Não aponte a sua arma para mim, eu sou apenas um poeta
Se meus versos te ameaçam, eu não tenho culpa
Escrevo o que o coração implora e que a alma necessita
Não tenho blindagem ou armadura, apenas a força da escrita
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Perdoe a minha caneta por tanto insistir
Em desenhar os caminhos para o mundo evoluir
A arma que você segura pode calar a minha voz
Mas a tinta da minha caneta liberta a todos nós
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Autor:
Pacificador (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 8 de novembro de 2026 11:30
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Versos Discretos, Michel F.M.

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