagou.
A distância fez morada no tempo,
mas não levou o que existiu.
A saudade continua aqui, quieta,
lembrando tudo o que a gente construiu.
E mesmo que o silêncio hoje exista,
em algum canto do coração
a amizade ainda espera o dia
em que volte a virar conversa
e encontre novamente sua direção
19 de março de 2026 17:11
Rogério disse:
Faz tempo que a tua voz
não atravessa meus dias.
O silêncio ficou no lugar
das nossas antigas companhias.
Sinto falta das conversas longas,
dos risos sem hora pra acabar,
das palavras que chegavam leves
como quem vinha só pra ficar.
Às vezes penso se também lembras
dos momentos que a gente guardou.
Porque certas amizades verdadeiras
o tempo nunca apagou.
A distância fez morada no tempo,
mas não levou o que existiu.
A saudade continua aqui, quieta,
lembrando tudo o que a gente construiu.
E mesmo que o silêncio hoje exista,
em algum canto do coração
a amizade ainda espera o dia
em que volte a virar conversa
e encontre novamente sua direção
19 de março de 2026 17:11
Eternidade
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Uau! Top das Galáxias esse poema! Pareceu muito com as musas! Amazonas!!! Parabéns!!! Totalmente espiritualista!
16 de março de 2026 14:05
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Uau! Top das Galáxias esse poema! Pareceu muito com as musas! Amazonas!!! Parabéns!!! Totalmente espiritualista!
16 de março de 2026 14:05
Eternidade
Lírios na Tempestade disse:
Seu poema tem uma intensidade muito bonita. Logo no início, quando você diz **“O amor arde em mim, intenso e desordenado, e mesmo assim me ilumina”**, já mostra que o amor pode ser ao mesmo tempo caos e luz. Isso dá ao verso uma profundidade que prende quem lê.
A forma como você fala das **noites inquietas e dos dias apressados** revela uma alma que sente profundamente, mas que ainda encontra beleza em simplesmente existir. E quando menciona **os pequenos gestos que seguram o coração quando tudo treme**, o poema ganha uma delicadeza muito tocante.
O final, com **um coração que cresce, se reorganiza e permanece aberto**, é talvez a parte mais bonita , porque mostra coragem. Mesmo depois de todo o caos das emoções, ainda existe espaço para amar além do tempo.
É um poema sensível, intenso e cheio de verdade.
14 de março de 2026 09:04
Lírios na Tempestade disse:
Seu poema tem uma intensidade muito bonita. Logo no início, quando você diz **“O amor arde em mim, intenso e desordenado, e mesmo assim me ilumina”**, já mostra que o amor pode ser ao mesmo tempo caos e luz. Isso dá ao verso uma profundidade que prende quem lê.
A forma como você fala das **noites inquietas e dos dias apressados** revela uma alma que sente profundamente, mas que ainda encontra beleza em simplesmente existir. E quando menciona **os pequenos gestos que seguram o coração quando tudo treme**, o poema ganha uma delicadeza muito tocante.
O final, com **um coração que cresce, se reorganiza e permanece aberto**, é talvez a parte mais bonita , porque mostra coragem. Mesmo depois de todo o caos das emoções, ainda existe espaço para amar além do tempo.
É um poema sensível, intenso e cheio de verdade.
14 de março de 2026 09:04
Palco
Apegaua disse:
Concordo com a beleza dos traços, mas por estar mais para o lado de São Tomé na sacristia.
E que fico com o pé atrás quando se trata de almas.
Artificio usado para se pecar.
Ficar bem.
Apegaua.
23 de fevereiro de 2026 01:48
Apegaua disse:
Concordo com a beleza dos traços, mas por estar mais para o lado de São Tomé na sacristia.
E que fico com o pé atrás quando se trata de almas.
Artificio usado para se pecar.
Ficar bem.
Apegaua.
23 de fevereiro de 2026 01:48
Vida Paralela
Oswaldo Jesus Motta disse:
A-d-o-r-e-i, Poetisa! Realmente...A vida é palco, e nós, atores de papéis que mudam a cada instante. Fugimos do que não queremos, buscamos o belo que nos falta, encenamos... Mas ... como é gostosa a sensação de viver cores em dias nublados, até que o último ato se revele, inesperado, no clarear de um dia... Abraços poéticos!
20 de fevereiro de 2026 11:14
Oswaldo Jesus Motta disse:
A-d-o-r-e-i, Poetisa! Realmente...A vida é palco, e nós, atores de papéis que mudam a cada instante. Fugimos do que não queremos, buscamos o belo que nos falta, encenamos... Mas ... como é gostosa a sensação de viver cores em dias nublados, até que o último ato se revele, inesperado, no clarear de um dia... Abraços poéticos!
20 de fevereiro de 2026 11:14
Vida Paralela
Apegaua disse:
Como chegaste a esse ponto da viagem.
Se por ser mera coadjuvante, entraste no ato sem ser convidada, pois no roteiro caído no borderô do criado mudo, constava
Registro de duas passagens.
Risos.
Obrigado pela amizade
E é muito bom que respeite o mestre Shmuel o amigão de todos por aqui.
Apegau
19 de fevereiro de 2026 19:55
Apegaua disse:
Como chegaste a esse ponto da viagem.
Se por ser mera coadjuvante, entraste no ato sem ser convidada, pois no roteiro caído no borderô do criado mudo, constava
Registro de duas passagens.
Risos.
Obrigado pela amizade
E é muito bom que respeite o mestre Shmuel o amigão de todos por aqui.
Apegau
19 de fevereiro de 2026 19:55
Vida Paralela
Shmuel disse:
E de repente me vejo no clarear do dia vendo um ônibus quase a acelerar e finalizar a última encenação...
Um desenho poético!
Abraços
18 de fevereiro de 2026 08:43
Shmuel disse:
E de repente me vejo no clarear do dia vendo um ônibus quase a acelerar e finalizar a última encenação...
Um desenho poético!
Abraços
18 de fevereiro de 2026 08:43
