Fugir,
Sentir, ditar,
Sorrir.
Pois todo poema que redijo
É a declaração mais fiel de mim,
Escrita pelo íntimo da minha mente,
E impressa pelos grosseiros dedos.
Tão claros quantos seus olhos ônix,
Estão meus versos senis, cíclicos,
Um gole a você, que ainda me derrama,
Que ainda estou para conhecer.
Tão macias são suas peles,
Que enfeitam e adornam seu corpo,
E por qual motivo retornamos a nós?
Se nada há para relatar ou viver?.
Temos mil motivos para dizer não,
Mas a chuva ainda cai sobre nós,
E melhor que morrer congelados
É continuarmos a nos abraçar e viver.
Com todos os nossos pífios motivos,
Escrevemos nossas linhas de vida,
Em todos os universos observáveis,
Estamos atados à inconformidade do nós.
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Autor:
TheLira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 31 de outubro de 2026 21:59
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
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