Marlon Corso

Quinta-Feira

Ando apreeensivo,

Tragando vapores,

Tomando cerveja,

Escrevendo alguns refúgios liricos..

Tentando esquecer o teu sorriso,

o teu silecio,

a tua fragancia,

busco descrever,

Mas, apenas rimo.

 

O mar, a brisa,

O teu olhar,

contrastam o perfeito par,

 

Debruçado na areia ouço o teu dia,

Tuas palavras me curam mais eficiente que terapia,

Mas, que culpa eu?

Se em mim tu não acreditas,

ou é desinteresse teu,

ou apenas ilusão minha?



Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.