Apegaua

Anjo caído.

Tem certas vezes que penso.

Que sou.

Um vazio na vastidão de um nada.

Um adeus que nem se foi.

A saudade se entrepôs.

Onde por necessidade.

Nunca se viu afeto.

E enxugar as lágrimas escorridas.

Que da menina dos olhos já de a muito desistiu.

Reluta por não se afogar.

E pé na estrada.

Por nos considerar como gente.

Que nunca existiu.

Por ser fácil de ser escorraçado.

Afinal.

E um anjo caído mesmo.

Sr. Apegaua.

Obs.

Andar sozinho e ter que carregar não duas, mas sim uma só alma.