Quando uma sonolência preguiçosa
Vem sobre o meu corpo indolente,
Julgo-me me imerso em sensação gostosa
Que envolve o corpo e embala a minha mente.
É inefável véu em nebulosa
Abstraçâo de cansaço que dormente
Domina-me o corpo em langorosa
Descontração de toda ação presente.
Com essa sensação de desamparo
Meu corpo se espreguiça num cansaço,
Que não é nem fadiga, mas um claro
Descompromisso a tudo que perfaço.
Não posso conceber algum repúdio
Se a morte me vier com tal prelúdio.
Tangará, 13/10/2019
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Autor:
Maximiliano Skol (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 4 de dezembro de 2020 03:11
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 50

Offline)
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