O ódio cega quase sempre aquele que nunca enxergou.
Onde o bruto enlouquecido a muito se afogou.
Combustível fóssil da pequenez humana.
Fuligem pavorosa que das almas pobres emana.
Ó ódio que alimenta as máquinas moedoras de alma.
Que transforma em confusão o que ontem era calma.
Esse ódio que sustenta a indústria do terror.
Mas o que hoje é ódio, amanhã será mais dor.
O ódio que gera fome, medo, caos e escravidão.
Que faz ruir reinos inteiros, que alcança cada rincão.
O ódio que mata, maltrata, fere e que não poupa ninguém.
Que rouba, suga, devora o pouco dos que nada tem.
Hoje em dia como sempre o ódio é bem orquestrado.
Os que fomentam esse ódio estão bem organizados.
Distorcendo, manipulando, em embuste ordinário.
Entregaram a nação nas mãos do infame CANCRONARO.
- Autor: Victor Severo ( Offline)
- Publicado: 27 de novembro de 2020 10:48
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 14
Comentários2
Muito bem!! 🙂
Valeu!!!
Arrasou na descritiva, principalmente na ultima parte
"Distorcendo, manipulando, em embuste ordinário.
Entregaram a nação nas mãos do infame CANCRONARO."
Valeu!
Valeu Lucita, feliz que tenhas gostado.
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.