Comentários recebidos nos poemas por Luiza Castro
O tempo relativo
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ...tudo conjugado de modo a agradar a quem lê... --poético! /// Meu carinho, menina.
20 de setembro de 2026 09:43
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ...tudo conjugado de modo a agradar a quem lê... --poético! /// Meu carinho, menina.
20 de setembro de 2026 09:43
Alivio
Apegaua disse:
Dois pequenos frascos e que saem os bons perfumes.
Parabéns pela formação perfeita do dito.
Abraços, daqui para os dai.
Apegaua
17 de setembro de 2026 18:17
Apegaua disse:
Dois pequenos frascos e que saem os bons perfumes.
Parabéns pela formação perfeita do dito.
Abraços, daqui para os dai.
Apegaua
17 de setembro de 2026 18:17
Onde Você Existe
Maria dorta disse:
Lindo sentimento que te inspira belo poem! aplausos!
29 de agosto de 2026 00:29
Maria dorta disse:
Lindo sentimento que te inspira belo poem! aplausos!
29 de agosto de 2026 00:29
A minha fantasia
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ...de fantasias também se vive! // ...uma poética bem singela essa tua... /// Carinhos, menina.
3 de agosto de 2026 19:49
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ...de fantasias também se vive! // ...uma poética bem singela essa tua... /// Carinhos, menina.
3 de agosto de 2026 19:49
Motivação
Drica disse:
LINDO, LU! Eu adoro como não é prolixa e e seus textos são lindos.
21 de julho de 2026 16:09
Drica disse:
LINDO, LU! Eu adoro como não é prolixa e e seus textos são lindos.
21 de julho de 2026 16:09
Dias úteis
Shmuel disse:
Seu poema é um deseno tênue l da alienação contemporânea.
Abraços!
9 de julho de 2026 13:18
Shmuel disse:
Seu poema é um deseno tênue l da alienação contemporânea.
Abraços!
9 de julho de 2026 13:18
Energia Drenada
Drica disse:
AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO! S2
12 de maio de 2026 21:21
Drica disse:
AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO! S2
12 de maio de 2026 21:21
Tons de saudades
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa! Seu poema carrega uma melancolia muito bonita e visual. A escolha das cores amareladas é perfeita: remete tanto ao tom de fotografias antigas quanto à luz específica do fim de tarde de domingo, que costuma trazer esse peso da nostalgia, seu poema é suave e introspectivo. Você consegue transformar o clima (dias chuvosos, sou nublada) em um estado de espírito, criando uma conexão direta entre o cenário e o seu interior. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.
10 de maio de 2026 19:56
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa! Seu poema carrega uma melancolia muito bonita e visual. A escolha das cores amareladas é perfeita: remete tanto ao tom de fotografias antigas quanto à luz específica do fim de tarde de domingo, que costuma trazer esse peso da nostalgia, seu poema é suave e introspectivo. Você consegue transformar o clima (dias chuvosos, sou nublada) em um estado de espírito, criando uma conexão direta entre o cenário e o seu interior. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.
10 de maio de 2026 19:56
Ainda Te Escrevo
Drica disse:
Nosso coração é BURRO!!!!!!!!!!!!!!! rs Quem nunca?!
25 de abril de 2026 12:32
Drica disse:
Nosso coração é BURRO!!!!!!!!!!!!!!! rs Quem nunca?!
25 de abril de 2026 12:32
Ainda Te Escrevo
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa! O verso: Eu escrevo quando a mente pesa, e pinto quando está tudo cinza, é muito visual. Ele mostra que a sua arte não nasce do lazer, mas de uma necessidade de escoar o excesso de sentimento. A imagem de um amor que morreu, mas não foi enterrado (não foi velada), é poderosa. Isso explica por que ele te assombra: na falta de um ponto final (o velório), o sentimento continua em um estado de limbo, vagando como um fantasma. O fechamento traduz o dilema clássico da razão contra a emoção. O uso do você no último suspiro do poema personaliza a dor, tirando-a do campo das ideias e trazendo-a para o nome de alguém real. É um desabafo corajoso sobre a teimosia do afeto. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.
23 de abril de 2026 20:58
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa! O verso: Eu escrevo quando a mente pesa, e pinto quando está tudo cinza, é muito visual. Ele mostra que a sua arte não nasce do lazer, mas de uma necessidade de escoar o excesso de sentimento. A imagem de um amor que morreu, mas não foi enterrado (não foi velada), é poderosa. Isso explica por que ele te assombra: na falta de um ponto final (o velório), o sentimento continua em um estado de limbo, vagando como um fantasma. O fechamento traduz o dilema clássico da razão contra a emoção. O uso do você no último suspiro do poema personaliza a dor, tirando-a do campo das ideias e trazendo-a para o nome de alguém real. É um desabafo corajoso sobre a teimosia do afeto. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.
23 de abril de 2026 20:58
Ainda Te Escrevo
Raphaelle disse:
eu literalmente esperando um minuto pra terminar de ler o poema
23 de abril de 2026 19:44
Raphaelle disse:
eu literalmente esperando um minuto pra terminar de ler o poema
23 de abril de 2026 19:44
Alguém que ficou
Oswaldo Jesus Motta disse:
Belas palavras. Abraços poéticos.
21 de abril de 2026 11:42
Oswaldo Jesus Motta disse:
Belas palavras. Abraços poéticos.
21 de abril de 2026 11:42
Fim de tarde de domingo
Drica disse:
Você não é nada prolixa e seu poema DIZ TUDO! Muito lindo!
Amo todos! S2
30 de março de 2026 22:14
Drica disse:
Você não é nada prolixa e seu poema DIZ TUDO! Muito lindo!
Amo todos! S2
30 de março de 2026 22:14
Cores
LEIDE FREITAS disse:
Triste, mas sem dúvida um poema delicado. Até breve!
25 de março de 2026 01:14
LEIDE FREITAS disse:
Triste, mas sem dúvida um poema delicado. Até breve!
25 de março de 2026 01:14
Expectadora.
Maria dorta disse:
Um dia vai chegar em que a paixão te dominara\' e viveras o amor sem inventar.
13 de março de 2026 15:02
Maria dorta disse:
Um dia vai chegar em que a paixão te dominara\' e viveras o amor sem inventar.
13 de março de 2026 15:02
Depois de você
Oswaldo Jesus Motta disse:
Lindas palavras, poetisa! Um texto de confissão e resistência, onde a vulnerabilidade se transforma em poesia. Abraços poéticos!
27 de fevereiro de 2026 18:30
Oswaldo Jesus Motta disse:
Lindas palavras, poetisa! Um texto de confissão e resistência, onde a vulnerabilidade se transforma em poesia. Abraços poéticos!
27 de fevereiro de 2026 18:30
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