Pacificador

A Arma do Poeta

Não aponte a sua arma para mim, eu sou apenas um poeta

Se meus versos te ameaçam, eu não tenho culpa

Escrevo o que o coração implora e que a alma necessita

Não tenho blindagem ou armadura, apenas a força da escrita

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Perdoe a minha caneta por tanto insistir

Em desenhar os caminhos para o mundo evoluir

A arma que você segura pode calar a minha voz

Mas a tinta da minha caneta liberta a todos nós