Comentários recebidos nos poemas por gigi :)



O que o tempo fez de nós.
Oswaldo Jesus Motta disse:

Belas palavras que conduzem à reflexão, poetisa... abraço poético!

16 de fevereiro de 2026 19:46

Na calçada do teu amor.
MAISA NALAPE disse:

Teu texto carrega a dor de quem amou com presença inteira e recebeu ausência como resposta. É um poema sobre entrega desigual sobre colocar alguém no centro da própria vida e, no fim, perceber que nunca ocupou o mesmo espaço na vida do outro.
há verdade nele e verdade sempre toca. O poema tocou-me muito. Parabéns.

15 de fevereiro de 2026 18:10

O amor não definido.
Oswaldo Jesus Motta disse:

Que lindo, Poetisa!

15 de fevereiro de 2026 15:24

Valorização de algo belo, sem qualquer mistério.
Oswaldo Jesus Motta disse:

Sensíveis palavras!

15 de fevereiro de 2026 15:24

Aprenda a ter coragem sozinha
Oswaldo Jesus Motta disse:

Que belo, poetisa!

12 de fevereiro de 2026 19:49

Laçadas no Coração.
Melancolia... disse:

Linda como sempre....
Parabéns.

10 de fevereiro de 2026 16:28

um acaso que nunca ocorreu
Versos Discretos disse:

Belo e sentimental

9 de fevereiro de 2026 17:21

Laçadas no Coração.
Oswaldo Jesus Motta disse:

Intensidade a contradição do amor: exige entrega total, mas carrega em si a possibilidade da dor...Abraço e gratidão! Belo poema!

7 de fevereiro de 2026 15:52

Querido Amor
Arthur Santos disse:

Gosto da estrutura do poema. Muito bem escrito.

6 de fevereiro de 2026 14:21

Querido Amor
Melancolia... disse:

Há uma dor muito lúcida nesse poema — não é um lamento vazio, é uma despedida consciente, ainda que o coração não esteja pronto para ir.
O uso repetido de “Querido amor” cria uma intimidade quase ritualística, como se cada verso fosse uma tentativa de manter o sentimento vivo enquanto ele escorre pelos dedos.
Quando as palavras vão se desfazendo (“Querido amor / Querido amo / Querido am…”), o texto faz algo raro: ele mostra o amor acabando não no sentido de ausência, mas no esgotamento de quem amou sozinho.

O poema toca num ponto delicado e verdadeiro: amar não é o problema; a falta de reciprocidade é. Há maturidade em reconhecer isso, mesmo doendo.
As perguntas não pedem respostas — elas existem para revelar a confusão, a espera, o tempo perdido tentando sentir por dois.

No final, quando resta apenas a dor, não há dramatização excessiva: há aceitação triste, quase silenciosa.

É um texto que não acusa, não grita, não se defende. Ele apenas constata. E justamente por isso emociona.

Porque quem lê sente que esse amor foi real, inteiro… só não foi dividido.

5 de fevereiro de 2026 16:42

Pensamentos?
Versos Discretos disse:

Ser racional é cansativo. rrsrs
Parafraseando o Sheldon: aparentemente há algum conforto na ignorância.

19 de janeiro de 2026 10:46

Aprenda a ter coragem sozinha
Versos Discretos disse:

Estar em um lugar, mas não pertencer à aquele lugar.

10 de janeiro de 2026 16:56

Ano Novo.
Versos Discretos disse:

Você demonstra sensibilidade ao transformar o sorriso em símbolo de continuidade, mesmo diante das despedidas e do tempo.
Existe uma ternura madura na forma como você conduz o leitor, revelando uma voz poética que conforta, ilumina e permanece.
Parabéns pelo belo poema.

2 de janeiro de 2026 08:12

Perguntas sem respostas.
Versos Discretos disse:

Na dúvida, sempre escreva.

28 de dezembro de 2025 09:04

O amor não fica, ele foge, ele percorre, ele as vezes morre.
Versos Discretos disse:

Há uma honestidade crua aqui que toca sem pedir licença, como se o coração falasse direto ao leitor.
O poema dói bonito, porque transforma confusão e perda em lucidez sensível.

24 de dezembro de 2025 08:11

Valorização de algo belo, sem qualquer mistério.
Arthur Santos disse:

Faz sentido e vai ser lido, porque é um poema bem escrito que capta perfeitamente os teus sentimentos, poetisa Gigi!

20 de dezembro de 2025 12:54

Querer as vezes não é o suficiente.
Arthur Santos disse:

Admiro a sua capacidade de descrever emoções.

19 de dezembro de 2025 20:17