Minha pele tem febre e teu nome nos lábios,
Uma ânsia de terra firme que não vem.
Os dias passam como relógios implacáveis,
E eu sou um cão faminto à espera de alguém.
Se não vieres agora, o peito estilhaça
Em cacos de vidro que cortam o ar.
O amor, quando é dor, não tem tempo nem graça:
É só a fome imensa de te traçar.
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Autor:
BellaSelva (
Offline) - Publicado: 7 de novembro de 2026 12:03
- Categoria: Amor
- Visualizações: 6
- Usuários favoritos deste poema: BellaSelva, Morlock, Rebecca, Michel F.M., Versos Discretos, Ayalah Verônica Berg

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