Anjo caído.

Apegaua

Tem certas vezes que penso.

Que sou.

Um vazio na vastidão de um nada.

Um adeus que nem se foi.

A saudade se entrepôs.

Onde por necessidade.

Nunca se viu afeto.

E enxugar as lágrimas escorridas.

Que da menina dos olhos já de a muito desistiu.

Reluta por não se afogar.

E pé na estrada.

Por nos considerar como gente.

Que nunca existiu.

Por ser fácil de ser escorraçado.

Afinal.

E um anjo caído mesmo.

Sr. Apegaua.

Obs.

Andar sozinho e ter que carregar não duas, mas sim uma só alma.

 

  • Autor: Apegaua (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 3 de novembro de 2026 05:46
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 5
  • Usuários favoritos deste poema: Pacificador


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.