Comentários recebidos nos poemas por VEGA LIRA
ME DISSESTE, MAS ESQUECESTES
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O poema começa contestando uma visão pragmática da vida (A Terra não comporta sonhos). O eu lírico defende que o inconsciente é o lugar onde a realidade se mistura à fantasia, sugerindo que negar o sonho é negar uma parte essencial do ser humano. Há uma melancolia sobre a impermanência das promessas. Como as juras de amor antigas são substituídas por outros rumos. A aceitação de que somos vítimas de nossas próprias armadilhas e passageiros enganos. A imagem do pássaro que não precisa voar para se alimentar é poderosa. Ela sugere uma felicidade confortável, mas limitada (a clausura do silêncio). O poema prevê que, mesmo nessa zona de conforto, o canto trará uma vaga lembrança — um incômodo que prova que a essência daquela antiga conexão ainda vibra. Desprendimento: Olvida o que foi e desperta para o estar. É um chamado para o presente. O poema distingue paixão (que aquieta) de amor (que floresce). A mensagem final é generosa: o desejo de que o outro simplesmente ame, onde quer que esteja. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
27 de março de 2026 20:58
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O poema começa contestando uma visão pragmática da vida (A Terra não comporta sonhos). O eu lírico defende que o inconsciente é o lugar onde a realidade se mistura à fantasia, sugerindo que negar o sonho é negar uma parte essencial do ser humano. Há uma melancolia sobre a impermanência das promessas. Como as juras de amor antigas são substituídas por outros rumos. A aceitação de que somos vítimas de nossas próprias armadilhas e passageiros enganos. A imagem do pássaro que não precisa voar para se alimentar é poderosa. Ela sugere uma felicidade confortável, mas limitada (a clausura do silêncio). O poema prevê que, mesmo nessa zona de conforto, o canto trará uma vaga lembrança — um incômodo que prova que a essência daquela antiga conexão ainda vibra. Desprendimento: Olvida o que foi e desperta para o estar. É um chamado para o presente. O poema distingue paixão (que aquieta) de amor (que floresce). A mensagem final é generosa: o desejo de que o outro simplesmente ame, onde quer que esteja. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
27 de março de 2026 20:58
Partir para Acolher
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Parabéns pelo poema. Boa noite.
26 de agosto de 2025 17:28
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Parabéns pelo poema. Boa noite.
26 de agosto de 2025 17:28
