Teu toque é brasa escondida sob a pele,
corrente elétrica que percorre cada nervo,
minhas mãos se tornam tempestades,
desenhando caminhos de fogo em ti.
Teu abraço é seda que envolve o silêncio,
pele que se abre como pétala ao calor,
um convite suave e feroz ao mesmo tempo,
onde o tato é poesia ardente.
Teus dedos são correntes que me prendem,
lâminas que cortam e curam em vertigem,
o contato é tempestade e calmaria,
gelo que se derrete em fogo vivo.
E no choque dos corpos,
o mundo se dissolve em sensação,
somos pele, somos brasas,
somos vertigem que não se contém.
Cléia Fialho
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Autor:
Cléia Fialho (
Offline) - Publicado: 3 de novembro de 2026 21:55
- Categoria: Amor
- Visualizações: 3

Offline)
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