Comentários recebidos nos poemas por Quemuel Almeida



A Companhia Mais Quieta da Vida
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O início sugere que o mundo entrega menos estímulo do que o esperado. Em vez de frustração, surge uma aceitação. A solidão vira companheira de dança, sugerindo ritmo e harmonia, não peso. O trecho: consigo ouvir aquilo que a pressa cala é o ponto alto. O autor posiciona a solidão como uma ferramenta auditiva: sem o ruído externo, a voz interna finalmente ganha volume. O poema define a solidão como um espaço de respiração. É a ideia de que, para sermos quem somos, precisamos de um território onde ninguém mais interfira — o intervalo necessário para o pensamento florescer. O tom é discreto e leve (não pesa, não exige). É uma visão quase estoica, onde a felicidade não depende do barulho do mundo, mas da qualidade da própria companhia. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.

11 de abril de 2026 20:03

Casinhas na chuva
Shmuel disse:

Muito bom! Um tênue retrato poético!

Abraços

16 de março de 2026 17:56

Tantas as cores que eu havia esquecido.
simone carvalho dos Santos disse:

Um poema que celebra o poder transformador do sorriso, capaz de reacender memórias e inspirar versos, mostrando que mesmo em tempos difíceis, a beleza e a esperança vivem na emoção que carregamos no peito.
Parabéns!



20 de julho de 2025 17:26